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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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III Diretriz Brasileira de Insufici√™ncia Card√≠aca Cr√īnica (ICC).

Bocchi EA, Marcondes-Braga FG, Ayub-Ferreira SM, Rohde LE, Oliveira WA, Almeida DR, e cols
Arq Bras Cardiol 2009; 93 (1 supl.1): 1-71
Número: 111 / Publicado em 28/06/2011 - 14:46

A insuficiência cardíaca (IC) é a via final comum da maioria das doenças que acometem o coração, sendo um problema epidêmico em progressão.

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Protocolo para Tratamento da Cefaléia Aguda em Unidades de Emergência.

Marcelo E. Bigal; Carlos A. Bordini et José G. Speciali.
Medicina, Ribeir√£o Preto,32: 486-491 out./dez. 1999.
Número: 108 / Publicado em 28/06/2011 - 14:47

Cefal√©ia √© dos sintomas mais comuns na pr√°tica cl√≠nica, respons√°vel por cerca de 9% dos atendimentos em unidades prim√°rias de sa√ļde e por 1% a 3% dos atendimentos em unidades de emerg√™ncia, acarretando, portanto, consider√°vel impacto econ√īmico sobre o servi√ßo p√ļblico de sa√ļde.

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Protocolo Cl√≠nico e Diretrizes Terap√™uticas para o Tratamento da Hepatite Viral Cr√īnica B e Coinfec√ß√Ķes

Secretaria de Vigil√Ęncia em Sa√ļde Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais - Programa Nacional para a Preven√ß√£o e o Controle das Hepatites Virais.
Minist√©rio da Sa√ļde - 2009
Número: 107 / Publicado em 18/09/2010 - 22:20

Esta publica√ß√£o apresenta o novo Protocolo Cl√≠nico e Diretrizes Terap√™uticas para o Tratamento da Hepatite Viral Cr√īnica B e Coinfec√ß√Ķes e, tamb√©m, como anexo, o Protocolo Cl√≠nico e as Diretrizes Terap√™uticas para o Tratamento da Hepatite Viral Cr√īnica C.

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Protocolo de Procedimentos para Influenza A (H1N1)

Secretaria de Vigil√Ęncia em Sa√ļde - Gabinete Permanente de Emerg√™ncias de Sa√ļde P√ļblica
Minist√©rio da Sa√ļde - 06.05.2009
Número: 106 / Publicado em 18/09/2010 - 22:15

Diante da Emerg√™ncia de Sa√ļde P√ļblica de Import√Ęncia Internacional e com base nas informa√ß√Ķes disponibilizadas pela Organiza√ß√£o Mundial da Sa√ļde (OMS), o Minist√©rio da Sa√ļde produziu este protocolo com o objetivo de padronizar as a√ß√Ķes frente a identifica√ß√£o de casos sob investiga√ß√£o de infec√ß√£o humana pela Influenza A(H1N1), visando adotar medidas oportunas para manejo dos pacientes e evitar ou reduzir ao m√°ximo a possibilidade de transmiss√£o do v√≠rus Influenza A(H1N1) nos servi√ßos de sa√ļde.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas - Acne - Isotretinoína

Sandro Cadaval Gonçalves, Paulo D. Picon e Karine Medeiros Amaral
OPAS - Portaria SAS/MS n¬ļ 389, de 19 de setembro de 2001.
Número: 105 / Publicado em 18/09/2010 - 22:05

A acne vulgar ou juvenil √© uma das dermatoses mais freq√ľentes. Seu tratamento justifica-se pela possibilidade de evitar tanto les√Ķes cut√Ęneas permanentes quanto o aparecimento ou agravamento de transtornos psicol√≥gicos, oriundos do abalo √† auto-estima ocasionado pelas les√Ķes, que freq√ľentemente acometem face e tronco.

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Protocolo para Assistência ao Pré-Natal e Puerpério.

Programa de Aten√ß√£o Integral √† Sa√ļde da Mulher.
Secretaria Municipal de Sa√ļde - Prefeitura de Ribeir√£o Preto - S√£o Paulo - 2009
Número: 104 / Publicado em 18/09/2010 - 21:54

Assist√™ncia pre-natal e puerperal de qualidade e humanizada √© fundamental para a sa√ļde materna e neonatal.

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Protocolo de Condutas em Síndromes Hipertensivas na Gravidez.

