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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Protocolo de Cirurgia Pediátrica.

José Luiz Martins.
Cirurgia Pediátrica do Hospital Santa Marcelina.
Número: 974 / Publicado em 23/06/2012 - 22:19

Afecções Cirúrgicas abordadas: Fimose, Hérnia Umbilical, Hérnia Inguinal, Hérnia Inguinal Encarcerada, Hérnia Incisional, Cisto de Cordão, Hidrocele, Hidrocele Comunicante, Distopias Testiculares (Criptorquidia), Torção de Testículo, Torção da Hidátide de Morgagni, Orquite e Orqui-Epididimite, Linfadenites Persistentes, Cisto Tireoglosso, Restos, Fístulas e Cistos Branquiais, Freio Lingual ou Anquiloglossia, Freio do Lábio Superior, Hemangiomas e Malformações Vasculares, Lábio Leporino e Fissura Palatina, Constipação Intestinal, Pólipos Retais, Prolapso de Reto, Fístulas Perianais, Fissuras Perianais, Hipospádia, Epispádias com Extrofia Vesical, Infecções Urinárias de Repetição nos dois Sexos, Tumores Abdominais e de quaisquer outras regiões.

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Protocolo de Atendimento Odontológico a Pacientes Oncológicos Pediátricos – Revisão da Literatura.

Albuquerque et al.
Revista de Odontologia da UNESP. 2007; 36(3): 275-280
Número: 973 / Publicado em 23/06/2012 - 22:20

Os pacientes oncológicos pediátricos devem ser examinados pelo cirurgião-dentista tão logo tenham sua doença diagnosticada, e o tratamento odontológico deve ser iniciado preferencialmente antes do tratamento oncológico. O tratamento deve contemplar todas as especialidades odontológicas levando em consideração a condição clínica do paciente. Este trabalho tem como objetivo, por meio de revisão de literatura, discutir o protocolo de atendimento odontológico a pacientes oncológicos pediátricos. É dada ênfase às medidas preventivas e/ou curativas de adequação do meio bucal no intuito de evitar complicações decorrentes desse tipo de tratamento e ao tratamento das complicações orais decorrentes da terapia antineoplásica, bem como das complicações decorrentes da condição sistêmica desses pacientes durante e após tal tratamento.

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Dengue: Diagnóstico e Manejo Clínico - Adultos e Crianças.

Série A. Normas e Manuais Técnicos - 2007.
Secretaria de Vigilância em Saúde - Ministério da Saúde. Brasília - DF.
Número: 972 / Publicado em 23/06/2012 - 22:21

A infecção pelo vírus da dengue causa uma doença de amplo espectro clínico, incluindo desde formas inaparentes até quadros graves, podendo evoluir para o óbito. Entre estes, destaca-se a ocorrência de hepatite, insuficiência hepática, manifestações do sistema nervoso, miocardite, hemorragias graves e choque. Na dengue, a primeira manifestação é a febre, geralmente alta (39ºC a 40ºC) de início abrupto, associada à cefaléia, adinamia, mialgias, artralgias, dor retroorbitária, com presença ou não de exantema e/ou prurido. Anorexia, náuseas, vômitos e diarréia podem ser observados por 2 a 6 dias.

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Medidas para Identificação, Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde por Microrganismos Multirresistentes.

Unidade de Investigação e Prevenção das Infecções e dos Eventos Adversos - Gerência Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde.
Agência Nacional de Vigilância Sanitária - 25 de outubro de 2010.
Número: 969 / Publicado em 23/06/2012 - 22:25

Microrganismos multirresistentes são microrganismos resistentes a diferentes classes de antimicrobianos testados em exames microbiológicos. Alguns pesquisadores também definem microrganismos pan-resistentes, como aqueles com resistência comprovada in vitro a todos os antimicrobianos testados em exame microbiológico.

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Princípios para Uso Racional de Antimicrobianos.

Leila Beltrami Moreira.
Revista AMRIGS, Porto Alegre, 48 (2): 118-120, abr.-jun. 2004.
Número: 968 / Publicado em 23/06/2012 - 22:26

O uso excessivo de antimicrobianos, de forma indiscriminada, em seres humanos e animais é, o principal fator para emergência de resistência. Erros comuns são profilaxia e uso empírico inadequados, indicação de antimicrobianos para febre de causa não definida, infecções virais e abscessos. Infecções de vias aéreas superiores são a causa mais comum de abuso de antibióticos.

