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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Examinando Pacientes - Anamnese.

Ivan da Costa Barros
Disciplina de Semiologia, do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal Fluminense - 2004.
Número: 1787 / Publicado em 18/03/2012 - 16:04

O diagn√≥stico m√©dico envolve tr√™s elementos b√°sicos: a hist√≥ria obtida do paciente, os sinais detectados no exame f√≠sico e os resultados da investiga√ß√£o complementar. Apesar do surgimento de novos e precisos exames laboratoriais e de imagem, √© fundamental manter a busca dos dados semiol√≥gicos na sua profundidade, obtendo uma hist√≥ria cl√≠nica minuciosa e um exame f√≠sico detalhado, na busca de poss√≠veis altera√ß√Ķes sugeridas pela anamnese. Uma abordagem que integre os tr√™s elementos para um diagn√≥stico acurado √© fundamental. A √™nfase na hist√≥ria cl√≠nica bem dirigida deve ser feita na abordagem inicial, onde come√ßa o estabelecimento da rela√ß√£o m√©dico-paciente, outro elemento chave no processo de diagn√≥stico e tratamento m√©dico.

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Questionário de Atividades de Autocuidado com o Diabetes mellitus (DM): Tradução, Adaptação e Avaliação das Propriedades Psicométricas.

Murilo Jos√© Michels, Marisa Helena C√©sar Coral, Thiago Mam√īru Sakae, Tanise Balvedi Damas, Let√≠cia Maria Furlanetto.
Arq Bras Endocrinol Metab. 2010;54(7):644-51
Número: 1786 / Publicado em 18/03/2012 - 15:57

A ader√™ncia ao tratamento no diabetes melito (DM) √© um fator essencial para controle da glicemia e redu√ß√£o da incid√™ncia das complica√ß√Ķes. Para o tratamento do DM, al√©m do uso da medica√ß√£o, s√£o necess√°rias diversas atividades de autocuidado como o seguimento de um plano alimentar, a monitoriza√ß√£o da glicemia e a realiza√ß√£o de atividades f√≠sicas.

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Question√°rio: Risco de ter Diabetes (DM).

N√ļcleo de Excel√™ncia no Atendimento ao Diab√©tico do Hospital das Cl√≠nicas - NEAD-HC.
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - FMUSP
Número: 1785 / Publicado em 20/06/2012 - 08:53

O N√ļcleo de Excel√™ncia no Atendimento ao Diab√©tico do Hospital das Cl√≠nicas (NEAD-HC) da Faculdade de Medicina da Universidade de S√£o Paulo √© uma ONG vinculada ao Hospital, formada por m√©dicos e professores da disciplina de endocrinologia da FMUSP. O NEAD adota com sucesso o m√©todo de tratamento com base na individualiza√ß√£o de m√ļltiplas doses de insulinas e/ou anti-diab√©ticos orais, pela contagem dos nutrientes, dados do estado f√≠sico e glicemia do momento.

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Manual do Médico Residente.

M√°rcia Rosa de Araujo e cols.
Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro - CREMERJ, 2008.
Número: 1784 / Publicado em 18/03/2012 - 15:58

Este manual prop√Ķe mostrar para os rec√©m-formados alguns dos desafios que encontrar√£o pela frente em sua vida profissional e reafirmar que, apesar de a resid√™ncia n√£o ser obrigat√≥ria, ela √© a principal forma de especializa√ß√£o m√©dica e a √ļnica regida por legisla√ß√£o espec√≠fica (Lei Federal n¬ļ 6.932/81).

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Protocolo para Atendimento de Urgências e Emergências Hipertensivas (HAS).

UTI Cardiol√≥gica ‚Äď Hospital das Cl√≠nicas.
Universidade Federal do Paran√° - 2008
Número: 1783 / Publicado em 18/03/2012 - 16:00

A eleva√ß√£o da PA nos servi√ßos de emerg√™ncias, unidades intensivas e ambulatoriais pode ser vista em 3 condi√ß√Ķes cl√≠nicas distintas: Crise hipertensiva, Pseudocrise hipertensiva e Eleva√ß√£o tensional assintom√°tica.

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Protocolo de Choque Cardiogênico.

UTI Cardiol√≥gica ‚Äď Hospital das Cl√≠nicas.
Universidade Federal do Paran√° - 2008
Número: 1782 / Publicado em 18/03/2012 - 16:00

Choque cardiog√™nico √© uma hipoperfus√£o tecidual sist√™mica com adequado volume intravascular devido √† incapacidade do m√ļsculo card√≠aco em fornecer d√©bito adequado √†s necessidades do organismo.

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Tratamento da Hipertens√£o Arterial (HAS) no Diabetes mellitus (DM).

Luciana Loss Reck e Cristiane Bauermann Leit√£o.
http://www.diabetesendocrinologia.org.br/abril11/cap5.pdf
Número: 1781 / Publicado em 18/03/2012 - 15:51

A associação de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabete melito (DM) é bastante comum. Estudos demonstram um risco 2,5 vezes maior de DM em pacientes hipertensos e a HAS afeta mais de 60% dos pacientes com DM tipo 2. No DM tipo 1, o desenvolvimento de HAS está relacionado com o surgimento de nefropatia diabética, sendo secundária à perda de função renal.

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Hemorragia Digestiva Alta (HDA).

Victor Gratchev, Prassad Modcoicar.
Minist√©rio da Sa√ļde - Rep√ļblica de Mo√ßambique - 2005.
Número: 1780 / Publicado em 18/03/2012 - 15:52

A maioria dos autores divide as HD em Hemorragia Digestiva Alta (HDA) e Hemorragia Digestiva Baixa (HDB). Esta divisão foi feita não só com fins anatómicos, mas também com o impacto na abordagem diagnóstica e terapêutica.

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Protocolo de Tratamento Farmacológico da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) em Crianças.

Portaria Técnica HU-S No. 11
Hospital Universit√°rio - Universidade de S√£o Paulo - 2005.
Número: 1779 / Publicado em 18/03/2012 - 15:53

O Refluxo Gastroesof√°gico (RGE) √© a passagem do conte√ļdo g√°strico ao es√īfago. √Č um processo fisiol√≥gico que acomete principalmente os lactentes at√© 18 meses, mas se o RGE est√° associado com esofagite, dificuldade de ganho de peso, apn√©ia, chiado, S√≠ndrome Aspirativa, S√≠ndrome de Morte S√ļbita do Lactente(SMSL),e outros, ent√£o temos a Doen√ßa do RGE.

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Abordagem Terap√™utica das √ölceras de Press√£o - Interven√ß√Ķes Baseadas na Evid√™ncia.

J. A. Rocha et al.
Acta Med Port 2006; 19: 29-38.
Número: 1778 / Publicado em 18/03/2012 - 15:54

Apesar da moderniza√ß√£o dos cuidados de sa√ļde, a preval√™ncia das √ļlceras de press√£o permanece elevada, particularmente nos doentes hospitalizados. Estas √ļlceras s√£o uma importante causa de morbilidade e mortalidade, afectando a qualidade de vida do doente e dos seus cuidadores, e constituindo uma insustent√°vel sobrecarga econ√≥mica para os servi√ßos de sa√ļde.

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14/09/2020
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