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Antiinflamatórios Hormonais: Glicocorticóides

S√īnia Maria Alvarenga Anti, Rina Dalva Neubarth Giorgi, Wiliam Habib Chahade
einstein. 2008; 6 (Supl 1):S159-S65
Número: 221 / Publicado em 16/06/2012 - 21:33

Os glicocortic√≥ides s√£o drogas amplamente usadas em fun√ß√£o de seus efeitos imunossupressivos e antiinfamat√≥rios no tratamento de muitas doen√ßas reum√°ticas, al√©m de outras doen√ßas inflamat√≥rias. Contudo, seu uso √© muitas vezes limitado por numerosas rea√ß√Ķes adversas que provoca. No presente cap√≠tulo, s√£o abordados aspectos fisiol√≥gicos e farmacol√≥gicos, mecanismo de a√ß√£o dos glicocortic√≥ides, bem como suas formas de administra√ß√£o e, em especial, as indica√ß√Ķes para o uso de glicocorticoster√≥ides em doen√ßas reum√°ticas do idoso. As intera√ß√Ķes medicamentosas e os efeitos adversos s√£o discutidos.

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Antineopl√°sicos - Alcal√≥ides da Vinca: Um Estudo das Intera√ß√Ķes Medicamentosas dos Produtos Padronizados no Hospital Napole√£o Laureano

√Črika Ponchet Alves, Hariad Ribeiro Moraes da Silva, M√≠ria Rafaela Medeiros de Azevedo Andrade, Roseane Wanderley.
Centro de Ci√™ncias da Sa√ļde/ Departamento de Ci√™ncias Farmac√™uticas/ Extens√£o e Pesquisa
Número: 220 / Publicado em 16/06/2012 - 21:34

A quimioterapia consiste na administra√ß√£o de drogas qu√≠micas, quer seja via oral, venosa, intrarterial, cavit√°ria, intramuscular que atuam interferindo diretamente no ciclo celular, bloqueando uma sequ√™ncia metab√≥lica e com isto impedindo a divis√£o ou amadurecimento celular levando a c√©lula consequentemente a morte. A classe da antineopl√°sicos abordada neste projeto √© a dos alcal√≥ides da vinca (VIMBLASTINA, VINCRISTINA, VINORELBINA). Abordando suas intera√ß√Ķes medicamentosas, mecanismo de a√ß√£o, farmacocin√©tica.

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Surto Psicótico pela Possível Interação Medicamentosa de Sibutramina com Finasterida

Douglas Dogol Sucar, Everton Botelho Sougey e José Brandão Neto
Rev Bras Psiquiatr 2002;24(1):30-3
Número: 218 / Publicado em 16/06/2012 - 21:38

√Č descrito um caso de intera√ß√£o medicamentosa em um paciente de 30 anos, que fazia com sucesso um tratamento antiobesidade com sibutramina. Esse medicamento √© um saciog√™nico que inibe a recapta√ß√£o da serotonina e da noradrenalina. Logo ap√≥s a introdu√ß√£o da finasterida para tratamento da alop√©cia androg√™nica, o paciente passou a apresentar surto psic√≥tico.

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Utiliza√ß√£o de Medicamentos e Risco de Intera√ß√Ķes Medicamentosas em Idosos Atendidos pelo Programa de Aten√ß√£o ao Idoso da Uniju√≠

Bueno, C.S.; Oliveira, K.R.; Berlezi, E.M.; Eickhoff, H.M.; Dallepiane, L.B.; Girardon-Perlini, N.M.O.; Mafalda, A.
Rev Ciênc Farm Básica Apl., 2009;30(3):331-338
Número: 217 / Publicado em 16/06/2012 - 21:39

Idosos utilizam elevado n√ļmero de medicamentos, apresentando alto potencial para desenvolver intera√ß√Ķes medicamentosas. Objetivou-se verificar o perfil de utiliza√ß√£o de medicamentos e conhecer poss√≠veis intera√ß√Ķes medicamentosas em idosos acompanhados pelo Programa de Aten√ß√£o ao Idoso (PAI) da Uniju√≠. Os dados foram coletados em julho de 2009.

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Intera√ß√Ķes Medicamentosas: Analg√©sicos, Antiinflamat√≥rios e Antibi√≥ticos (Parte II)

Bergamaschi et al.
Rev. Cir. Traumatol. Buco-Maxilo-fac., Camaragibe v.7, n.2, p. 9 - 18, abr./jun. 2007
Número: 215 / Publicado em 16/06/2012 - 21:12

Os autores discutem se essas associa√ß√Ķes comprometem a efic√°cia dos medicamentos e em que situa√ß√Ķes essas intera√ß√Ķes devem ser evitadas. Recomenda√ß√Ķes e precau√ß√Ķes s√£o tamb√©m fornecidas com o objetivo de prevenir estas complica√ß√Ķes.