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Antibioticoterapia Profilática em Cirurgias Periodontais.

Flávio Roberto Guerra Seabra, Bárbara Gomes de Melo Seabra, Eduardo Gomes Seabra.
Odontologia. Clín.-Científ., Recife, 3 (1): 11 -16, jan/abr., 2004
Número: 966 / Publicado em 23/06/2012 - 22:28

Apesar de não ser objetivo deste trabalho discutir sobre a profilaxia para a endocardite infecciosa, a abordagem sobre os regimes profiláticos contra a endocardite publicados por órgãos oficiais demonstra a tendência moderna de se reduzir ao máximo a dose total de antibiótico administrada e, principalmente, o tempo de administração.

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Protocolos de Utilização de Antimicrobianos.

Eveline Santana Girão, João Evangelista de Holanda Neto, Jorge Luiz Nobre Rodrigues, Olga Vale Oliveira Machado.
Hospital Universitário Walter Cantídio - Universidade Federal do Ceará - 2009.
Número: 964 / Publicado em 23/06/2012 - 22:33

A adoção de práticas profissionais baseadas em protocolos e evidências clínicas, a boa qualidade da comunicação entre os profissionais que prestam assistência ao paciente, a abertura para aprender a partir das falhas ocorridas e a compreensão de que devemos tornar a assistência hospitalar brasileira mais segura, nos torna atuantes no processo que conduz à maior segurança do paciente.

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Antitrombóticos nas Síndromes Coronarianas Agudas: Diretrizes Atuais e Novas Evidências.

Ritt, Luiz Eduardo Fonteles; Flato, Uri Prync; Guimarães, Hélio Penna; Avezum, Álvaro; Piegas, Leopoldo Soares.
Revista Brasileira de Terapia Intensiva Vol. 20 Nº 2, Abril/Junho, 2008
Número: 963 / Publicado em 23/06/2012 - 22:34

As síndromes coronarianas agudas (SCA) estão entre as principais causas de admissão em unidades de terapia intensiva (UTI). Novos fármacos vêem sendo desenvolvidos para o manuseio das SCA. O uso combinado destes medicamentos tem reduzido de forma considerável a morbimortalidade desta síndrome, no entanto seus efeitos adversos ou mesmo seu manuseio incorreto podem levar à maior incidência de sangramento. O objetivo deste estudo foi apresentar os principais aspectos terapêuticos, indicações e manuseio dos fármacos em síndromes coronárias agudas.

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Protocolo de Regulação do Acesso – Especialidades Médicas.

Coordenação da Central Municipal de Regulação - 1ª edição – 2008
Secretaria Municipal de Saúde - Prefeitura Municipal de Diadema.
Número: 962 / Publicado em 23/06/2012 - 22:36

Como parte dos instrumentos que ordenam o acesso e organizam o fluxo dos pacientes na rede assistencial de saúde os Protocolos de Regulação do Acesso “são diretrizes para solicitar e usar, adequada e racionalmente, as tecnologias de apoio diagnóstico e terapias especializadas, (...) sendo um instrumento de ordenação dos fluxos de encaminhamentos entre os níveis de complexidade assistencial”. Vale ressaltar que os Protocolos de Regulação do Acesso são complementares aos Protocolos Clínicos que são "recomendações sistematicamente desenvolvidas com o objetivo de orientação de médicos e pacientes acerca de cuidados de saúde apropriados em circunstâncias clínicas e específicas".

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Carcinoma Espinocelular Bucal de Grande Extensão – Protocolo Diagnóstico.

De Carli et al.
Odonto 2010;18(36):67-71
Número: 961 / Publicado em 23/06/2012 - 22:37

O carcinoma espinocelular da cavidade bucal (CECB) corresponde à maior parte dos cânceres de boca, acometendo em maior escala indivíduos do sexo masculino, acima dos 45 anos de idade e que tenham o hábito do tabagismo e/ou etilismo. Um dos aspectos mais importantes acerca do CECB é seu diagnóstico precoce, o qual é melhor realizado por meio de biópsia incisional seguida de exame histopatológico.

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14/09/2020
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