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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Avalia√ß√£o do Conhecimento Sobre Intera√ß√Ķes Medicamentosas entre os M√©dicos Residentes de um Hospital Universit√°rio do Sistema √önico de Sa√ļde Brasileiro.

Marcelo Cosendey, Cleni Veroneze, Priscila Oliveira, Rafaela Espindola
Hospital da Clínica - UFPR - 2007
Número: 208 / Publicado em 16/06/2012 - 21:23

Considerando os resultados alcan√ßados nessa pesquisa, ficaram claras algumas situa√ß√Ķes problem√°ticas que provavelmente impactam de forma significativa sobre a morbi-mortalidade e os custos hospitalares. A primeira delas se refere √† inseguran√ßa e ao conhecimento insuficiente por parte dos m√©dicos rec√©m formados ao prescreverem medicamentos rotineiramente usados na pr√°tica cl√≠nica hospitalar. Esse fato provavelmente est√° diretamente relacionado √† pequena relev√Ęncia da disciplina de farmacologia b√°sica na grade curricular - tanto que alguns residentes nem lembravam sua dura√ß√£o ‚Äď bem como √† inexist√™ncia da disciplina de farmacologia cl√≠nica e terap√™utica na gradua√ß√£o m√©dica.

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Intera√ß√Ķes Medicamentosas: Fatores Relacionados ao Paciente.

Gilson Cesar Nobre Franco, Karina Cogo, Michelle Franz Montan, Cristiane de C√°ssia Bergamaschi, Francisco Carlos Groppo, Maria Cristina Volpato, Eduardo Dias de Andrade, Pedro Luiz Rosalen
Rev. Cir. Traumatol. Buco-Maxilo-fac., Camaragibe v. 7, n. 1, p. 17 - 28, jan./mar. 2007
Número: 207 / Publicado em 16/06/2012 - 21:24

Este trabalho busca identificar poss√≠veis intera√ß√Ķes medicamentosas que s√£o relevantes para a terap√™utica medicamentosa adotada na pr√°tica odontol√≥gica. As intera√ß√Ķes decorrentes de fatores individuais patologias, idade, obesidade, etc) e da associa√ß√£o de dois ou mais medicamentos (medicamento-medicamento) ser√£o revisadas e discutidas em uma s√©rie de tr√™s artigos. O primeiro avaliar√° os principais fatores relacionados ao indiv√≠duo, dentre eles, fatores, como altera√ß√Ķes nos n√≠veis de prote√≠nas plasm√°ticas, problemas renais, problemas hep√°ticos, idade e obesidade. As intera√ß√Ķes do tipo medicamento-medicamento para os f√°rmacos antiinflamat√≥rios/antibi√≥ticos e ansiol√≠ticos/anest√©sicos locais ser√£o abordadas no segundo e no terceiro artigo, respectivamente.

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Fatores Associados √†s Intera√ß√Ķes Medicamentosas Potenciais e aos Eventos Adversos a Medicamentos em uma Unidade de Terapia Intensiva.

Adriano Max Moreira Reis
Tese de Doutorado - 2009 - Escola de Enfermagem de Ribeir√£o Preto da Universidade de S√£o Paulo
Número: 206 / Publicado em 16/06/2012 - 20:54

A farmacoterapia complexa com m√ļltiplos medicamentos aumenta a probabilidade de intera√ß√Ķes medicamentosas (IM) e eventos adversos a medicamentos (EAM) em pacientes de unidade de terapia intensiva (UTI).

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas - Doença de Parkinson

Secretaria de Aten√ß√£o √† Sa√ļde
Minist√©rio da Sa√ļde
Número: 205 / Publicado em 16/06/2012 - 20:56

A doen√ßa de Parkinson (DP), descrita por James Parkinson em 1817, √© uma das doen√ßas neurol√≥gicas mais comuns e intrigantes dos dias de hoje. √Č uma doen√ßa de distribui√ß√£o universal e atinge todos os grupos √©tnicos e classes s√≥cio-econ√īmicas. Estima-se uma preval√™ncia de 100 a 200 casos por 100.000 habitantes. Sua incid√™ncia e preval√™ncia aumentam com a idade. Do ponto de vista patol√≥gico, a DP √© uma doen√ßa degenerativa cujas altera√ß√Ķes motoras decorrem principalmente da morte de neur√īnios dopamin√©rgicos da subst√Ęncia nigra que apresentam inclus√Ķes intracitoplasm√°ticas conhecidas como corp√ļsculos de Lewy.

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Protocolo Cl√≠nico e Diretrizes Terap√™uticas - Aplasia Pura Adquirida Cr√īnica da S√©rie Vermelha.