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Avalia√ß√£o de Intera√ß√Ķes Medicamentosas de Antidepressivos e Antipsic√≥ticos em Pacientes submetidos √† Farmacoterapia Antirretroviral.

Aline Alves Morera Sisca; √āngela Rodrigues Porto; Jaqueline Rocha B. dos Santos
ConScientiae Sa√ļde, 2009;8(2):345-351.
Número: 214 / Publicado em 16/06/2012 - 21:13

A depress√£o, assim como a psicose decorrente dessa condi√ß√£o, √© um fen√īmeno observado em pacientes HIV positivos que pode interferir na ades√£o ao tratamento antirretroviral. Uma vez identificado este problema, surge nova preocupa√ß√£o na administra√ß√£o de outro f√°rmaco, quer antidepressivo, quer antipsic√≥tico, ao esquema terap√™utico desses pacientes.

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Implementa√ß√£o de um Programa para evitar poss√≠veis Intera√ß√Ķes F√°rmaco-Alimento em Pacientes Adultos Internados em Unidades Cl√≠nicas e Cir√ļrgicas de um Hospital Universit√°rio

Magedanz, Lucas; Jacoby, Thalita; Silva, Daiandy da; Santos, Luciana dos; Martinbiancho, Jacqueline; Zuckermann, Joice
Rev. HCPA & Fac. Med. Univ. Fed. Rio Gd. do Sul;29(1): 29-32, maio 2009. ilus
Número: 213 / Publicado em 16/06/2012 - 21:14

A alta incid√™ncia de prescri√ß√Ķes contendo medicamentos poss√≠veis de interagir com os alimentos demonstra a necessidade de um sistema que disponibilize, sistematicamente, as orienta√ß√Ķes relacionadas √† correta administra√ß√£o dos medicamentos.

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Polifarm√°cia: Intera√ß√Ķes e Rea√ß√Ķes Adversas no Uso de Medicamentos por Idosos (RAM).

Silvia Regina Secoli.
Rev Bras Enferm, Brasília 2010 jan-fev; 63(1): 136-40.
Número: 212 / Publicado em 16/06/2012 - 21:16

O artigo tem por objetivo refletir sobre a polifarm√°cia em idosos com √™nfase nas rea√ß√Ķes adversas e nas intera√ß√Ķes medicamentosas. A vulnerabilidade dos idosos aos problemas decorrentes do uso de medicamentos √© bastante alta, o que se deve a complexidade dos problemas cl√≠nicos, √† necessidade de m√ļltiplos agentes terap√™uticos e √†s altera√ß√Ķes farmacocin√©ticas e farmacodin√Ęmicas inerentes ao envelhecimento. Deste modo, racionalizar o uso de medicamentos e evitar os agravos advindos da polifarm√°cia ser√£o, sem d√ļvida, um dos grandes desafios da sa√ļde p√ļblica desse s√©culo.

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Medicamentos Anti-Retrovirais e Drogas Recreativas: Intera√ß√Ķes Medicamentosas.

Marcia Rachid e Mauro Schechter
Secretaria de Sa√ļde do Estado do Rio de Janeiro
Número: 211 / Publicado em 16/06/2012 - 21:20

Com o advento da terapia anti-retroviral potente, houve redu√ß√£o da mortalidade e da morbidade associadas √† infec√ß√£o pelo HIV. Devido ao maior tempo de vida tamb√©m se tornou maior a probabilidade do uso concomitante de outras drogas, incluindo as chamadas ‚Äúrecreativas‚ÄĚ, que nunca foram abandonadas ou que voltaram a fazer parte das atividades daqueles que deixaram de se sentir sob risco iminente de morte.

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Rea√ß√Ķes Adversas a Medicamentos (RAM).

José Gilberto Pereira.
Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos/MS - FTN.
Número: 209 / Publicado em 16/06/2012 - 21:22

A Organiza√ß√£o Mundial da Sa√ļde (OMS) define rea√ß√£o adversa a medicamento (RAM) como sendo ‚Äúqualquer resposta prejudicial ou indesej√°vel e n√£o intencional que ocorre com medicamentos em doses normalmente utilizadas no homem para profilaxia, diagn√≥stico, tratamento de doen√ßa ou para modifica√ß√£o de fun√ß√Ķes fisiol√≥gicas‚ÄĚ. N√£o s√£o consideradas rea√ß√Ķes adversas os efeitos que ocorrem ap√≥s o uso acidental ou intencional de doses maiores que as habituais (toxicidade absoluta).

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