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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Antitrombóticos nas Síndromes Coronarianas Agudas: Diretrizes Atuais e Novas Evidências.

Ritt, Luiz Eduardo Fonteles; Flato, Uri Prync; Guimar√£es, H√©lio Penna; Avezum, √Ālvaro; Piegas, Leopoldo Soares.
Revista Brasileira de Terapia Intensiva Vol. 20 N¬ļ 2, Abril/Junho, 2008
Número: 963 / Publicado em 23/06/2012 - 22:34

As s√≠ndromes coronarianas agudas (SCA) est√£o entre as principais causas de admiss√£o em unidades de terapia intensiva (UTI). Novos f√°rmacos v√™em sendo desenvolvidos para o manuseio das SCA. O uso combinado destes medicamentos tem reduzido de forma consider√°vel a morbimortalidade desta s√≠ndrome, no entanto seus efeitos adversos ou mesmo seu manuseio incorreto podem levar √† maior incid√™ncia de sangramento. O objetivo deste estudo foi apresentar os principais aspectos terap√™uticos, indica√ß√Ķes e manuseio dos f√°rmacos em s√≠ndromes coron√°rias agudas.

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Protocolo de Regula√ß√£o do Acesso ‚Äď Especialidades M√©dicas.

Coordena√ß√£o da Central Municipal de Regula√ß√£o - 1¬™ edi√ß√£o ‚Äď 2008
Secretaria Municipal de Sa√ļde - Prefeitura Municipal de Diadema.
Número: 962 / Publicado em 23/06/2012 - 22:36

Como parte dos instrumentos que ordenam o acesso e organizam o fluxo dos pacientes na rede assistencial de sa√ļde os Protocolos de Regula√ß√£o do Acesso ‚Äús√£o diretrizes para solicitar e usar, adequada e racionalmente, as tecnologias de apoio diagn√≥stico e terapias especializadas, (...) sendo um instrumento de ordena√ß√£o dos fluxos de encaminhamentos entre os n√≠veis de complexidade assistencial‚ÄĚ. Vale ressaltar que os Protocolos de Regula√ß√£o do Acesso s√£o complementares aos Protocolos Cl√≠nicos que s√£o "recomenda√ß√Ķes sistematicamente desenvolvidas com o objetivo de orienta√ß√£o de m√©dicos e pacientes acerca de cuidados de sa√ļde apropriados em circunst√Ęncias cl√≠nicas e espec√≠ficas".

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Carcinoma Espinocelular Bucal de Grande Extens√£o ‚Äď Protocolo Diagn√≥stico.

De Carli et al.
Odonto 2010;18(36):67-71
Número: 961 / Publicado em 23/06/2012 - 22:37

O carcinoma espinocelular da cavidade bucal (CECB) corresponde √† maior parte dos c√Ęnceres de boca, acometendo em maior escala indiv√≠duos do sexo masculino, acima dos 45 anos de idade e que tenham o h√°bito do tabagismo e/ou etilismo. Um dos aspectos mais importantes acerca do CECB √© seu diagn√≥stico precoce, o qual √© melhor realizado por meio de bi√≥psia incisional seguida de exame histopatol√≥gico.

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Protocolo Cl√≠nico de C√Ęncer Colorretal.

João Batista Pinheiro Barreto, Alexandre José Aguiar Andrade.
Serviço de Coloproctologia - Hospital Universitário - Universidade Federal do Maranhão - maio/2010.
Número: 957 / Publicado em 23/06/2012 - 22:43

Existe uma diversidade de fatores de riscos para o desenvolvimento de c√Ęncer colorretal, tais como alimenta√ß√£o pobre em fibras vegetais, defici√™ncia de c√°lcio, sel√™nio e vitaminas C e E, doen√ßa inflamat√≥ria intestinal, dieta rica em gordura animal, idade maior que 50 anos, adenomas col√īnicos e polipose adenomatosa familiar.

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Protocolo Clínico de Doença Orificial (Abscessos e Fístulas Anais).

João Batista Pinheiro Barreto, Alexandre José Aguiar Andrade.
Serviço de Coloproctologia - Hospital Universitário - Universidade Federal do Maranhão - maio/2010.
Número: 956 / Publicado em 23/06/2012 - 22:41

Os abscessos e as f√≠stulas anais podem ser considerados como o espectro de apresenta√ß√£o de uma mesma doen√ßa; os primeiros representariam a fase aguda enquanto que os √ļltimos, a cr√īnica deste processo.

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Protocolo Clínico de Avaliação e Conduta no Traumatismo Dentário.

