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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Protocolo Cl√≠nico de Sa√ļde da Crian√ßa.

Secretaria Municipal da Sa√ļde.
Prefeitura Municipal de Londrina - 2006.
Número: 977 / Publicado em 23/06/2012 - 22:13

Uma crian√ßa para crescer saud√°vel e preparada para enfrentar todas as transforma√ß√Ķes que ocorrem em seu organismo durante a inf√Ęncia deve receber determinados cuidados, no sentido de promover seu bem estar f√≠sico e prevenir problemas que possam interferir em seu desenvolvimento neuropsicomotor.

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Protocolo para Abordagem da Crise de Asma na Criança.

Antonio Carlos Pastorino.
Hospital Sirio Libanes - Agosto 2002.
Número: 976 / Publicado em 23/06/2012 - 22:15

Protocolo de avalia√ß√£o cl√≠nica r√°pida e dirigida da crise de asma na inf√Ęncia.

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Protocolo de Atendimento à Hipertermia Maligna.

Unidade de Anestesia.
Hospital Israelita Albert Einstein - 2009.
Número: 975 / Publicado em 23/06/2012 - 22:15

S√≠ndrome de origem f√°rmaco-gen√©tica, autoss√īmica dominante, manifestada quando o seu portador √© submetido a um ou mais fatores desencadeantes durante uma anestesia geral. H√° um hipermetabolismo da c√©lula muscular esquel√©tica que pode levar a sua destrui√ß√£o. H√° grande consumo de energia, aumento de produ√ß√£o de CO2 e r√°pida eleva√ß√£o da temperatura, com conseq√ľ√™ncias bioqu√≠micas e hematol√≥gicas, que podem evoluir para choque irrevers√≠vel e colapso cardiovascular.

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Protocolo de Cirurgia Pedi√°trica.

José Luiz Martins.
Cirurgia Pedi√°trica do Hospital Santa Marcelina.
Número: 974 / Publicado em 23/06/2012 - 22:19

Afec√ß√Ķes Cir√ļrgicas abordadas: Fimose, H√©rnia Umbilical, H√©rnia Inguinal, H√©rnia Inguinal Encarcerada, H√©rnia Incisional, Cisto de Cord√£o, Hidrocele, Hidrocele Comunicante, Distopias Testiculares (Criptorquidia), Tor√ß√£o de Test√≠culo, Tor√ß√£o da Hid√°tide de Morgagni, Orquite e Orqui-Epididimite, Linfadenites Persistentes, Cisto Tireoglosso, Restos, F√≠stulas e Cistos Branquiais, Freio Lingual ou Anquiloglossia, Freio do L√°bio Superior, Hemangiomas e Malforma√ß√Ķes Vasculares, L√°bio Leporino e Fissura Palatina, Constipa√ß√£o Intestinal, P√≥lipos Retais, Prolapso de Reto, F√≠stulas Perianais, Fissuras Perianais, Hiposp√°dia, Episp√°dias com Extrofia Vesical, Infec√ß√Ķes Urin√°rias de Repeti√ß√£o nos dois Sexos, Tumores Abdominais e de quaisquer outras regi√Ķes.

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Protocolo de Atendimento Odontol√≥gico a Pacientes Oncol√≥gicos Pedi√°tricos ‚Äď Revis√£o da Literatura.

Albuquerque et al.
Revista de Odontologia da UNESP. 2007; 36(3): 275-280
Número: 973 / Publicado em 23/06/2012 - 22:20

Os pacientes oncol√≥gicos pedi√°tricos devem ser examinados pelo cirurgi√£o-dentista t√£o logo tenham sua doen√ßa diagnosticada, e o tratamento odontol√≥gico deve ser iniciado preferencialmente antes do tratamento oncol√≥gico. O tratamento deve contemplar todas as especialidades odontol√≥gicas levando em considera√ß√£o a condi√ß√£o cl√≠nica do paciente. Este trabalho tem como objetivo, por meio de revis√£o de literatura, discutir o protocolo de atendimento odontol√≥gico a pacientes oncol√≥gicos pedi√°tricos. √Č dada √™nfase √†s medidas preventivas e/ou curativas de adequa√ß√£o do meio bucal no intuito de evitar complica√ß√Ķes decorrentes desse tipo de tratamento e ao tratamento das complica√ß√Ķes orais decorrentes da terapia antineopl√°sica, bem como das complica√ß√Ķes decorrentes da condi√ß√£o sist√™mica desses pacientes durante e ap√≥s tal tratamento.

