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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Protocolo Cl√≠nico e Diretrizes Terap√™uticas da Dor Cr√īnica

Secretaria de Aten√ß√£o √† Sa√ļde
Minist√©rio da Sa√ļde - 2012
Número: 2736 / Publicado em 07/06/2013 - 10:53

De acordo com a International Association for the Study of Pain (IASP), dor √© uma sensa√ß√£o ou experi√™ncia emocional desagrad√°vel, associada com dano tecidual real ou potencial. A dor pode ser aguda (dura√ß√£o inferior a 30 dias) ou cr√īnica (dura√ß√£o superior a 30 dias), sendo classificada segundo seu mecanismo fisiopatol√≥gico em tr√™s tipos: a) dor de predom√≠nio nociceptivo, b) dor de predom√≠nio neurop√°tico e c) dor mista. A dor de predom√≠nio nociceptivo, ou simplesmente dor nociceptiva, ocorre por ativa√ß√£o fisiol√≥gica de receptores de dor e est√° relacionada √† les√£o de tecidos √≥sseos, musculares ou ligamentares e geralmente responde bem ao tratamento sintom√°tico com analg√©sicos ou anti-inflamat√≥rios n√£o esteroides (AINES). J√° a dor neurop√°tica √© definida como dor iniciada por les√£o ou disfun√ß√£o do sistema nervoso, sendo mais bem compreendida como resultado da ativa√ß√£o anormal da via da dor ou nociceptiva. Contrariamente √† dor nociceptiva, a dor neurop√°tica responde pobremente aos analg√©sicos usuais (paracetamol, dipirona, AINES, opioides fracos).

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Acromegalia

Secretaria de Aten√ß√£o √† Sa√ļde
Minist√©rio da Sa√ļde - 2013
Número: 2735 / Publicado em 07/06/2013 - 10:45

A acromegalia √© uma doen√ßa cr√īnica e insidiosa. Em aproximadamente 98% dos casos, √© causada por adenomas hipofis√°rios secretores do horm√īnio de crescimento (GH) ‚Äď os somatotropinomas. Nesses casos, a doen√ßa pode ser espor√°dica ou familiar. Em cerca de 2%, √© causada pela hipersecre√ß√£o eut√≥pica ou ect√≥pica do horm√īnio liberador de GH (GHRH) e, muito raramente, pela secre√ß√£o ect√≥pica de GH. O excesso de GH estimula a secre√ß√£o hep√°tica de insulin-like growth factor-I (IGF-1), que causa a maioria das manifesta√ß√Ķes cl√≠nicas da acromegalia.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Dislipidemia

Secretaria de Aten√ß√£o √† Sa√ļde
Minist√©rio da Sa√ļde - 2013
Número: 2734 / Publicado em 07/06/2013 - 10:42

A dislipidemia √© um fator de risco cardiovascular relevante para o desenvolvimento da aterosclerose. Na aterog√™nese, o papel do colesterol total, particularmente o contido nas part√≠culas de LDL (LDL-C), adv√©m de uma s√©rie de estudos observacionais e experimentais das √ļltimas d√©cadas, passando por estudos pr√©- cl√≠nicos, patol√≥gicos, cl√≠nicos e gen√©ticos, em diferentes popula√ß√Ķes. Os trabalhos iniciais relacionaram o colesterol total com doen√ßa arterial coronariana (DAC). Como o LDL-C corresponde √† maior parte do colesterol total (60%-70% na popula√ß√£o geral do Estudo de Framingham), a forte correla√ß√£o entre colesterol total e DAC reflete a rela√ß√£o entre LDL-C e DAC, confirmada pelo Framingham Heart Study.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Esquizofrenia

Secretaria de Aten√ß√£o √† Sa√ļde
Minist√©rio da Sa√ļde - 2013
Número: 2733 / Publicado em 07/06/2013 - 10:37

A esquizofrenia e os denominados transtornos esquizofr√™nicos constituem um grupo de dist√ļrbios mentais graves, sem sintomas patognom√īnicos, mas caracterizados por distor√ß√Ķes do pensamento e da percep√ß√£o, por inadequa√ß√£o e embotamento do afeto sem preju√≠zo da capacidade intelectual (embora ao longo do tempo possam aparecer preju√≠zos cognitivos). Seu curso √© vari√°vel, aproximadamente 30% dos casos apresentam recupera√ß√£o completa ou quase completa, cerca de 30% com remiss√£o incompleta e preju√≠zo parcial de funcionamento e cerca de 30% com deteriora√ß√£o importante e persistente da capacidade de funcionamento profissional, social e afetivo.

