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Parte II – Protocolo de Doenças Cardiovasculares: Arritmias Cardíacas (Capítulo 48).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 763 / Publicado em 12/03/2012 - 10:32

As arritmias podem reduzir o débito cardíaco quando a frequência cardíaca está elevada ou baixa, produzir instabilidade elétrica do coração e mesmo causarem parada cardíaca.

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Parte II – Protocolo de Doenças Cardiovasculares: Síndrome Coronariana Aguda (Capítulo 47).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 762 / Publicado em 12/03/2012 - 10:32

O paciente apresentando dor torácica aguda de possível origem cardíaca deve ser considerado como portador de infarto agudo do miocárdio até prova em contrário.

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Predição e Prevenção do Crescimento Intrauterino Restrito - CIUR

Sá RAM, Oliveira CA, Peixoto-Filho FM, Lopes LM
FEMINA Setembro 2009 vol 37 nº 9.
Número: 760 / Publicado em 19/06/2012 - 08:34

O termo “pequeno para a idade gestacional” (PIG) define o concepto que, ao nascer, apresenta peso inferior ao percentil 10 para a idade gestacional. Na maioria das vezes, esta alteração decorre do crescimento intrauterino restrito (CIUR), entendido como disfunção no crescimento que não permite ao feto atingir, em massa corporal, seu alvo genético. As razões para o crescimento fetal dificultado podem ser: desordens genéticas, infecções e insuficiência placentária. Os autores fizeram uma revisão das evidências atuais sobre a predição do CIUR por meio de métodos clínicos e laboratoriais. As evidências sobre prevenção do CIUR incluindo métodos comportamentais, drogas e controle da hipertensão também foram abordadas.

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Revisão Sistemática das Influências do Hipoestrogenismo e do Treinamento sobre a Incontinência Urinária.

Batista RLA, Souza FO, Dias LAR, Silva ACJSR, Freitas MMS, Sá MFS, Ferreira CHJ
FEMINA Março 2010 vol 38 nº 3
Número: 759 / Publicado em 19/06/2012 - 08:35

Marcada por mudanças na função ovariana, a menopausa representa redução dos níveis de estrogênio circulante. Os estrogênios aumentam o trofismo e a vascularização dos músculos do assoalho pélvico (MAP), e seu déficit na menopausa pode estar relacionado ao surgimento da incontinência urinária. O uso do estrogênio e o treinamento dos MAP são opções no tratamento da incontinência urinária. O objetivo deste artigo foi realizar uma revisão sistemática da literatura sobre os efeitos do treinamento dos MAP, da terapia hormonal e da associação de ambos na função dos MAP e da incontinência urinária.

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Biologia Molecular no Rastreamento das Neoplasias Cervicais Uterinas.

Rocha GA, Melo VH
FEMINA Março 2010 vol 38 nº 3
Número: 758 / Publicado em 19/06/2012 - 08:36

O câncer cervical é o segundo mais comum em mulheres no Brasil e no mundo. A maioria dos casos de morte ocorre em países em desenvolvimento, onde o câncer cervical é responsável por 15% das neoplasias malignas em mulheres. A redução dessa mortalidade representa um grande desafio na atualidade e grandes esforços têm sido feitos para que se consiga um diagnóstico mais precoce e efetivo das lesões cervicais. Baseado nas evidências de que a infecção pelo papilomavírus humano (HPV) seja a causa primária do câncer cervical, a pesquisa de tipos carcinogênicos foi recentemente introduzida como método de rastreamento das neoplasias cervicais em alguns países. Esta revisão teve por objetivo avaliar a aplicabilidade da detecção do HPV como forma de rastreamento primário das neoplasias cervicais, comparando a sensibilidade e a especificidade dos testes de biologia molecular com o exame de Papanicolaou, bem como os custos e o impacto destes testes sobre a morbimortalidade da doença.

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Obesidade e Complicações Gestacionais.