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Dengue: Diagnóstico e Manejo Clínico - Adultos e Crianças.

Série A. Normas e Manuais Técnicos - 2007.
Secretaria de Vigil√Ęncia em Sa√ļde - Minist√©rio da Sa√ļde. Bras√≠lia - DF.
Número: 972 / Publicado em 23/06/2012 - 22:21

A infec√ß√£o pelo v√≠rus da dengue causa uma doen√ßa de amplo espectro cl√≠nico, incluindo desde formas inaparentes at√© quadros graves, podendo evoluir para o √≥bito. Entre estes, destaca-se a ocorr√™ncia de hepatite, insufici√™ncia hep√°tica, manifesta√ß√Ķes do sistema nervoso, miocardite, hemorragias graves e choque. Na dengue, a primeira manifesta√ß√£o √© a febre, geralmente alta (39¬ļC a 40¬ļC) de in√≠cio abrupto, associada √† cefal√©ia, adinamia, mialgias, artralgias, dor retroorbit√°ria, com presen√ßa ou n√£o de exantema e/ou prurido. Anorexia, n√°useas, v√īmitos e diarr√©ia podem ser observados por 2 a 6 dias.

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Medidas para Identifica√ß√£o, Preven√ß√£o e Controle de Infec√ß√Ķes Relacionadas √† Assist√™ncia √† Sa√ļde por Microrganismos Multirresistentes.

Unidade de Investiga√ß√£o e Preven√ß√£o das Infec√ß√Ķes e dos Eventos Adversos - Ger√™ncia Geral de Tecnologia em Servi√ßos de Sa√ļde.
Ag√™ncia Nacional de Vigil√Ęncia Sanit√°ria - 25 de outubro de 2010.
Número: 969 / Publicado em 23/06/2012 - 22:25

Microrganismos multirresistentes são microrganismos resistentes a diferentes classes de antimicrobianos testados em exames microbiológicos. Alguns pesquisadores também definem microrganismos pan-resistentes, como aqueles com resistência comprovada in vitro a todos os antimicrobianos testados em exame microbiológico.

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Princípios para Uso Racional de Antimicrobianos.

Leila Beltrami Moreira.
Revista AMRIGS, Porto Alegre, 48 (2): 118-120, abr.-jun. 2004.
Número: 968 / Publicado em 23/06/2012 - 22:26

O uso excessivo de antimicrobianos, de forma indiscriminada, em seres humanos e animais √©, o principal fator para emerg√™ncia de resist√™ncia. Erros comuns s√£o profilaxia e uso emp√≠rico inadequados, indica√ß√£o de antimicrobianos para febre de causa n√£o definida, infec√ß√Ķes virais e abscessos. Infec√ß√Ķes de vias a√©reas superiores s√£o a causa mais comum de abuso de antibi√≥ticos.

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Antibioticoterapia Profil√°tica em Cirurgias Periodontais.

Fl√°vio Roberto Guerra Seabra, B√°rbara Gomes de Melo Seabra, Eduardo Gomes Seabra.
Odontologia. Clín.-Científ., Recife, 3 (1): 11 -16, jan/abr., 2004
Número: 966 / Publicado em 23/06/2012 - 22:28

Apesar de não ser objetivo deste trabalho discutir sobre a profilaxia para a endocardite infecciosa, a abordagem sobre os regimes profiláticos contra a endocardite publicados por órgãos oficiais demonstra a tendência moderna de se reduzir ao máximo a dose total de antibiótico administrada e, principalmente, o tempo de administração.

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Protocolos de Utilização de Antimicrobianos.

Eveline Santana Gir√£o, Jo√£o Evangelista de Holanda Neto, Jorge Luiz Nobre Rodrigues, Olga Vale Oliveira Machado.
Hospital Universitário Walter Cantídio - Universidade Federal do Ceará - 2009.
Número: 964 / Publicado em 23/06/2012 - 22:33

A adoção de práticas profissionais baseadas em protocolos e evidências clínicas, a boa qualidade da comunicação entre os profissionais que prestam assistência ao paciente, a abertura para aprender a partir das falhas ocorridas e a compreensão de que devemos tornar a assistência hospitalar brasileira mais segura, nos torna atuantes no processo que conduz à maior segurança do paciente.

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14/09/2020
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