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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Abuso e Depend√™ncia do √Ālcool

Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina
Associação Brasileira de Psiquiatria
Número: 122 / Publicado em 22/09/2010 - 16:58

Os problemas relacionados ao consumo do √°lcool s√≥ podem ser comparados √†queles causados pelo consumo do tabaco e pela pr√°tica de sexo sem prote√ß√£o. As complica√ß√Ķes relacionadas ao consumo de √°lcool n√£o est√£o necessariamente relacionadas ao uso cr√īnico. Intoxica√ß√Ķes agudas, al√©m de trazer riscos diretos √† sa√ļde, deixam os indiv√≠duos mais propensos a acidentes.

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Abordagem Geral do Usu√°rio de Subst√Ęncias com Potencial de Abuso.

Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina
Associação Brasileira de Psiquiatria
Número: 121 / Publicado em 22/09/2010 - 16:54

As condi√ß√Ķes mais encontradas na popula√ß√£o referentes ao abuso e depend√™ncia de subst√Ęncias qu√≠micas foram distribu√≠das entre os especialistas para elabora√ß√£o do texto inicial. A elabora√ß√£o destes textos foi fundamentada na experi√™ncia pessoal do especialista, nas recomenda√ß√Ķes de entidades internacionais, com reconhecido saber na √°rea, e na literatura cient√≠fica dispon√≠vel. Nove textos relacionados √† abordagem geral, √°lcool, nicotina, benzodiazep√≠nico, anfetamina, maconha, coca√≠na, opi√°ceo e solventes foram apresentados para avalia√ß√£o do grupo assessor. A diretriz foi finalizada ap√≥s a discuss√£o em grupo, com acr√©scimo e subtra√ß√£o de conte√ļdo e refer√™ncias cient√≠ficas da literatura.

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Abordagem das Parasitoses Intestinais mais Prevalentes na Inf√Ęncia.

Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina
Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade
Número: 119 / Publicado em 22/09/2010 - 11:58

As parasitoses intestinais s√£o muito frequentes na inf√Ęncia, principalmente em pr√©-escolares e escolares. S√£o consideradas problema de sa√ļde p√ļblica, principalmente em pa√≠ses chamados perif√©ricos, onde s√£o mais frequentes, com preval√™ncias totais, quando considerado o bloco de pa√≠ses mais pobres do mundo, estimadas de 26%, 17% e 15% para ascarid√≠ase, tricur√≠ase e ancilostom√≠ase,respectivamente.

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Urtic√°rias

Roberta F. J. Criado, Juliano C. Philippi, Roberta S. Franco , Jo√£o F. de Mello.
Rev. bras. alerg. imunopatol. ‚Äď Vol. 28, N¬ļ 6, 2005
Número: 118 / Publicado em 11/11/2014 - 09:10

Apesar da existência de vários estudos envolvendo a urticária a doença permanece como um desafio ao médico.

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IV Diretriz Brasileira sobre Dislipidemias e Prevenção de Aterosclerose.

Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Sociedade Brasileira de Cardiologia - 2007
Número: 117 / Publicado em 28/06/2011 - 14:48

Aterosclerose é um termo geral que designa várias doenças nas quais se verifica espessamento e perda de elasticidade da parede arterial.

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IV Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Tratamento do Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) com Supradesnível do Segmento ST.

Piegas LS, Feitosa G, Mattos LA, Nicolau JC, Rossi Neto JM, e cols.
Arq. Bras Cardiol 2009.
Número: 116 / Publicado em 28/06/2011 - 14:49

O infarto agudo do mioc√°rdio (IAM), conhecido popularmente como infarto do cora√ß√£o, enfarte ou ataque card√≠aco, √© uma doen√ßa que afeta milh√Ķes de pessoas em todo o mundo. Muitas delas morrem ou t√™m problemas cardiol√≥gicos permanentes por n√£o buscarem socorro m√©dico de forma r√°pida. Atualmente existem excelentes tratamentos para o infarto agudo do mioc√°rdio, que podem salvar vidas e prevenir incapacidades f√≠sicas. No entanto, o tratamento √© mais efetivo quando iniciado dentro da primeira hora de in√≠cio dos sintomas. Por isto, √© t√£o importante reconhecer um epis√≥dio de infarto.

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Diretrizes Brasileiras de Fibrilação Atrial (FA).

Zimerman LI, Fenelon G, Martinelli Filho M, Grupi C, Atié J, Lorga Filho A, e cols.
Arq Bras Cardiol 2009;92(6 supl.1):1-39
Número: 115 / Publicado em 28/06/2011 - 14:50

A Fibrilação Atrial (FA) é uma arritmia supraventricular em que ocorre uma completa desorganização na atividade elétrica atrial, fazendo com que os átrios percam sua capacidade de contração, não gerando sístole atrial.

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Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Angina Instável e Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) sem Supradesnível do Segmento ST.

Grupo de Estudos em Coronariopatias, Emergências e Terapia Intensiva
Sociedade Brasileira de Cardiologia - II Edição, 2007
Número: 114 / Publicado em 28/06/2011 - 14:49

O infarto agudo do mioc√°rdio (IAM), conhecido popularmente como infarto do cora√ß√£o, enfarte ou ataque card√≠aco, √© uma doen√ßa que afeta milh√Ķes de pessoas em todo o mundo. Muitas delas morrem ou t√™m problemas cardiol√≥gicos permanentes por n√£o buscarem socorro m√©dico de forma r√°pida. Atualmente existem excelentes tratamentos para o infarto agudo do mioc√°rdio, que podem salvar vidas e prevenir incapacidades f√≠sicas. No entanto, o tratamento √© mais efetivo quando iniciado dentro da primeira hora de in√≠cio dos sintomas. Por isto, √© t√£o importante reconhecer um epis√≥dio de infarto.

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V Diretrizes Brasileiras de Hipertens√£o Arterial (HAS).

Sociedade Brasileira de Cardiologia, Sociedade Brasileira de Hipertens√£o, Sociedade Brasileira de Nefrologia.
Sociedade Brasileira de Cardiologia - 2006
Número: 113 / Publicado em 28/06/2011 - 14:44

Os componentes da síndrome hipertensiva são muitas vezes fatores de risco cardiovascular independentes. Ao tratar a hipertensão devemos ter em mente os fatores de risco associados e o impacto do tratamento nestes fatores. Assim, apesar de um controle satisfatório da pressão arterial, outros fatores de risco potencialmente maiores podem se sobrepor, não melhorando a situação clínica do paciente, fazendo com que o tratamento atual da hipertensão arterial sistêmica não possa se resumir simplesmente à redução dos níveis pressóricos, mas do risco cardiovascular global.

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Diretrizes Brasileiras para o Diagn√≥stico, Tratamento e Preven√ß√£o da Febre Reum√°tica (FR) e a Cardiopatia Reum√°tica Cr√īnica (CRC).

Sociedade Brasileira de Cardiologia, Sociedade Brasileira de Pediatria e Sociedade Brasileira de Reumatologia
Sociedade Brasileira de Cardiologia - 2009.
Número: 112 / Publicado em 28/06/2011 - 14:45

A Febre Reum√°tica (FR) e a Cardiopatia Reum√°tica Cr√īnica (CRC) s√£o complica√ß√Ķes n√£o supurativas da faringoamigdalite causada pelo estreptococo beta-hemol√≠tico do grupo A (EBGA) e decorrem de resposta imune tardia a esta infec√ß√£o, em popula√ß√Ķes geneticamente predispostas.

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