Profissionais: 7133
Prontuários: 512016

Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

Advertência: Estes artigos e resumos são protegidos pela Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98), sendo vedada a sua transcrição sem citação da fonte e a sua reprodução com finalidades comerciais sem autorização dos autores.

Adobe Acrobat Reader
É necessário o Adobe Acrobat Reader instalado.

Anestesia no Paciente Cardiopata.

Adriano Bechara de Souza Hobaika, Wendell Valadares Campos Pereira, Giovanni Menezes Santos
Rev Med Minas Gerais 2010; 20(4): 528-533
Número: 1142 / Publicado em 23/06/2012 - 08:28

O avan√ßo da tecnologia permitiu que a proped√™utica pr√©-operat√≥ria, a monitoriza√ß√£o e a terap√™utica se tornassem mais adequadas para os cardiopatas, que s√£o, cada vez mais, submetidos aos mais complexos procedimentos cir√ļrgicos. A avalia√ß√£o pr√©-anest√©sica √© fundamental em todos os pacientes, no intuito de oferecer o melhor cuidado poss√≠vel. A integra√ß√£o entre o anestesista, o cardiologista e o cirurgi√£o √© essencial para o sucesso no tratamento. Com o objetivo de se predizer o risco card√≠aco e, mais importante que isto, formular estrat√©gias para melhorar o estado cl√≠nico no pr√©-operat√≥rio, v√°rios √≠ndices foram elaborados e reavaliados, apresentando boa correla√ß√£o. O cl√≠nico envolvido no tratamento de pacientes cardiopatas deve conhecer as intera√ß√Ķes medicamentosas, exames pr√©-operat√≥rios necess√°rios e a conduta perioperat√≥ria adequada para cada situa√ß√£o espec√≠fica.

Abrir arquivo em PDF

O Papel da Fisioterapia na Melhora dos Sintomas da Fibromialgia.

Amélia Pasqual Marques
Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional da FMUSP
Número: 1141 / Publicado em 23/06/2012 - 08:30

Uma condi√ß√£o dolorosa, n√£o articular, envolvendo predominantemente m√ļsculos. √Č causa mais comum de dor musculoesquel√©tica cr√īnica difusa.

Abrir arquivo em PDF

Procedimentos Terapêuticos Associados no Tratamento da Fibromialgia.

Felipe Azevedo Moretti
Programa de gerenciamento interdisciplinar da dor na Fibromialgia
Número: 1140 / Publicado em 23/06/2012 - 08:31

S√≠ndrome dolorosa cr√īnica, de etiologia desconhecida e n√£o inflamat√≥ria. Caracteriza-se pela presen√ßa de sensibilidade exacerbada √† palpa√ß√£o de pontos pr√©-definidos (tender- points), diminui√ß√£o da qualidade de vida e sintomas como: altera√ß√£o do sono, depress√£o, fadiga, rigidez muscular, entre outros.

Abrir arquivo em PDF

Diretrizes para o Diagnóstico e Tratamento da Fibromialgia.

José Roberto Provenza
Comissão de Dor, Fibromialgia e Outras Síndromes Dolorosas de Partes Moles da S.B.R.
Número: 1139 / Publicado em 23/06/2012 - 08:33

S√≠ndrome de dor cr√īnica, de etiologia n√£o definida, causada por m√ļltiplos mecanismos de sensibiliza√ß√£o a dor do S.N.C., com manifesta√ß√£o de dor m√ļsculo-esquel√©tica generalizada, n√£o inflamat√≥ria, com a presen√ßa de pontos dolorosos pr√©-definidos a palpa√ß√£o muscular (tender-points).

Abrir arquivo em PDF

Tipos de Hepatotoxicidade.

M√°rio Reis √Ālvares-da-Silva
II Workshop Internacional de Atualização em Hepatologia, Curitiba, Maio de 2007
Número: 1138 / Publicado em 23/06/2012 - 08:34

Mensagens para Guardar: Hepatotoxicidade √© freq√ľente. In√ļmeras drogas podem lesar o f√≠gado. Les√£o deve ser caracterizada (Hepatocelular/colest√°tica/mista). Doen√ßa aguda ou cr√īnica. Aten√ß√£o para a icter√≠cia. Alto grau de suspei√ß√£o.

Abrir arquivo em PDF

Hepatotoxicidade da Cianotoxina Microcistina

Andréa de Castro Leal e Manoel do Carmo Pereira Soares
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 37 (Suplemento II), 2OO4
Número: 1137 / Publicado em 23/06/2012 - 08:35

Constitui interesse emergente em sa√ļde p√ļblica avaliar a possibilidade de intoxica√ß√£o humana por biotoxinas de algas cianof√≠ceas principalmente as hepatotoxinas do grupo das microcistinas. A microcistina, um heptapept√≠deo monoc√≠clico, √© produzida principalmente pela cianobact√©ria Microcistis aeruginosa. S√£o caracterizadas por alguns amino√°cidos vari√°veis, dois deles com uma estrutura n√£o usual que possuem importante papel na hepatotoxidade da microcistina. Apesar do acometimento humano atribu√≠do as microcistinas inclu√≠rem gastroenterite, rea√ß√Ķes al√©rgicas ou irritativas, neurotoxicidade, o principal alvo da toxina √© o f√≠gado. Nos hepat√≥citos as microcistinas s√£o carreadas pelo sistema transportador do √°cido biliar; inibindo a atividade da prote√≠na fosfatase no citoplasma. A inibi√ß√£o leva a mudan√ßas morfol√≥gicas na membrana plasm√°tica pela hiperfosforila√ß√£o de citoqueratinas, e √† atividade de promo√ß√£o tumoral pelas prote√≠nas hiperfosforiladas.

