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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Protocolo de Atendimento Odontol√≥gico a Pacientes Oncol√≥gicos Pedi√°tricos ‚Äď Revis√£o da Literatura.

Albuquerque et al.
Revista de Odontologia da UNESP. 2007; 36(3): 275-280
Número: 973 / Publicado em 23/06/2012 - 22:20

Os pacientes oncol√≥gicos pedi√°tricos devem ser examinados pelo cirurgi√£o-dentista t√£o logo tenham sua doen√ßa diagnosticada, e o tratamento odontol√≥gico deve ser iniciado preferencialmente antes do tratamento oncol√≥gico. O tratamento deve contemplar todas as especialidades odontol√≥gicas levando em considera√ß√£o a condi√ß√£o cl√≠nica do paciente. Este trabalho tem como objetivo, por meio de revis√£o de literatura, discutir o protocolo de atendimento odontol√≥gico a pacientes oncol√≥gicos pedi√°tricos. √Č dada √™nfase √†s medidas preventivas e/ou curativas de adequa√ß√£o do meio bucal no intuito de evitar complica√ß√Ķes decorrentes desse tipo de tratamento e ao tratamento das complica√ß√Ķes orais decorrentes da terapia antineopl√°sica, bem como das complica√ß√Ķes decorrentes da condi√ß√£o sist√™mica desses pacientes durante e ap√≥s tal tratamento.

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Dengue: Diagnóstico e Manejo Clínico - Adultos e Crianças.

Série A. Normas e Manuais Técnicos - 2007.
Secretaria de Vigil√Ęncia em Sa√ļde - Minist√©rio da Sa√ļde. Bras√≠lia - DF.
Número: 972 / Publicado em 23/06/2012 - 22:21

A infec√ß√£o pelo v√≠rus da dengue causa uma doen√ßa de amplo espectro cl√≠nico, incluindo desde formas inaparentes at√© quadros graves, podendo evoluir para o √≥bito. Entre estes, destaca-se a ocorr√™ncia de hepatite, insufici√™ncia hep√°tica, manifesta√ß√Ķes do sistema nervoso, miocardite, hemorragias graves e choque. Na dengue, a primeira manifesta√ß√£o √© a febre, geralmente alta (39¬ļC a 40¬ļC) de in√≠cio abrupto, associada √† cefal√©ia, adinamia, mialgias, artralgias, dor retroorbit√°ria, com presen√ßa ou n√£o de exantema e/ou prurido. Anorexia, n√°useas, v√īmitos e diarr√©ia podem ser observados por 2 a 6 dias.

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Medidas para Identifica√ß√£o, Preven√ß√£o e Controle de Infec√ß√Ķes Relacionadas √† Assist√™ncia √† Sa√ļde por Microrganismos Multirresistentes.

Unidade de Investiga√ß√£o e Preven√ß√£o das Infec√ß√Ķes e dos Eventos Adversos - Ger√™ncia Geral de Tecnologia em Servi√ßos de Sa√ļde.
Ag√™ncia Nacional de Vigil√Ęncia Sanit√°ria - 25 de outubro de 2010.
Número: 969 / Publicado em 23/06/2012 - 22:25

Microrganismos multirresistentes são microrganismos resistentes a diferentes classes de antimicrobianos testados em exames microbiológicos. Alguns pesquisadores também definem microrganismos pan-resistentes, como aqueles com resistência comprovada in vitro a todos os antimicrobianos testados em exame microbiológico.

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Princípios para Uso Racional de Antimicrobianos.

Leila Beltrami Moreira.
Revista AMRIGS, Porto Alegre, 48 (2): 118-120, abr.-jun. 2004.
Número: 968 / Publicado em 23/06/2012 - 22:26

O uso excessivo de antimicrobianos, de forma indiscriminada, em seres humanos e animais √©, o principal fator para emerg√™ncia de resist√™ncia. Erros comuns s√£o profilaxia e uso emp√≠rico inadequados, indica√ß√£o de antimicrobianos para febre de causa n√£o definida, infec√ß√Ķes virais e abscessos. Infec√ß√Ķes de vias a√©reas superiores s√£o a causa mais comum de abuso de antibi√≥ticos.

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Antibioticoterapia Profil√°tica em Cirurgias Periodontais.

Fl√°vio Roberto Guerra Seabra, B√°rbara Gomes de Melo Seabra, Eduardo Gomes Seabra.
Odontologia. Clín.-Científ., Recife, 3 (1): 11 -16, jan/abr., 2004
Número: 966 / Publicado em 23/06/2012 - 22:28

Apesar de não ser objetivo deste trabalho discutir sobre a profilaxia para a endocardite infecciosa, a abordagem sobre os regimes profiláticos contra a endocardite publicados por órgãos oficiais demonstra a tendência moderna de se reduzir ao máximo a dose total de antibiótico administrada e, principalmente, o tempo de administração.

