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Mesoterapia: uma Revis√£o Bibliogr√°fica

Herreros FOC, Moraes AM, Velho PENF
An Bras Dermatol. 2011;86(1):96-101.
Número: 2681 / Publicado em 19/01/2013 - 14:14

A intradermoterapia √© um procedimento m√©dico introduzido por Pistor, em 1958, e consiste na aplica√ß√£o, diretamente na regi√£o a ser tratada, de inje√ß√Ķes intrad√©rmicas de subst√Ęncias farmacol√≥gicas muito dilu√≠das. Esse m√©todo √© capaz de estimular o tecido que recebe os medicamentos tanto pela a√ß√£o da punctura quanto pela a√ß√£o dos f√°rmacos, e apregoa-se que sua vantagem √© evitar o uso de medica√ß√£o sist√™mica. H√° relatos da utiliza√ß√£o da intradermoterapia para tratamento de doen√ßas dolorosas, dermatoses e condi√ß√Ķes consideradas inest√©ticas. Atualmente, cl√≠nicas m√©dicas oferecem esse tratamento, utilizando, por√©m, o nome mais popular para essa pr√°tica, mesoterapia.

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S√≠ndrome P√≥s-Poliomielite - Orienta√ß√Ķes para Profissionais de Sa√ļde

Acary Souza Bulle Oliveira e Abrah√£o Augusto Juviniano Quadros
Secretaria de Estado da Sa√ļde de S√£o Paulo - 2008.
Número: 2680 / Publicado em 12/01/2013 - 15:44

A s√≠ndrome p√≥s-poliomielite (SPP) √© um transtorno neurol√≥gico, dentro do cap√≠tulo dos efeitos tardios da poliomielite, caracterizados por nova fraqueza muscular e/ou fadiga muscular anormal em indiv√≠duos que tiveram poliomielite aguda, muitos anos antes. A SPP encontra-se na categoria das doen√ßas do neur√īnio motor (neuroniopatia motora) em virtude dos quadros cl√≠nico e histol√≥gico estarem intimamente relacionados com disfun√ß√£o dos neur√īnios motores inferiores.

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Cientistas Comprovam Efeitos Ben√©ficos da Cerveja sem √Ālcool em Maratonistas

CISA - Centro de Informa√ß√Ķes sobre Sa√ļde e √Ālcool
http://www.cisa.org.br/novo_home.php
Número: 2678 / Publicado em 11/01/2013 - 17:56

Polifenóis presentes nos componentes não alcoólicos da cerveja reduzem os processos inflamatórios causados pelo exercício intenso de longa duração.

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Doença Celíaca e Infertilidade

Piazza MJ, Urbanetz AA, Carvalho NS, Peixoto APL
FEMINA Novembro 2011 vol 39 n¬ļ 11
Número: 2677 / Publicado em 01/01/2013 - 22:22

Doen√ßa cel√≠aca ou enteropatia por sensibilidade ao gl√ļten √© uma doen√ßa cr√īnica condicionada pelo desenvolvimento de uma hipersensibilidade ao gl√ļten. √Č associada a uma ampla gama de manifesta√ß√Ķes cl√≠nicas existindo, simultaneamente, m√° digest√£o e um d√©ficit na absor√ß√£o de muitos nutrientes e vitaminas. Diversos estudos t√™m mostrado, tamb√©m, uma maior preval√™ncia desta com quadros de infertilidade, aparentemente sem uma causa definida. Este √© o motivo da presente revis√£o.

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Indica√ß√Ķes do Parto a F√≥rceps

Cunha AA
FEMINA Dezembro 2011 vol 39 n¬ļ 12
Número: 2676 / Publicado em 01/01/2013 - 22:19

A solu√ß√£o do parto no per√≠odo expulsivo √© um desafio, ainda nos dias de hoje. Apesar de ser praticado em cerca de 10% dos partos no mundo ocidental, h√° discuss√Ķes sobre as indica√ß√Ķes do parto vaginal operat√≥rio, a escolha do instrumento e sua aplica√ß√£o sequenciada. Foi feita revis√£o da literatura, que se mostrou pobre em ensaios cl√≠nicos.

