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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Protoloco de Tratamento de Leucemia Linfoc√≠tica Cr√īnica (LLC).

Diretrizes Assistenciais.
Hospital Israelita Albert Einstein - Novembro ‚Äď 2008.
Número: 178 / Publicado em 16/06/2012 - 19:36

A abordagem inicial ao paciente com LLC demanda atualmente uma estratifica√ß√£o de risco para os casos diagnosticados recentemente, respeito √†s recomenda√ß√Ķes de ‚Äúsupportive care‚ÄĚ, aten√ß√£o √† qualidade de vida, e considera√ß√£o da idade e comorbidades.

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Diretrizes Cl√≠nicas na Sa√ļde Suplementar - Tabagismo

Mirra AP, Meirelles RHS, Godoy I, Issa JS, Reichert J, Carvalho NB, Alencar Filho AC, Achutti A, da Silva CAR, Santos SRA, Hetem LA, Dias JC, Nakmura MU, Quintino MP, Cantarino CM, Pereira ACPM, Mendes FF, Duarte NMC, Gigliotti A, Marques ACPR, de Andrade
SBPT, SBC, Associação Brasileira de Psiquiatria, Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia, SBA, Associação Brasileira de Medicina Intensiva.
Número: 176 / Publicado em 16/06/2012 - 19:05

Atualmente o tabagismo √© considerado um problema de sa√ļde p√ļblica, em raz√£o da alta preval√™ncia de fumantes e da mortalidade decorrente das doen√ßas relacionadas ao tabaco.

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Diretrizes Cl√≠nicas na Sa√ļde Suplementar - Sepse: Nutri√ß√£o

Costa Filho RC, Gomes PN, Gutierrez F, Silva E, Salom√£o R, Machado FR, Lutke C, Instituto Latino Americano de Sepse, Rosenfeld R
Associação de Medicina Intensiva Brasileira, Sociedade Brasileira de Infectologia, Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral
Número: 175 / Publicado em 16/06/2012 - 19:07

Desnutri√ß√£o √© um estado de nutri√ß√£o que influencia negativamente o progn√≥stico de uma interven√ß√£o terap√™utica. A desnutri√ß√£o inicia-se no momento em que o paciente deixa de compensar seu gasto metab√≥lico com o aporte proporcional de nutrientes. A resposta inflamat√≥ria sist√™mica vem acompanhada de altera√ß√Ķes do metabolismo intermedi√°rio, que determinam a perda de massa magra de modo expressivo, proporcional ao grau de estresse metab√≥lico, resistente ao efeito anab√≥lico do aporte nutricional.

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Diretrizes Cl√≠nicas na Sa√ļde Suplementar - Sepse: Prote√≠na C Ativada

Silva E, Salom√£o R, Machado FR, Carvalho NB, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 174 / Publicado em 16/06/2012 - 19:07

A ação da proteína C ativada (PCAh) pode interferir em vários pontos da resposta do hospedeiro à infecção.

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Diretrizes Cl√≠nicas na Sa√ļde Suplementar - Sepse: Controle Glic√™mico

Teles JM, Silva E, Salom√£o R, Machado FR, Bernardo WR, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 173 / Publicado em 16/06/2012 - 19:08

A hiperglicemia é comum durante a evolução das enfermidades agudas e está associada a piores desfechos clínicos.

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Diretrizes Cl√≠nicas na Sa√ļde Suplementar - Sepse: Interven√ß√Ķes Complementares

Freitas F, Jackiu M, Silva E, Salom√£o R, Machado FR, Bernardo WM, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 172 / Publicado em 16/06/2012 - 19:09

Entre os pacientes criticamente enfermos a insufici√™ncia renal √© uma complica√ß√£o relativamente comum que est√° associada com aumento do risco de morte e outras complica√ß√Ķes. Dados sobre a preval√™ncia de insufici√™ncia renal aguda entre pacientes com sepse grave ou choque s√©ptico s√£o falhos. Isto se deve, em parte, ao uso de crit√©rios n√£o uniformes para o diagn√≥stico de insufici√™ncia renal aguda, usados nos diferentes trabalhos.