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Protocolos de Utilização de Antimicrobianos.

Eveline Santana Gir√£o, Jo√£o Evangelista de Holanda Neto, Jorge Luiz Nobre Rodrigues, Olga Vale Oliveira Machado.
Hospital Universitário Walter Cantídio - Universidade Federal do Ceará - 2009.
Número: 964 / Publicado em 23/06/2012 - 22:33

A adoção de práticas profissionais baseadas em protocolos e evidências clínicas, a boa qualidade da comunicação entre os profissionais que prestam assistência ao paciente, a abertura para aprender a partir das falhas ocorridas e a compreensão de que devemos tornar a assistência hospitalar brasileira mais segura, nos torna atuantes no processo que conduz à maior segurança do paciente.

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Antitrombóticos nas Síndromes Coronarianas Agudas: Diretrizes Atuais e Novas Evidências.

Ritt, Luiz Eduardo Fonteles; Flato, Uri Prync; Guimar√£es, H√©lio Penna; Avezum, √Ālvaro; Piegas, Leopoldo Soares.
Revista Brasileira de Terapia Intensiva Vol. 20 N¬ļ 2, Abril/Junho, 2008
Número: 963 / Publicado em 23/06/2012 - 22:34

As s√≠ndromes coronarianas agudas (SCA) est√£o entre as principais causas de admiss√£o em unidades de terapia intensiva (UTI). Novos f√°rmacos v√™em sendo desenvolvidos para o manuseio das SCA. O uso combinado destes medicamentos tem reduzido de forma consider√°vel a morbimortalidade desta s√≠ndrome, no entanto seus efeitos adversos ou mesmo seu manuseio incorreto podem levar √† maior incid√™ncia de sangramento. O objetivo deste estudo foi apresentar os principais aspectos terap√™uticos, indica√ß√Ķes e manuseio dos f√°rmacos em s√≠ndromes coron√°rias agudas.

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Protocolo de Regula√ß√£o do Acesso ‚Äď Especialidades M√©dicas.

Coordena√ß√£o da Central Municipal de Regula√ß√£o - 1¬™ edi√ß√£o ‚Äď 2008
Secretaria Municipal de Sa√ļde - Prefeitura Municipal de Diadema.
Número: 962 / Publicado em 23/06/2012 - 22:36

Como parte dos instrumentos que ordenam o acesso e organizam o fluxo dos pacientes na rede assistencial de sa√ļde os Protocolos de Regula√ß√£o do Acesso ‚Äús√£o diretrizes para solicitar e usar, adequada e racionalmente, as tecnologias de apoio diagn√≥stico e terapias especializadas, (...) sendo um instrumento de ordena√ß√£o dos fluxos de encaminhamentos entre os n√≠veis de complexidade assistencial‚ÄĚ. Vale ressaltar que os Protocolos de Regula√ß√£o do Acesso s√£o complementares aos Protocolos Cl√≠nicos que s√£o "recomenda√ß√Ķes sistematicamente desenvolvidas com o objetivo de orienta√ß√£o de m√©dicos e pacientes acerca de cuidados de sa√ļde apropriados em circunst√Ęncias cl√≠nicas e espec√≠ficas".

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Carcinoma Espinocelular Bucal de Grande Extens√£o ‚Äď Protocolo Diagn√≥stico.

De Carli et al.
Odonto 2010;18(36):67-71
Número: 961 / Publicado em 23/06/2012 - 22:37

O carcinoma espinocelular da cavidade bucal (CECB) corresponde √† maior parte dos c√Ęnceres de boca, acometendo em maior escala indiv√≠duos do sexo masculino, acima dos 45 anos de idade e que tenham o h√°bito do tabagismo e/ou etilismo. Um dos aspectos mais importantes acerca do CECB √© seu diagn√≥stico precoce, o qual √© melhor realizado por meio de bi√≥psia incisional seguida de exame histopatol√≥gico.

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Protocolo Cl√≠nico de C√Ęncer Colorretal.

João Batista Pinheiro Barreto, Alexandre José Aguiar Andrade.
Serviço de Coloproctologia - Hospital Universitário - Universidade Federal do Maranhão - maio/2010.
Número: 957 / Publicado em 23/06/2012 - 22:43

Existe uma diversidade de fatores de riscos para o desenvolvimento de c√Ęncer colorretal, tais como alimenta√ß√£o pobre em fibras vegetais, defici√™ncia de c√°lcio, sel√™nio e vitaminas C e E, doen√ßa inflamat√≥ria intestinal, dieta rica em gordura animal, idade maior que 50 anos, adenomas col√īnicos e polipose adenomatosa familiar.

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14/09/2020
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