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Cardiopatias e Gravidez

Lage EM, Barbosa AS
FEMINA Janeiro/Fevereiro 2012 vol 40 n¬ļ 1
Número: 2675 / Publicado em 01/01/2013 - 22:16

As cardiopatias complicam de 0,2 a 4,0% as gesta√ß√Ķes nos pa√≠ses ocidentais. Apesar de o resultado materno-fetal ser favor√°vel na maioria dos casos, pacientes cardiopatas devem receber aconselhamento pr√©-concepcional adequado. Nessas pacientes, h√° risco aumentado para insufici√™ncia card√≠aca congestiva e arritmias card√≠acas durante a gravidez, o parto e o puerp√©rio. As cardiopatias cong√™nitas e reum√°ticas s√£o as principais etiologias nesses casos. O pr√©-natal deve ser realizado em servi√ßos terci√°rios com equipes multidisciplinares, familiarizadas com gesta√ß√£o de alto risco. Neste artigo, revisou-se a literatura sobre cardiopatias na gravidez, enfatizando o aconselhamento pr√©-concepcional e o manejo pr√©-natal.

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Anorexia Nervosa: Revisão Baseada em Evidências

Fonseca AM, Bagnoli VR, Arie WMY, Neves EM, Baracat EC
FEMINA Maio/Junho 2012 vol 40 n¬ļ 3
Número: 2674 / Publicado em 01/01/2013 - 22:10

Este trabalho de revis√£o baseada em evid√™ncias foi idealizado para analisar aspectos relevantes de pacientes com anorexia nervosa, pois esta afeta grande n√ļmero de mulheres, principalmente na Adolesc√™ncia, antes dos 25 anos, causando v√°rios dist√ļrbios cl√≠nicos. O objetivo foi avaliar, de acordo com a literatura, por meio de metodologia adequada, o quadro cl√≠nico mais caracter√≠stico, como fazer o diagn√≥stico e a melhor abordagem de tratamento.

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Novos Conceitos e Revis√£o Atualizada sobre Sarcomas Uterinos

Schunemann Jr E, Dória MT, Souza RT, Spautz CC
FEMINA Maio/Junho 2012 vol 40 n¬ļ 3
Número: 2673 / Publicado em 01/01/2013 - 22:07

Realizou-se uma revis√£o sistem√°tica das publica√ß√Ķes dos √ļltimos dez anos sobre os sarcomas uterinos. Este artigo traz novos conceitos, como a mudan√ßa do carcinossarcoma para carcinoma metapl√°sico. Evidencia-se a necessidade de individualizar o tratamento dos sarcomas, pois existem muitas diferen√ßas de comportamento cl√≠nico, padr√£o metast√°tico e progn√≥stico entre os diferentes tipos histol√≥gicos. Tamb√©m foram enfocadas as controv√©rsias existentes quanto a extens√£o cir√ļrgica, a necessidade de ooforectomia e de esvaziamento ganglionar e o papel da adjuv√Ęncia.

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Osteoporose no Climatério II: Prevenção e Tratamento

Fontes TMP, Ara√ļjo LFB, Soares PRG
FEMINA Julho/Agosto 2012 vol 40 n¬ļ 4
Número: 2672 / Publicado em 01/01/2013 - 22:03

A osteoporose √© uma doen√ßa que pode acarretar um enorme preju√≠zo na qualidade de vida dos pacientes em fun√ß√£o das altera√ß√Ķes no tecido √≥sseo, levando √† fragilidade mec√Ęnica e consequente predisposi√ß√£o a fraturas e dor. Hoje, dispomos de medidas preventivas, do uso de suplementos e de v√°rias drogas aprovadas para terapia farmacol√≥gica da osteoporose, no per√≠odo p√≥s-menopausa, revisadas neste artigo.

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Osteoporose no Climatério I: Epidemiologia, Definição, Rastreio e Diagnóstico

Fontes TMP, Ara√ļjo LFB, Soares PRG
FEMINA Mar√ßo/Abril 2012 vol 40 n¬ļ 2
Número: 2671 / Publicado em 01/01/2013 - 22:01

A osteoporose √© um dist√ļrbio osteometab√≥lico caracterizado pela diminui√ß√£o da densidade mineral √≥ssea (DMO), com deteriora√ß√£o da microarquitetura √≥ssea, levando a um aumento da fragilidade esquel√©tica e do risco de fraturas, pelo comprometimento da resist√™ncia e/ou da qualidade √≥ssea. Sua incid√™ncia pode variar de 14 a 29% em mulheres acima de 50 anos e chegar at√© 73% em mulheres acima de 80 anos. O objetivo do nosso artigo √© estudar a osteoporose relacionada ao per√≠odo p√≥s-menopausa, mas vale ressaltar que os riscos de fraturas em algumas condi√ß√Ķes independem da quantidade de massa √≥ssea mensurada, e sim da qualidade √≥ssea.

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