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Protocolo Cl√≠nico e Diretrizes Terap√™uticas do L√ļpus Eritematoso Sist√™mico.

Secretaria de Aten√ß√£o √† Sa√ļde
Minist√©rio da Sa√ļde - 2013
Número: 2732 / Publicado em 07/06/2013 - 10:35

L√ļpus eritematoso sist√™mico (LES) √© uma doen√ßa autoimune sist√™mica caracterizada pela produ√ß√£o de autoanticorpos, forma√ß√£o e deposi√ß√£o de imunocomplexos, inflama√ß√£o em diversos √≥rg√£os e dano tecidual. Sua etiologia permanece ainda pouco conhecida, por√©m sabe-se da importante participa√ß√£o de fatores hormonais, ambientais, gen√©ticos e imunol√≥gicos para o surgimento da doen√ßa. As caracter√≠sticas cl√≠nicas s√£o polim√≥rficas, e a evolu√ß√£o costuma ser cr√īnica, com per√≠odos de exacerba√ß√£o e remiss√£o. A doen√ßa pode cursar com sintomas constitucionais, artrite, serosite, nefrite, vasculite, miosite, manifesta√ß√Ķes mucocut√Ęneas, hemocitopenias imunol√≥gicas, diversos quadros neuropsiqui√°tricos, hiperatividade reticuloendotelial e pneumonite.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Esclerose Sistêmica.

Secretaria de Aten√ß√£o √† Sa√ļde
Minist√©rio da Sa√ļde - 2013
Número: 2731 / Publicado em 07/06/2013 - 10:33

A esclerose sist√™mica (ES) √© uma doen√ßa difusa do tecido conjuntivo (DDTC) caracterizada por graus vari√°veis de fibrose cut√Ęnea e visceral, presen√ßa de autoanticorpos no soro dos pacientes e vasculopatia de pequenos vasos. Inexistem dados nacionais sobre a preval√™ncia de ES.

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Protocolo de Tratamento de Influenza

Secretaria de Vigil√Ęncia em Sa√ļde
Minist√©rio da Sa√ļde - Brasilia 2013
Número: 2730 / Publicado em 07/06/2013 - 08:23

Infec√ß√£o aguda das vias a√©reas que apresenta quadro febril (temperatura ‚Č•37,8¬įC), com a curva t√©rmica usualmente declinando ap√≥s dois a tr√™s dias e normalizando em torno do sexto dia de evolu√ß√£o. A febre geralmente √© mais acentuada em crian√ßas do que em adultos.

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Varicela: Sintomas, Transmissão e Prevenção

Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)
Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
Número: 2728 / Publicado em 04/06/2013 - 11:06

√Č transmitida de pessoa a pessoa, atrav√©s de contato direto ou de secre√ß√Ķes respirat√≥rias (dissemina√ß√£o a√©rea de part√≠culas virais/aeross√≥is) e, raramente, atrav√©s de contato com les√Ķes de pele. √Č uma infec√ß√£o altamente transmiss√≠vel, que pode ocorrer em surtos, acometendo principalmente crian√ßas, e pode estar associada a complica√ß√Ķes como infec√ß√Ķes de pele e doen√ßas neurol√≥gicas.

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Sarampo: Sintomas, Transmissão e Prevenção

Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)
Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
Número: 2727 / Publicado em 04/06/2013 - 11:03

O sarampo √© uma doen√ßa infecciosa aguda, viral, transmiss√≠vel, extremamente contagiosa e muito comum na inf√Ęncia. Os sintomas iniciais apresentados pelo doente s√£o: febre acompanhada de tosse persistente, irrita√ß√£o ocular e corrimento do nariz. Ap√≥s estes sintomas, geralmente h√° o aparecimento de manchas avermelhadas no rosto, que progridem em dire√ß√£o aos p√©s, com dura√ß√£o m√≠nima de tr√™s dias. Al√©m disso, pode causar infec√ß√£o nos ouvidos, pneumonia, ataques (convuls√Ķes e olhar fixo), les√£o cerebral e morte.

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Caxumba: Sintomas, Transmissão e Prevenção

Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)
Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
Número: 2726 / Publicado em 04/06/2013 - 08:38

Altamente contagiosa, a caxumba é causada pelo vírus Paramyxovirus, transmitido por contato direto com gotículas de saliva ou perdigotos de pessoas infectadas. Costumam ocorrer surtos da doença no inverno e na primavera e as crianças são as mais atingidas.

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Atualizado em
14/09/2020
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