CODEPPS - SMS - √Ārea T√©cnica de Sa√ļde da Mulher
Prefeitura do Munic√≠pio de S√£o Paulo - Secretaria Municipal da Sa√ļde - CODEPPS - SMS
Número: 103 / Publicado em 18/09/2010 - 21:44

As S√≠ndromes hipertensivas na gravidez (Pr√©-ecl√Ęmpsia, Ecl√Ęmpsia, Hipertens√£o Arterial Cr√īnica e Hipertens√£o Gestacional), s√£o respons√°veis por ¬ľ das mortes maternas ocorridas no munic√≠pio de S√£o Paulo, segundo dados do Comit√™ Municipal de Mortalidade Materna (per√≠odo de 2.004 a 2.006).Uma das estrat√©gias adotadas pela √Ārea T√©cnica de Sa√ļde da Mulher em conjunto com a Rede de Prote√ß√£o √† M√£e Paulistana para o enfrentamento da alta taxa de mortalidade materna no munic√≠pio foi a ado√ß√£o de um protocolo propondo medidas para o rastreamento, o diagn√≥stico precoce e o tratamento e seguimento das S√≠ndromes Hipertensivas na gesta√ß√£o e em particular da Pr√©-Ecl√Ęmpsia.

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Protocolo de Prevenção de Trombose Venosa Profunda em Cirurgia Plástica.

Jaime Anger, Antonio Cl√°udio Amaral Baruzzi, Elias Knobel
Revista Brasileira de Cirurgia Pl√°stica, Vol. 18 n¬ļ 1 - Jan/Fev/Mar de 2003
Número: 102 / Publicado em 18/09/2010 - 21:31

A ocorr√™ncia de trombose venosa profunda tem sido cada vez mais discutida na cirurgia pl√°stica. Embora os seus √≠ndices sejam pequenos, a repercuss√£o de suas complica√ß√Ķes √© importante. Ap√≥s rever a literatura, os autores constataram n√£o haver um protocolo espec√≠fico para esta especialidade que possa servir de base de avalia√ß√£o e conduta. Os autores prop√Ķem um protocolo espec√≠fico com fatores de risco avaliados em sistema de pontos que, uma vez somados, conferem o grau de risco, que pode ser pequeno, m√©dio e alto. Para cada n√≠vel de risco s√£o sugeridas medidas de preven√ß√£o farmacol√≥gicas e n√£o farmacol√≥gicas. Os autores concluem que este protocolo √© de f√°cil execu√ß√£o na rotina cl√≠nica, pode ser copiado e repetido e, tamb√©m, servir de par√Ęmetro de avalia√ß√£o para futuras pesquisas.

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Rea√ß√Ķes Cut√Ęneas Graves Adversas a Drogas - Aspectos Relevantes ao Diagn√≥stico e aoTratamento - Parte I - Anafilaxia e Rea√ß√Ķes Anafilact√≥ides, Eritrodermias e o Espectro Cl√≠nico da S√≠ndrome de Stevens-Johnson e Necr√≥lise Epid

Criado, Criado, Vasconcellos, Ramos et Gonçalves
An Bras Dermatol, Rio de Janeiro, 79(4):471-488, jul./ago. 2004.
Número: 100 / Publicado em 16/06/2012 - 18:07

As rea√ß√Ķes cut√Ęneas graves adversas a droga (RCGAD) s√£o as que geralmente necessitam de interna√ß√£o hospitalar, por vezes em unidade de terapia intensiva ou de queimados, com observa√ß√£o minuciosa dos sinais vitais e da fun√ß√£o de √≥rg√£os internos. O objetivo √© descrever essas rea√ß√Ķes, facilitando seu reconhecimento e tratamento. Fazem parte desse grupo a anafilaxia, a s√≠ndrome de Stevens-Johnson (SSJ), a necr√≥lise epid√©rmica t√≥xica (NET) e, dependendo do envolvimento sist√™mico, as eritrodermias. Neste artigo, s√£o abordados as caracter√≠sticas cl√≠nicas e o tratamento de algumas rea√ß√Ķes adversas a droga: anafilaxia, as eritrodermias, a s√≠ndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e a necr√≥lise epid√©rmica t√≥xica (NET).

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Protocolo de Febre sem Sinais Localizatórios em Crianças até 3 anos

Hospital Israelita Albert Einstein - S√£o Paulo
Vers√£o Eletr√īnica atualizada - Dezembro de 2005
Número: 99 / Publicado em 26/09/2010 - 10:08

A inten√ß√£o deste protocolo √© de encorajar a uniformiza√ß√£o de alguns servi√ßos de sa√ļde prestados. Embora pretenda melhorar a efic√°cia e a qualidade dos servi√ßos, n√£o √© uma garantia absoluta sobre os resultados.

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14/09/2020
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