Frattesi FF, Corrêa Júnior MD
FEMINA Maio 2010 vol 38 nº 5
Número: 757 / Publicado em 19/06/2012 - 08:37

A população de obesos entre as mulheres na menacme tem aumentado de maneira assustadora nos últimos anos. A consequência é o aumento da incidência de gestantes obesas com elevado risco cardiometabólico e sujeitas a intercorrências perigestacionais. A assistência pré-natal nesse grupo de gestantes é precária devido à falta de equipe multidisciplinar preparada e material adequado. O profissional que assiste a gestante obesa deve ter como objetivo principal prevenir e intervir em tempo hábil nas intercorrências às quais mãe e feto estão sujeitos durante o período perigestacional. Ele deve estar livre de preconceitos e tentativas exageradas e inadequadas de perda de peso durante a gestação da paciente. O alvo principal da abordagem multidisciplinar é o preparo da gestante para mudança de seu estilo de vida familiar sabendo que a obesidade é uma doença de transmissão interpessoal de hábitos. A associação de riscos potenciais para mãe e feto à obesidade é bem estabelecida, mas o conhecimento desses riscos e a condução da gestação de maneira adequada são pouco praticados. O presente artigo buscou contribuir para melhora da assistência pré-natal das gestantes obesas juntamente com a criação de grupos multidisciplinares para condução dessas pacientes.

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Suporte da Fase Lútea.

Martins WP
FEMINA Maio 2010 vol 38 nº 5
Número: 756 / Publicado em 19/06/2012 - 08:38

Em mulheres que desejam engravidar, uma função adequada do corpo lúteo é importante tanto para melhorar a receptividade endometrial quanto para garantir a manutenção da gestação inicial. Uma produção de progesterona insuficiente pelo corpo lúteo poderia, então, levar tanto à infertilidade quanto a repetidas perdas gestacionais precoces. A maneira mais utilizada atualmente para se realizar o diagnóstico é por meio da biópsia do endométrio, método mostrado por estudos atuais como inadequado para o diagnóstico da síndrome. Esta revisão de literatura buscou juntar informações baseadas nas melhores evidências atuais sobre o diagnóstico de insuficiência do corpo lúteo e, principalmente, sobre tratamentos propostos como suporte na fase lútea para mulheres que desejam engravidar.

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Revisão da Literatura sobre Recomendações de Utilização de Edulcorantes em Gestantes Portadoras de Diabetes mellitus.

Saunders C, Padilha PC, Lima HT, Oliveira LM, Queiroz JA, Theme MLM
Femina Abril 2010 vol 38 nº 4
Número: 755 / Publicado em 19/06/2012 - 08:39

Atualmente, o aspartame é alvo de várias críticas, porém a American Diabetes Association (ADA), revisando as evidências científicas acerca da inocuidade do aspartame, declara que o edulcorante não é carcinogênico e não está associado a desordens neurológicas. Quanto à sacarina, alguns autores recomendam restrição do consumo desta por gestantes, devido à falta de informações conclusivas sobre possíveis efeitos no desenvolvimento fetal, além das poucas evidências sobre seu efeito transplacentário e transmamário. A ADA não recomenda o uso do esteviosidio como edulcorante. Os edulcorantes não-calóricos atualmente aprovados para uso pela população em geral, incluindo as gestantes são: aspartame, acesulfame-K, sacarina, sucralose e neotame.

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Indução do Trabalho de Parto: Conceitos e Particularidades.

Souza ASR, Costa AAR, Coutinho I, Noronha Neto C , Amorim MMR
Femina Abril 2010 vol 38 nº 4
Número: 754 / Publicado em 19/06/2012 - 08:39

O manejo das pacientes em indução do parto deve ser cuidadoso, observando-se as principais contraindicações, os riscos e as precauções. São contraindicações absolutas para indução do parto: a presença de causas obstrutivas do parto, o risco de morbidade perinatal grave e o risco materno. As contraindicações relativas são: frequência cardíaca fetal não-tranquilizadora, macrossomia fetal, gestação gemelar, apresentação pélvica, doença cardíaca materna, polidrâmnio, grande multiparidade, oligo-hidrâmnio e cesariana segmentar anterior.

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Análise Crítica dos Métodos Não-Farmacológicos de Indução do Trabalho de Parto.

Souza ASR, Costa AAR, Coutinho I, Noronha Neto C , Amorim MMR
Femina Abril 2010 vol 38 nº 4
Número: 753 / Publicado em 19/06/2012 - 08:40

A indução do trabalho de parto tem se tornado prática corrente na Obstetrícia moderna. Vários métodos têm sido propostos, e dentre eles os não-farmacológicos merecem destaque. Estes métodos podem ser classificados como naturais e artificiais. Os estudos realizados para avaliar os diversos métodos naturais, como homeopatia, acupuntura, óleo de rícino, enema, banho quente de imersão, relações sexuais e estimulação mamária para indução do trabalho de parto, são heterogêneos e ainda não existe evidência suficiente de que possam ser utilizados na prática clínica.

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14/09/2020
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