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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Abscessos Cutâneos (Capítulo 74).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 834 / Publicado em 12/03/2012 - 10:40

Resultam de uma quebra na barreira cutânea com contaminação da flora bacteriana residente.

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Osteomielite (Capítulo 73).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 833 / Publicado em 12/03/2012 - 10:40

Infecção piogênica do osso. O osso pode ser infectado por via hematogênica ou foco de infecção contíguo. A forma hematogênica é mais comum em crianças, nos adultos atinge principalmente os corpos vertebrais. Em 90% dos casos é causada pelo Staphylococcus aureus. A disseminação da infecção de um foco contíguo é a forma mais comum em adultos. Os diabéticos e pacientes com insuficiência vascular periférica são propensos a osteomielite. Os ossos longos são os mais afetados especialmente das extremidades inferiores.

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Erisipela (Capítulo 72).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 832 / Publicado em 12/03/2012 - 10:40

É uma celulite superficial com envolvimento linfático. Causada quase sempre pelo Estreptococos do Grupo A. Está associada a uma porta de entrada pela pele.

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Endocardite Infecciosa (Capítulo 71).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 831 / Publicado em 12/03/2012 - 10:41

Divide-se em endocardite de válvula nativa e de válvula protética. A endocardite de válvula nativa representa 70% dos casos e os pacientes geralmente tem doenças predisponentes como: febre reumática, patologias congênitas, uso de drogas IV ou doença periodôntica. Usuários de drogas venosas apresentam risco de doença na válvula tricúspide e 50% dos casos são causados por Staphylococcus aureus.

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Meningite (Capítulo 70).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 830 / Publicado em 12/03/2012 - 10:42

QUADRO CLÍNICO: Febre. Rigidez de nuca ou abaulamento de fontanela em lactentes jovens. Cefaléia. Alterações do sensório. Vômitos. Líquor alterado (a punção lombar deverá ser efetuada em ambiente hospitalar sendo a única forma de confirmação diagnóstica e sua etiologia).

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Doença Inflamatória Pélvica (Capítulo 69).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 829 / Publicado em 12/03/2012 - 10:42

Infecção do trato genital superior feminino, que é precedida geralmente por cervicite. É polimicrobiana e associa-se com os organismos transmitidos sexualmente Neisseria gonorheae e Chlamydia trachomatis e outros organismos endógenos como anaeróbios, estreptococos e gram negativos. É mais frequente na mulher jovem, nulípara e com múltiplos parceiros sexuais. Pode complicar-se com peritonite, abscesso tubo-ovariano e infertilidade.

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Cistite (Capítulo 67).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 828 / Publicado em 12/03/2012 - 10:43

Cistite é um tipo de infecção urinária não complicada restrita a bexiga. Afeta as mulheres mais frequentemente que aos homens. A maior parte dos casos deve-se a infecção bacteriana por Gram negativos (Enterobactérias) como Escherichia coli (80%), Proteus mirabilis e Klebsiella pneumoniae.

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Pneumonia Comunitária no Paciente Imunocompetente (Capítulo 66).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 827 / Publicado em 12/03/2012 - 10:43

Pneumonia que ocorre fora do hospital ou menos de 48 horas após a internação. Pneumonia que ocorre fora do hospital ou menos de 48 horas após a internação.

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Bronquite Aguda (Capítulo 65).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 826 / Publicado em 12/03/2012 - 10:50

Inflamação dos brônquios. Geralmente é causada por infecções virais como rinovírus, influenza ou parainfluenza e vírus sincicial respiratório. Causas menos frequentes são: Mycoplasma pneumoniae e Bordetella pertussis (agente etiológico da coqueluche). Na presença de sibilos suspeitar de asma (cerca de 33% dos pacientes com sintomas de bronquite tem asma).

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Sinusite (Capítulo 64).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 825 / Publicado em 12/03/2012 - 10:50

Os seios paranasais (maxilar, frontal etmoidal e esfenóide), normalmente possuem ar em seu interior e tem comunicação com as narinas. As sinusites ocorrem devido à obstrução destas comunicações. Os seios se enchem de secreção purulenta. Causas: Pneumococo, Haemophilus influenzae, Moraxella catarrhalis e Gram positivos. A sinusite maxilar é a mais comum. A sinusite crônica é definida com infecções que persistem por 3 meses ou mais.

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14/09/2020
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