Profissionais: 7133
Prontuários: 512016

Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

Advertência: Estes artigos e resumos são protegidos pela Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98), sendo vedada a sua transcrição sem citação da fonte e a sua reprodução com finalidades comerciais sem autorização dos autores.

Adobe Acrobat Reader
É necessário o Adobe Acrobat Reader instalado.

Parte VI ‚Äď Protocolos de Procedimentos: Utiliza√ß√£o de Marcapasso Transcut√Ęneo (Cap√≠tulo 117).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 877 / Publicado em 12/03/2012 - 11:02

Ligar o aparelho e regular a frequência de disparo desejada (geralmente 80 por min). Vagarosamente aumentar a corrente até a captura, que é caracterizada por alargamento do complexo QRS, que segue o impulso do marcapasso. Regular amperagem máxima e frequência de 60 por minuto em pacientes em parada cardíaca.

Abrir arquivo em PDF

Parte VI ‚Äď Protocolos de Procedimentos: Implante de Marcapasso Transvenoso (Cap√≠tulo 116).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 876 / Publicado em 12/03/2012 - 11:02

Considerar instala√ß√£o do marcapasso transvenoso antes do transporte prolongado (noventa minutos) de pacientes com bradiarritmias inst√°veis ou quando o MP transcut√Ęneo n√£o esteja capturando o ventr√≠culo. O procedimento apresenta risco de complica√ß√Ķes, o ideal √© que seja realizado em ambiente hospitalar.

Abrir arquivo em PDF

Parte VI ‚Äď Protocolos de Procedimentos: Analgesia (Cap√≠tulo 115).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 875 / Publicado em 12/03/2012 - 11:02

Analgesia √© o al√≠vio na percep√ß√£o da dor sem que haja produ√ß√£o intencional de seda√ß√£o. Nunca utilizar doses insuficientes de analg√©sicos devido ao medo de complica√ß√Ķes. A dor n√£o tratada pode aumentar a morbidade produzindo arritmias card√≠acas ou isquemia mioc√°rdica, pela libera√ß√£o de catecolaminas.

Abrir arquivo em PDF

Parte V ‚Äď Protocolos de Avalia√ß√£o Simplificada de Radiografias: Avalia√ß√£o Sistem√°tica de Radiografias do T√≥rax (Cap√≠tulo 114).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 874 / Publicado em 12/03/2012 - 11:03

A aquisição adequada da radiografia de tórax é mais difícil que a de outras partes do corpo devido ao contraste produzido pela diversidade de tecidos existente no tórax, que varia do espaço aéreo dos alvéolos até as estruturas ósseas. A exposição correta deve permitir a visualização de vasos periféricos de pelo menos um terço dos campos pulmonares e ao mesmo tempo as margens para-espinhais e hemidiafragma esquerdo atrás do coração.

Abrir arquivo em PDF

Parte IV ‚Äď Protocolos de Trauma: Trauma Pedi√°trico (Cap√≠tulo 113).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 873 / Publicado em 12/03/2012 - 11:04

O traumatismo da cabe√ßa √© a causa mais comum de √≥bito ap√≥s trauma em pacientes pedi√°trico. As les√Ķes da cabe√ßa s√£o mais frequentes na crian√ßa devido ao tamanho e peso desta em rela√ß√£o ao corpo. As crian√ßascostumam apresentar um progn√≥stico melhor do que adultos com o mesmo grau de les√£o e a recupera√ß√£o pode ser completa mesmo em pacientes com les√Ķes graves. O traumatismo de abdome representa a segunda causa de √≥bito ap√≥s trauma em pacientes pedi√°tricos. Sua principal manifesta√ß√£o √© o choque hemorr√°gico causado pela rotura do f√≠gado e do ba√ßo. Estes org√£os s√£o menos protegidos pelas costelas e s√£o relativamente maiores em crian√ßas.