Bandeira Macena, Maria Carolina; Leite, Ana Catarina; Colares, Viviane; Vieira,Sandra; Guedes de Carvalho Neto, Luiz.
Revista Brasileira em Promo√ß√£o da Sa√ļde, Vol. 22, N√ļm. 2, 2009, pp. 120-127
Número: 955 / Publicado em 20/06/2012 - 08:33

Protocolo cl√≠nico, baseado na literatura atual, visando otimizar o atendimento emergencial do trauma dent√°rio nas denti√ß√Ķes dec√≠dua e permanente. O traumatismo dent√°rio est√° entre as patologias, eventos e agravos √† sa√ļde bucal que t√™m despertado crescente interesse da comunidade cient√≠fica nos √ļltimos anos. O aumento dos n√≠veis de viol√™ncia, do n√ļmero de acidentes de tr√Ęnsito e uma maior participa√ß√£o das crian√ßas em atividades esportivas contribuem para transformar o traumatismo dent√°rio em um problema de sa√ļde p√ļblica emergente.

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Protocolo Clínico para Uso de Espaçador em Crianças com Asma (Beta-2 Agonista).

Carlos O. Carraro
UNIMED
Número: 954 / Publicado em 23/06/2012 - 22:48

Atualmente, na maioria dos servi√ßos de atendimento emergencial a crise asm√°tica aguda √© tratada atrav√©s da nebuliza√ß√£o com f√°rmaco. Embora tal conduta esteja correta, cada nebuliza√ß√£o nesse tipo de tratamento demanda tempo, mais profissionais da √°rea da sa√ļde para preparar a medica√ß√£o e maior utiliza√ß√£o de oxig√™nio, visto que principalmente as crian√ßas pequenas n√£o permitem uma oclus√£o adequada da m√°scara √† face, diminuindo em muito a efic√°cia da medica√ß√£o. Dessa forma, estudos mais recentes t√™m demonstrado que o fornecimento do Beta-2 agonista atrav√©s do spray com espa√ßador √© mais conveniente, pois promove maior disponibilidade da droga para as vias a√©reas em tempo menor, permitindo √† crian√ßa deixar a m√°scara efetivamente acoplada √† face (o que melhora a efic√°cia do tratamento), diminui a incid√™ncia de efeitos adversos, tornando o tratamento de menor custo.

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Protocolo Cl√≠nico e Diretrizes Terap√™uticas: Hepatite Viral Cr√īnica C.

Secretaria de Vigil√Ęncia em Sa√ļde, Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais.
Minist√©rio da Sa√ļde ‚Äď Bras√≠lia 2010.
Número: 953 / Publicado em 20/06/2012 - 08:35

Esta publica√ß√£o apresenta o novo Protocolo Cl√≠nico e Diretrizes Terap√™uticas para o Tratamento da Hepatite Viral Cr√īnica B e Coinfec√ß√Ķes e, tamb√©m, como anexo, o Protocolo Cl√≠nico e as Diretrizes Terap√™uticas para o Tratamento da Hepatite Viral Cr√īnica C.

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Protocolo Cl√≠nico e Diretrizes Terap√™uticas: Hepatite Viral Cr√īnica B e Coinfec√ß√Ķes.

Secretaria de Vigil√Ęncia em Sa√ļde, Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais.
Minist√©rio da Sa√ļde ‚Äď Bras√≠lia 2010.
Número: 952 / Publicado em 20/06/2012 - 08:36

Esta publica√ß√£o apresenta o novo Protocolo Cl√≠nico e Diretrizes Terap√™uticas para o Tratamento da Hepatite Viral Cr√īnica B e Coinfec√ß√Ķes e, tamb√©m, como anexo, o Protocolo Cl√≠nico e as Diretrizes Terap√™uticas para o Tratamento da Hepatite Viral Cr√īnica C.

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Uveítes Posteriores Não-Infecciosas.

Minist√©rio da Sa√ļde e Secretarias de Sa√ļde.
Portaria SAS/MS N¬ļ 498 de 23 de Dezembro de 2009.
Número: 949 / Publicado em 19/06/2012 - 17:17

Uve√≠te corresponde √† inflama√ß√£o da √ļvea, camada vascular m√©dia dos olhos e pode ser dividida em anterior (√≠ris), intermedi√°ria (corpo ciliar e v√≠treo) e posterior (v√≠treo, retina, cor√≥ide e esclera). Uve√≠tes com acometimento de mais de uma por√ß√£o uveal s√£o chamadas de difusas, apresentando geralmente acometimento bilateral. As doen√ßas oculares inflamat√≥rias s√£o causa importante de cegueira (acuidade visual com melhor corre√ß√£o menor que 20/400 ou 0,05) e baixa vis√£o (acuidade visual com melhor corre√ß√£o entre 20/70 ou 0,3 e 20/200 ou 0,1) no mundo todo. A incid√™ncia anual de uve√≠te varia, de acordo com o pa√≠s, entre 17 e 52 casos por 100.000 habitantes, com uma preval√™ncia de 38 a 714 casos por 100.000 habitantes. As uve√≠tes s√£o respons√°veis por cerca de 10% dos casos de defici√™ncia visual no mundo ocidental, e aproximadamente 35% dos pacientes com uve√≠te referem baixa vis√£o ou cegueira.

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