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Diretrizes Cl√≠nicas na Sa√ļde Suplementar - Sepse: Uso de Hemoderivados e Hemocomponentes

Silva E, Pereira A, Machado F, Salom√£o R, Lutke C, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 171 / Publicado em 16/06/2012 - 19:10

N√≠veis de hemoglobina entre 7 e 9 g/dL n√£o foram associados a aumento de mortalidade em adultos gravemente enfermos, quando comparados a n√≠veis entre 10 e 12 g/dL (100‚Äď200 g/L). No entanto, cabe ressaltar que esta quest√£o n√£o foi avaliada especificamente em pacientes s√©pticos e sim em pacientes gravemente enfermos, internados em terapia intensiva, dos quais 20% eram s√©pticos. Em pacientes s√©pticos, a transfus√£o de gl√≥bulos vermelhos aumenta o transporte de oxig√™nio, mas n√£o est√° claro que isso se acompanha de aumento concomitante do consumo de oxig√™nio ou de melhora nos par√Ęmetros de utiliza√ß√£o de oxig√™nio pelos tecidos.

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Diretrizes Cl√≠nicas na Sa√ļde Suplementar - Sepse: Ressuscita√ß√£o Hemodin√Ęmica

Westphal G, Silva E, Salom√£o R, Machado F, Bernardo WM, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 170 / Publicado em 16/06/2012 - 19:11

Pacientes com sepse grave e choque s√©ptico apresentam vasodilata√ß√£o e grandes perdas h√≠dricas para o espa√ßo intersticial que podem somar-se √† depress√£o mioc√°rdica. O consequente comprometimento do fluxo sangu√≠neo pode resultar em isquemia de extensos territ√≥rios que, se n√£o revertida precocemente, precipita o desenvolvimento de disfun√ß√£o de m√ļltiplos √≥rg√£os elevando a chance de √≥bito.

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Diretrizes Cl√≠nicas na Sa√ļde Suplementar - Sepse: Avalia√ß√£o da Perfus√£o Tecidual

Westphal GA, Gonçalves ARR, Caldeira Filho M, Silva E, Salomão R, Machado FR, Bernardo WM, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 169 / Publicado em 16/06/2012 - 19:12

A hip√≥xia tecidual global que ocorre na sepse grave e choque s√©ptico √© decorr√™ncia da associa√ß√£o entre distribui√ß√£o heterog√™nea do fluxo sangu√≠neo microvascular, baixo fluxo sist√™mico (hip√≥xia isqu√™mica) e fal√™ncia no metabolismo celular (hip√≥xia citop√°tica). Consequentemente h√° anaerobiose e aumento dos n√≠veis de lactato s√©rico, sendo este √ļltimo decorrente de m√ļltiplos fatores. Ainda, o aumento do lactato √© muito r√°pido, proporcional ao defeito oxidativo do metabolismo e √† gravidade do choque.

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Diretrizes Cl√≠nicas na Sa√ļde Suplementar - Sepse: Controle do Foco e Tratamento Antimicrobiano

Salom√£o R, Diament D, Rigatto O, Gomes B, Silva E, Machado FR, Carvalho NB, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 168 / Publicado em 16/06/2012 - 19:13

A incerteza sobre nova coleta de cultura(s) em pacientes com sepse grave ou choque s√©ptico, e que estejam recebendo antibioticoterapia, persiste pela aus√™ncia de estudos controlados que demonstrem diferen√ßas no progn√≥stico associado √†s duas condi√ß√Ķes. √Č indispens√°vel que as culturas, incluindo hemoculturas, sejam realizadas antes de iniciar a antibioticoterapia, sendo esta conduta essencial para a confirma√ß√£o do(s) pat√≥geno(s) respons√°vel (eis) pela infec√ß√£o, uma vez que a esteriliza√ß√£o da amostra sangu√≠nea ocorre logo ap√≥s doses iniciais de antibi√≥ticos. Outro cuidado importante de ressaltar √© a preven√ß√£o de contamina√ß√£o das culturas. Hemoculturas realizadas precocemente para identifica√ß√£o do foco infeccioso auxiliam na determina√ß√£o das poss√≠veis estrat√©gias terap√™uticas.

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14/09/2020
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