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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Manual B√°sico de Medicina de Desastres

Grupamento de Socorro de Emergência
Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro
Número: 2212 / Publicado em 17/04/2012 - 08:00

Desastre √© um evento no qual os recursos d pessoal e equipamentos de um Sistema de Emerg√™ncia local s√£o insuficientes, em um primeiro momento, para fazer frente a determinada situa√ß√£o de emerg√™ncia. Caso existam recursos suficientes para atender prontamente, consideramos portanto, como Acidente com M√ļltiplas V√≠timas (AMV).

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Bioética e Medicina

Comissão de Bioética
Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro - 2006
Número: 2211 / Publicado em 17/04/2012 - 07:46

Bio√©tica √© o estudo interdisciplinar entre biologia, medicina e filosofia (dessa, especialmente as disciplina da √©tica, da moral e da metaf√≠sica), que investiga todas as condi√ß√Ķes necess√°rias para uma administra√ß√£o respons√°vel da vida humana (em geral) e da pessoa (em particular). Considera, portanto, a responsabilidade moral de cientistas em suas pesquisas, bem como de suas aplica√ß√Ķes. S√£o temas dessa √°rea, quest√Ķes delicadas como a fertiliza√ß√£o in vitro, o aborto, a clonagem, a eutan√°sia e os transg√™nicos.

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Dicas Para Uma Boa Prescrição Hospitalar

Gerência de Riscos Hospitalares - Hospital Universitário Walter Cantídio
Universidade Federal do Cear√° - 2008
Número: 2210 / Publicado em 15/04/2012 - 11:24

Esse manual cont√©m dicas para a elabora√ß√£o de uma boa prescri√ß√£o hospitalar, e se prop√Ķe a contribuir para melhorar a comunica√ß√£o entre aqueles que diariamente dedicam parte importante do seu tempo, no cuidado dos pacientes internados nos hospitais cearenses e que desejam tornar a pr√°tica de prescri√ß√£o um processo cada vez mais seguro e com resultados otimizados.

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Marketing de Serviços

Marcos Kahtalian
http://www.fae.edu/publicacoes/pdf/mkt/2.pdf
Número: 2209 / Publicado em 15/04/2012 - 11:11

Enquanto a ind√ļstria tende √† automa√ß√£o, √† especializa√ß√£o do trabalho, reduzindo a participa√ß√£o humana, o setor de servi√ßos n√£o consegue facilmente prescindir do elemento humano. Na verdade, para grande parte das empresas de servi√ßo o √ļnico ativo dispon√≠vel s√£o as pessoas que comp√Ķem a empresa, seus quadros, sua intelig√™ncia e conhecimento. Uma ag√™ncia de propaganda, uma escola, uma consultoria, uma cl√≠nica m√©dica e outros servi√ßos s√£o fortemente dependentes das pessoas que ali trabalham. Assim √© que s√ļbitas mudan√ßas no quadro de pessoal podem afetar profundamente uma empresa do servi√ßo.

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Gerenciamento de Clínicas

Rovigatti R, Paiva C
Tratado de Medicina Estética. Vol 3. São Paulo: Roca, 2004.
Número: 2208 / Publicado em 15/04/2012 - 11:00

A administração eficiente de qualquer negócio requer alguns requisitos básicos: domínio da tecnologia, uma equipe de trabalho competente, rigoroso controle de qualidade, sistema de comunicação na medida exata, análise de mercado, identificação da fatia de mercado a ser conquistada, controle financeiro, cumprimento de normas legais e análise de risco.

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Nódulo Solitário de Pulmão - Algoritmo

Alexandre de Oliveira
einstein: Educ Contin Sa√ļde. 2009; 7(1 Pt 2): 47-8
Número: 2207 / Publicado em 14/04/2012 - 22:04

Diversas doen√ßas podem estar associadas ao n√≥dulo pulmonar, por√©m na pr√°tica cl√≠nica di√°ria podemos caracteriz√°-las em dois grandes grupos: maligna e benigna. As causas malignas podem ser prim√°rias ou secund√°rias (doen√ßas metast√°ticas), e nas benignas temos desde les√Ķes granulomatosas em atividade ou cicatriciais at√© f√≠stulas art√©rio-venosas.

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Normas de Orientação Clínica para a Prevenção, o Diagnóstico e o Tratamento da Trombose Venosa Profunda - TVP

Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV).
J Vasc Br 2005, Vol. 4, N¬ļ 3, Supl.3
Número: 2206 / Publicado em 14/04/2012 - 21:58

O diagnóstico da trombose venosa profunda deve ser iniciado pela anamnese e exame físico. A ultra-sonografia é o exame complementar de escolha para a confirmação da trombose venosa profunda. Na impossibilidade de se realizar exames confirmatórios, diante da suspeita clínica o tratamento deve ser iniciado.

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Doença Crónica das Vias Respiratórias - DPOC

GOLD.
Pocket Guide to DPOC Diagnóstico, Tratamento e Prevenção. 2004
Número: 2205 / Publicado em 14/04/2012 - 21:52

Para facilitar o diagnóstico dos pacientes com doença crónica das vias respiratórias desenvolveram-se uma série de Questionários contendo perguntas validadas, após revisão da literatura médica, como sendo as de maior valor diagnóstico. Essas perguntas essenciais de avaliação diagnóstica determinam a probabilidade da presença das doenças crónicas das vias respiratórias comuns em clínica geral: asma, rinite alérgica e doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC). O seu objectivo é facilitar o levantamento da história clínica do paciente de uma forma estruturada e proporcionar, assim, todos os dados clínicos necessários, bem como o exame físico e a avaliação da situação do paciente.

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Assinatura G√™nica Contra Recidiva de C√Ęncer Colorretal

Centro de Combate ao C√Ęncer - CCC
Newsletter Cient√≠fico do Centro de Combate ao C√Ęncer - N√ļmero 03 - o de 2011
Número: 2204 / Publicado em 14/04/2012 - 21:39

Teste de assinatura gênica Coloprint.

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Um Novo Alvo para o C√Ęncer de Pulm√£o

Centro de Combate ao C√Ęncer - CCC
Newsletter Cient√≠fico do Centro de Combate ao C√Ęncer - N√ļmero 02 - Novembro de 2010
Número: 2203 / Publicado em 14/04/2012 - 21:18

At√© pouco tempo atr√°s, a medicina tinha poucas armas contra esta realidade. O entendimento dos processos moleculares que levam ao c√Ęncer era pequeno, mas nos √ļltimos anos o progresso nesta √°rea tem sido impressionante. Hoje j√° entendemos os passos moleculares que levam uma celular normal a se transformar numa c√©lula maligna, como ela se perpetua, multiplica e invade outros tecidos. A descoberta destes s√≠tios de altera√ß√£o molecular proporcionou o desenvolvimento de uma nova √°rea de pesquisa no tratamento do c√Ęncer. Hoje o tratamento est√° mais sofisticado, mais espec√≠fico, mais individualizado. Assim como os indiv√≠duos portadores da doen√ßa n√£o s√£o iguais, o c√Ęncer tamb√©m n√£o √© igual nestes indiv√≠duos. Caminhamos para uma era na qual os tratamentos ser√£o individualizados, direcionados para aquele paciente espec√≠fico e para as altera√ß√Ķes moleculares espec√≠ficas daquele paciente. Uma nova jornada na guerra contra o c√Ęncer se iniciou.

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14/09/2020
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