Abrir arquivo em PDF

Parte IV ‚Äď Protocolos de Trauma: Trauma na Gravidez (Cap√≠tulo 112).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 872 / Publicado em 12/03/2012 - 11:04

A incid√™ncia de traumatismos durante o per√≠odo gestacional vem aumentando nos √ļltimos anos. As causas mais comuns s√£o: acidentes automobil√≠sticos, atropelamentos e outros tipos de agress√£o. O trauma √© a principal causa n√£o-obst√©trica de mortalidade maternofetal. Cerca de 80% das gestantes com choque hemorr√°gico tem morte do feto.

Abrir arquivo em PDF

Parte IV ‚Äď Protocolos de Trauma: Traumatismo de Abdome (Cap√≠tulo 111).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 871 / Publicado em 12/03/2012 - 11:04

Causa 50% das mortes evit√°veis por trauma. Dependendo da integridade da parede abdominal √© classificado em fechado e penetrante. Os traumatismos abdominais fechados s√£o cinco vezes mais frequentes que os penetrantes. A principal complica√ß√£o no ambiente pr√©-hospitalar √© a les√£o de v√≠sceras maci√ßas e estruturas vasculares, causando o choque hipovol√™mico. A les√£o de v√≠sceras ocas leva a peritonite, mas as manifesta√ß√Ķes cl√≠nicas s√£o tardias ocorrendo geralmente no hospital.

Abrir arquivo em PDF

Parte IV ‚Äď Protocolos de Trauma: Atendimento ao Grande Queimado (Cap√≠tulo 110).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 870 / Publicado em 12/03/2012 - 11:04

As queimaduras podem ser classificadas quanto a etiologia em: t√©rmicas, el√©tricas, qu√≠micas e por radia√ß√£o. A classifica√ß√£o da gravidade da queimadura √© essencial para determinar a indica√ß√£o de admiss√£o em centro de queimados, guiar a ressuscita√ß√£o inicial e estabelecer o progn√≥stico. A gravidade da queimadura depende de uma s√©rie de fatores: etiologia, profundidade, extens√£o, localiza√ß√£o, idade da v√≠tima e comorbidades. √Č importante que o socorrista saiba que a queimadura n√£o √© uniforme e que existem v√°rios graus de profundidade em um mesma les√£o.

Abrir arquivo em PDF

Parte IV ‚Äď Protocolos de Trauma: Afogamento (Cap√≠tulo 109).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 869 / Publicado em 12/03/2012 - 11:05

√Č definido como a sufoca√ß√£o ap√≥s imers√£o em meio l√≠quido. Complica√ß√Ķes: hipoxemia causada por asfixia ou pela les√£o pulmonar aguda, hipotermia, arritmias card√≠acas decorrentes de hipoxemia e aspira√ß√£o pulmonar de √°gua polu√≠da ou contaminada. A associa√ß√£o com traumatismos, especialmente de coluna vertebral, √© encontrada em afogamento ap√≥s mergulho em √°gua rasa ou ap√≥s queda n√£o intencional na √°gua. Afogamento secund√°rio a mal s√ļbito (epilepsia, arritmias card√≠acas) ou intoxica√ß√£o ex√≥gena.

Abrir arquivo em PDF

Parte IV ‚Äď Protocolos de Trauma: Hipotermia (Cap√≠tulo 108).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 868 / Publicado em 12/03/2012 - 11:05

√Č a redu√ß√£o da temperatura corporal, que ocorre geralmente ap√≥s exposi√ß√£o a baixas temperaturas. √Č mais comum em idosos, crian√ßas, desnutridos, pacientes com traumatismos de medula espinhal, grandes queimados, indiv√≠duos inconscientes e alcoolizados. Pode ser classificada em leve, moderada e grave, de acordo com a temperatura corporal. A imers√£o em l√≠quidos com temperatura baixa acelera muito a perda de calor.

Abrir arquivo em PDF

Portal Saúde Direta - Footer
Atualizado em
14/09/2020
Saude-Direta-Facebook Saude-Direta-LinkedIN Saude-Direta-Twitter