Abrir arquivo em PDF

Microcistinas: Risco de Contamina√ß√£o em √Āguas Eutr√≥ficas.

Marcia Kamogae e Elisa Yoko Hirooka
Acta Scientiarum 22(5):1189-1200, 2000.
Número: 1136 / Publicado em 23/06/2012 - 08:36

O aumento populacional, aliado √† moderniza√ß√£o da sociedade, incrementou o consumo de √°gua, tornando o represamento recurso imprescind√≠vel para atender √† demanda. In√ļmeros fatores inter-relacionados contribuem para agravar o risco da deteriora√ß√£o da √°gua, dentre os quais se destacam as microcistinas. Estas hepatotoxinas, produzidas por cianobact√©rias dos g√™neros Anabaena, Microcystis, Nostoc e Oscillatorias, consistem de heptapept√≠dio de estrutura monoc√≠clica cujo risco iminente da constante ingest√£o se deve ao efeito de potente promotor de tumor. A produ√ß√£o de microcistinas √© favorecida por fatores ambientais onde existe elevada concentra√ß√£o de nutrientes e luminosidade, fatores estes que se tornaram inevit√°veis no atual ecossistema. A crescente eutrofica√ß√£o de √°gua ocorre em ritmo acelerado, decorrente da polui√ß√£o pela industrializa√ß√£o, lixo dom√©stico, pr√°ticas agr√≠colas, al√©m da espolia√ß√£o de recursos naturais. Com a finalidade de alertar a comunidade e despertar seu interesse, este trabalho discorre sobre microcistinas e fatores de risco - perspectivas de sua contamina√ß√£o, objetivando ainda estabelecer medidas preventivas que minimizem a deteriora√ß√£o das √°guas.

Abrir arquivo em PDF

Guia sobre Erro M√©dico - Orienta√ß√Ķes ao Consumidor.

Instituto de Defesa do Consumidor - IDEC - Dezembro/2006
http://www.inteligentesite.com.br/arquivos/arctpa/guia_erro_medico.pdf
Número: 1132 / Publicado em 23/06/2012 - 08:38

Vivemos tempos complicados: de um lado, o avan√ßo da ci√™ncia e da tecnologia √© bastante veloz e tem alcan√ßado sucesso; mas, de outro lado, faltam meios para dar solu√ß√£o aos problemas b√°sicos de sa√ļde da popula√ß√£o. Faltam recursos e pol√≠ticas p√ļblicas s√©rias e cont√≠nuas, infra-estrutura, capacita√ß√£o de profissionais, qualidade do ensino m√©dico. Os profissionais de sa√ļde s√£o v√≠timas desse quadro desolador da sa√ļde no Brasil, mas a situa√ß√£o √© pior para os pacientes que j√° est√£o fragilizados diante dos problemas de sa√ļde que enfrentam.

Abrir arquivo em PDF

Avalia√ß√£o do Risco de Tromboembolismo Venoso (TEV) em Pacientes Cl√≠nicos Internados - Algoritmo Cir√ļrgico.

Diretriz Brasileira de Profilaxia de TEV em Paciente Clínico Internado.
Hospital ISraelita Albert Einstein
Número: 1131 / Publicado em 23/06/2012 - 08:43

O TEV √© a causa n√ļmero 1 de morte hospitalar previn√≠vel. 60% das hospitaliza√ß√Ķes s√£o cl√≠nicas e 2/3 das mortes intra-hospitalares por TEP s√£o em pacientes cl√≠nicos. H√° m√©todos eficazes de previnir o TEV, mas h√° dificuldade em estimar risco de TEV em pacientes cl√≠nicos. A utiliza√ß√£o de profilaxia de TEV no Brasil est√° na m√©dia mundial, mas no Brasil os pacientes cir√ļrgicos recebem menos profilaxia do que no mundo (46% vs. 59%). A subutiliza√ß√£o de profilaxia do TEV √© um problema global de pacientes cl√≠nicos e cir√ļrgicos que precisa ser modificado.

Abrir arquivo em PDF

Profilaxia de Tromboembolismo Venoso em Pacientes Internados

Luiz Francisco Cardoso
Hospital Sirio Libanes - S√£o Paulo - 2011
Número: 1130 / Publicado em 23/06/2012 - 08:47

O TEV não é detectado até que seja tarde demais. Pelo menos 70% dos TEP fatais detectados após a morte não foram nem diagnosticados nem suspeitados. Nas autópsias, 63% dos casos de TVP não foram clinicamente diagnosticadas.

Abrir arquivo em PDF

Portal Saúde Direta - Footer
Atualizado em
14/09/2020
Saude-Direta-Facebook Saude-Direta-LinkedIN Saude-Direta-Twitter