Secretaria de Aten√ß√£o √† Sa√ļde
Minist√©rio da Sa√ļde
Número: 204 / Publicado em 16/06/2012 - 20:57

A aplasia pura adquirida cr√īnica da s√©rie vermelha (APASV) √© uma s√≠ndrome cl√≠nica rara, caracterizada por anemia grave, hipoproliferativa (caracterizada por reticulocitopenia importante) e marcada diminui√ß√£o ou at√© inexist√™ncia de eritroblastos em medula √≥ssea apresentando presen√ßa normal de precursores das outras s√©ries celulares. A APASV pode ocorrer como doen√ßa prim√°ria (tamb√©m chamada de idiop√°tica) ou secund√°ria a diversas outras doen√ßas. Dentre as causas secund√°rias destacam-se as doen√ßas auto-imunes, neoplasias, linfoprolifera√ß√Ķes, infec√ß√Ķes virais, ap√≥s transplante de c√©lulas tronco hematopo√©ticas alog√™nico ABO-incompat√≠vel e uso de medicamentos.

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Protocolo Cl√≠nico e Diretrizes Terap√™uticas - Anemia na Insufici√™ncia Renal Cr√īnica - Reposi√ß√£o de Ferro.

Secretaria de Aten√ß√£o √† Sa√ļde
Minist√©rio da Sa√ļde
Número: 203 / Publicado em 16/06/2012 - 20:59

A anemia √© uma complica√ß√£o freq√ľente e importante da insufici√™ncia renal cr√īnica, associando-se com aumento de morbidade e mortalidade.

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Protocolo Cl√≠nico e Diretrizes Terap√™uticas - Hiperfosfatemia na Insufici√™ncia Renal Cr√īnica

Secretaria de Aten√ß√£o √† Sa√ļde
Minist√©rio da Sa√ļde
Número: 202 / Publicado em 16/06/2012 - 21:00

A concentra√ß√£o plasm√°tica de fosfato, que geralmente permanece normal nos est√°gios iniciais da insufici√™ncia renal cr√īnica (IRC), aumenta progressivamente nos est√°gios mais avan√ßados da doen√ßa. Na fase inicial, h√° adapta√ß√£o renal caracterizada por diminui√ß√£o na reabsor√ß√£o renal tubular de f√≥sforo, causando assim aumento na fosfat√ļria nos n√©frons remanescentes. Esse processo √© basicamente mantido por aumento nos n√≠veis de horm√īnio da paratire√≥ide (PTH). √Ä medida que a taxa de filtra√ß√£o glomerular cai abaixo de aproximadamente 25ml/minuto, esse mecanismo compensat√≥rio n√£o √© mais suficiente para manter os n√≠veis de fosfato dentro da normalidade, surgindo ent√£o a hiperfosfatemia.

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Protocolo Cl√≠nico e Diretrizes Terap√™uticas - Fibrose Cistica - Manifesta√ß√Ķes Pulmonares

Secretaria de Aten√ß√£o √† Sa√ļde
Minist√©rio da Sa√ļde
Número: 201 / Publicado em 16/06/2012 - 21:03

A fibrose c√≠stica, tamb√©m chamada de mucoviscidose, √© uma doen√ßa gen√©tica autoss√īmica recessiva. Embora predomine na popula√ß√£o caucasiana, com incid√™ncia de 1:3.000 nascidos vivos, pode estar presente em todos os grupos √©tnicos. No Brasil a incid√™ncia ainda √© ignorada, contudo estudos regionais mostram dados estat√≠sticos vari√°veis que sugerem uma incid√™ncia em torno de 1:7.000 no pa√≠s como um todo. A vida m√©dia dos pacientes com fibrose c√≠stica tem aumentado nos √ļltimos anos, alcan√ßando a terceira d√©cada, resultado do diagn√≥stico precoce e do tratamento especializado institu√≠do nas fases iniciais da doen√ßa.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas - Síndrome de Turner

Secretaria de Aten√ß√£o √† Sa√ļde
Minist√©rio da Sa√ļde
Número: 200 / Publicado em 16/06/2012 - 21:03

A S√≠ndrome de Turner √© a anormalidade dos cromossomos sexuais mais comum nas mulheres, ocorrendo em 1 a cada 1500 - 2500 crian√ßas do sexo feminino nascidas vivas. A constitui√ß√£o cromoss√īmica pode ser aus√™ncia de um cromossomo X (cari√≥tipo 45,X), mosaicismo cromoss√īmico (cari√≥tipo 45,X/46,XX), al√©m de outras anomalias estruturais do cromossomo X.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas - Anemia Aplástica, Mielodisplasia e Neutropenias Constitucionais. Uso de Fatores Estimulantes de Crescimento.

Secretaria de Aten√ß√£o √† Sa√ļde
Minist√©rio da Sa√ļde
Número: 199 / Publicado em 16/06/2012 - 21:04

Os fatores de crescimento da linhagem mielóide (G-CSFfilgrastim/lenograstim e o GM-CSF - molgramostim/sargramostim) fazem parte da família de citocinas reguladoras da proliferação, diferenciação e ativação funcional das células hematopoiéticas mielóides (progenitoras e maduras).

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