Profissionais: 7132
Prontuários: 511673

Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

Advertência: Estes artigos e resumos são protegidos pela Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98), sendo vedada a sua transcrição sem citação da fonte e a sua reprodução com finalidades comerciais sem autorização dos autores.

Adobe Acrobat Reader
É necessário o Adobe Acrobat Reader instalado.

Doadores Lim√≠trofes no Transplante de Rim: Quanto √† Transmiss√£o de Doen√ßas ou √† Presen√ßa de Anomalias Anat√īmicas.

Associa√ß√£o Brasileira de Transplante de √ďrg√£os.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 520 / Publicado em 09/03/2012 - 18:44

Revisar a evidência científica atual sobre os riscos e benefícios da utilização dos diferentes tipos de doadores limítrofes de rim. Permitir melhor padronização de condutas em relação à utilização desses doadores no território nacional.

Abrir arquivo em PDF

Doadores Limítrofes no Transplante de Rim: Quanto à Função.

Associa√ß√£o Brasileira de Transplante de √ďrg√£os.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 519 / Publicado em 09/03/2012 - 18:46

Um dos grandes problemas do transplante renal √© o n√ļmero insuficiente de √≥rg√£os para atender √† crescente demanda de pacientes em lista de espera. Como consequ√™ncia do desequil√≠brio entre o n√ļmero de transplantes e a lista de espera cresce o n√ļmero de √≥bitos, de pacientes em lista, h√° menor qualidade de vida, pior reabilita√ß√£o e aumento de custos ap√≥s o transplante renal.

Abrir arquivo em PDF

Doadores Limítrofes no Transplante de Pulmão.

Associa√ß√£o Brasileira de Transplante de √ďrg√£os.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 518 / Publicado em 09/03/2012 - 18:46

Estabelecer a defini√ß√£o de doador lim√≠trofe em transplante pulmonar exige primeiramente reconhecer qual o doador ideal nesse tipo de transplante. Com poucas modifica√ß√Ķes, os crit√©rios utilizados s√£o os mesmos nos diversos centros de transplante no mundo, e s√£o baseados ainda na experi√™ncia inicial dos transplantes pulmonares, n√£o sendo sustentados por estudos de maior consist√™ncia.

Abrir arquivo em PDF

Doadores Lim√≠trofes no Transplante de P√Ęncreas.

Associa√ß√£o Brasileira de Transplante de √ďrg√£os.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 517 / Publicado em 09/03/2012 - 18:47

A despropor√ß√£o entre o n√ļmero de transplantes de p√Ęncreas (TP) realizados e o de pacientes em lista de espera, no Brasil e no mundo, cria necessidade de expans√£o dos crit√©rios para aceita√ß√£o do √≥rg√£o, mesmo em condi√ß√Ķes n√£o ideais, assim denominados doadores lim√≠trofes (DL).

Abrir arquivo em PDF

Doadores Limítrofes no Transplante de Fígado.

Associa√ß√£o Brasileira de Transplante de √ďrg√£os.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 516 / Publicado em 09/03/2012 - 18:47

Revisar a evidência científica atual sobre os riscos e benefícios da utilização dos diferentes tipos de doadores limítrofes de fígado. Permitir melhor padronização de condutas em relação à utilização desses doadores no território nacional.

Abrir arquivo em PDF

Doadores Limítrofes no Transplante de Coração.

Associa√ß√£o Brasileira de Transplante de √ďrg√£os.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 515 / Publicado em 09/03/2012 - 18:44

Um doador √© considerado como n√£o ideal quando apresentar caracter√≠sticas cl√≠nicas desfavor√°veis, de origens card√≠acas ou sist√™micas, tidas previamente como contraindica√ß√Ķes para o transplante card√≠aco. Quest√Ķes log√≠sticas que envolvem o transplante podem se constituir em fatores determinantes para que um determinado doador, clinicamente adequado, seja considerado desfavor√°vel para determinados receptores. Na literatura, estes doadores desfavor√°veis t√™m recebido diferentes denomina√ß√Ķes, tais como: doadores expandidos, marginais, n√£o ideais ou doadores lim√≠trofes, onde esta √ļltima denomina√ß√£o ser√° aqui adotada por se adequar melhor a nossa l√≠ngua.

Abrir arquivo em PDF

Anestesia Venosa Total para Sedação.

Sociedade Brasileira de Anestesiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 514 / Publicado em 09/03/2012 - 15:18

A sedação é um método controlado para reduzir o nível de consciência. Existem vários níveis de sedação, variando de leve até a anestesia geral, que se distinguem entre si pela capacidade do paciente em manter reflexos protetores e vias aéreas patentes. Como não existem limites precisos separando os diferentes níveis de sedação, o paciente pode transitar rapidamente para níveis mais profundos de sedação. Por isso, o profissional deve estar capacitado para manejar todos esses níveis, inclusive de anestesia geral, mesmo que a intenção inicial tenha sido apenas a sedação leve.

Abrir arquivo em PDF

Anestesia Venosa Total em Procedimentos Neurocir√ļrgicos.

Sociedade Brasileira de Anestesiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 513 / Publicado em 09/03/2012 - 15:19

O objetivo da neurocirurgia √© preservar e restaurar a fun√ß√£o cerebral. Isso pode requerer interven√ß√£o cir√ļrgica de longa dura√ß√£o, uso de sofisticados equipamentos cir√ļrgicos, monitoriza√ß√£o eletrofisiol√≥gica e coopera√ß√£o do paciente durante a cirurgia. Para otimizar a neurocirurgia, a anestesia deve utilizar f√°rmacos e t√©cnicas anest√©sicas que causem m√≠nima altera√ß√£o na press√£o intracraniana (PIC), n√£o produzam interfer√™ncia na monitoriza√ß√£o eletrofisiol√≥gica, facilitem os novos procedimentos neurocir√ļrgicos e permitam a coopera√ß√£o do paciente durante a cirurgia, com r√°pida recupera√ß√£o da anestesia.

Abrir arquivo em PDF

Anestesia Venosa Total em Procedimentos Ambulatoriais.

Sociedade Brasileira de Anestesiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 512 / Publicado em 09/03/2012 - 15:20

Alguns princ√≠pios guiam a anestesia para cirurgia ambulatorial. Ela deve ter in√≠cio e recupera√ß√£o r√°pidos, promovendo boa estabilidade cardiovascular e respirat√≥ria e n√£o causando efeitos colaterais adversos, como n√°useas e v√īmitos, que prejudiquem a alta hospitalar no dia do procedimento.

Abrir arquivo em PDF

Anestesia Venosa Total em Obesidade Mórbida.

Sociedade Brasileira de Anestesiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 511 / Publicado em 09/03/2012 - 15:21

O principal objetivo da anestesia no paciente obeso m√≥rbido √© promover boa estabilidade hemodin√Ęmica, tempo de despertar e extuba√ß√£o precoces, e r√°pida recupera√ß√£o anest√©sica, com retorno r√°pido √†s atividades usuais para evitar complica√ß√Ķes como tromboembolismo e atelectasias pulmonares. Assim, a pesquisa pela literatura objetivou estabelecer o papel da AVT dentro do contexto da obesidade m√≥rbida no que se refere a esses desfechos, assim como a aplicabilidade da t√©cnica de infus√£o alvocontrolada nessa popula√ß√£o.

Abrir arquivo em PDF

Portal Saúde Direta - Footer
Atualizado em
14/09/2020
Saude-Direta-Facebook Saude-Direta-LinkedIN Saude-Direta-Twitter