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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME 7ª Edição - 2010

Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos.
Minist√©rio da Sa√ļde - Bras√≠lia, 2010.
Número: 1086 / Publicado em 23/06/2012 - 09:55

A RENAME tem tamb√©m o papel fundamental de orientar a pol√≠tica p√ļblica de desenvolvimento cient√≠fico e tecnol√≥gico, apontar prioridades nacionais na √°rea de produ√ß√£o de medicamentos e do desenvolvimento tecnol√≥gico de insumos estrat√©gicos para a sa√ļde, visando dotar o Pa√≠s de capacidade tecnol√≥gica e produtiva, para atender √†s necessidades do Sistema √önico de Sa√ļde.

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Recomenda√ß√Ķes para Terapia Antirretroviral em Adultos Infectados pelo HIV - Suplemento III - Tratamento e Preven√ß√£o - 2008

Secretaria de Vigil√Ęncia em Sa√ļde, Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais.
Secretaria de Aten√ß√£o √† Sa√ļde - Minist√©rio da Sa√ļde - Bras√≠lia - Outubro 2010
Número: 1082 / Publicado em 23/06/2012 - 09:57

O acesso universal ao tratamento e √† preven√ß√£o do HIV e de doen√ßas sexualmente transmiss√≠veis possibilitou transformar o cen√°rio da epidemia no pa√≠s. A queda nas taxas de transmiss√£o vertical do HIV, a redu√ß√£o da morbimortalidade da infec√ß√£o e o aumento da expectativa e qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV e AIDS s√£o uma realidade, caracterizando o atual perfil cr√īnico da doen√ßa.

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Linha Guia de Aten√ß√£o √† Sa√ļde: Aten√ß√£o √† Sa√ļde do Adolescente.

Secretaria de Estado de Sa√ļde de Minas Gerais.
Governo do Estado de Minas Gerais - Belo Horizonte, 2006 - 1a Edição
Número: 1078 / Publicado em 23/06/2012 - 09:59

Esta Linha-Guia reflete tal postura e com responsabilidade vem para alertar os profissionais sobre as situa√ß√Ķes de riscos na adolesc√™ncia, reafirmando as importantes parcerias institucionais e tendo cuidado no tratamento das quest√Ķes mais complexas. Mostra uma grande preocupa√ß√£o integrando a√ß√Ķes num sistema de rede que possa interligar os diversos programas j√° em funcionamento, desenvolvidos pelas Secretarias de Estado, pela Prefeitura, sociedade organizada, evitando uma postura de isolamento, de duplica√ß√£o de a√ß√Ķes e de auto-resolu√ß√£o de problemas.

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Protocolo Estadual de Vigil√Ęncia e Assist√™ncia aos Casos de Influenza A (H1N1).

Secretaria de Estado de Sa√ļde de Minas Gerais
Comitê Estadual de Enfrentamento da Influenza A (H1N1) - Belo Horizonte 21 de agosto / 2009
Número: 1077 / Publicado em 23/06/2012 - 10:01

Toda pessoa com s√≠ndrome gripal (febre + tosse e/ou dor de garganta) deve procurar o servi√ßo de sa√ļde para avalia√ß√£o e estabelecimento da conduta.

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Protocolos Clínicos - 042 - Protocolo de Eletroconvulsoterapia.

H√©lio Lauar, Helian Nunes, Jo√£o Vinicius Salgado, Geovany Eliberto Ara√ļjo.
Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) - 2010
Número: 1075 / Publicado em 17/03/2012 - 15:55

O mecanismo de ação da eletroconvulsoterapia não está claro, há hipóteses relacionadas aos neurotransmissores, neuroendócrinas e neurofisiológicas. Porém as evidências científicas indicam melhora significativa do humor, padrão do sono, apetite e no interesse geral. A eficácia global da ECT é em torno de 80% para depressão, significativamente superior a dos antidepressivos.

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Protocolos Cl√≠nicos - 041 - Linha Guia para o Manejo Cl√≠nico do Paciente com Influenza por Cepa Emergente Potencialmente Pand√™mica ‚Äď Influenza A H1N1 ‚Äď (gripe su√≠na).

Tania Maria Marcial, Lorenza Nogueira Campos, Glaucia Fernandes Cota, Talitah Michel Sanchez Candiani, Vanderson Valente, Regina Lunardi.
Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) - 2010
Número: 1074 / Publicado em 17/03/2012 - 15:56

Esta Diretriz difere conceitualmente dos demais protocolos cl√≠nicos da Fhemig a exemplo do protocolo 020 (Influenza avi√°ria humana H5N1). A mesma tem atua√ß√£o nos diversos n√≠veis hierarquizados do Sistema √önico de Sa√ļde e dentro de um n√≠vel v√°rios pontos de a√ß√£o, constituindo assim uma Linha Guia, por n√£o atuar em um √ļnico ponto da aten√ß√£o. √Č aplic√°vel durante a fase inicial do plano de enfrentamento mineiro, enquanto n√£o existem casos aut√≥ctones no territ√≥rio, com transmiss√£o sustentada.

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Protocolos Clínicos - 038 - Triagem Nutricional Neonatal.

Mariana Rezende Casagrande
Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) - 2010
Número: 1073 / Publicado em 17/03/2012 - 15:56

O estado nutricional de uma crian√ßa ao nascer varia de acordo com as condi√ß√Ķes de vida intra-uterina √†s quais esteve submetida. A adequa√ß√£o nutricional do feto pode influenciar de forma significante a morbidade e a mortalidade do rec√©m-nascido (RN).

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Protocolos Cl√≠nicos - 036 - Protocolo de Cetoacidose Diab√©tica (CAD) na Inf√Ęncia e Adolesc√™ncia.

Luís Fernando Andrade de Carvalho,Cristiano Maciel Albuquerque.
Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) - 2010
Número: 1072 / Publicado em 17/03/2012 - 15:54

A cetoacidose diab√©tica (CAD) √© a causa mais freq√ľente de morte nas crian√ßas com diabetes mellitus tipo 1 (DM1). Apresenta uma taxa de mortalidade de 0,15 a 0,3% que pode chegar a 20% nos pacientes com edema cerebral. A freq√ľ√™ncia da cetoacidose diab√©tica varia de 1 a 10% nas crian√ßas com diagn√≥stico pr√©vio de diabetes mellitus e de 15 a 70% como primeira manifesta√ß√£o nas crian√ßas sem diagn√≥stico. As infec√ß√Ķes s√£o os principais fatores precipitantes (30 a 40% dos casos). Em pacientes com diabetes previamente diagnosticada, a cetoacidose diab√©tica costuma estar relacionada com o uso inadequado de insulina.

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Protocolos Clínicos - 031 - Sepse Neonatal (SN).

Sandra Lima Ornelas, Ana Maria de Jesus Cardoso, Giselle Cucconato, Ana Lucia Lima Guedes, Valda M. Franqueira Mendonça.
Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) - 2010
Número: 1071 / Publicado em 17/03/2012 - 15:53

Sepse Neonatal (SN) é uma síndrome clínica caracterizada por sinais sistêmicos de infecção e acompanhada por bacteremia, no primeiro mês de vida, podendo ou não apresentar hemocultura positiva.

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Protocolos Clínicos - 030 - Esquizofrenia Refratária.

Adelaide Duarte Ubaldino Pereira, Márcia Amaral Montezuma, Dante Galileu Guedes Duarte, Samir Melki, Eliane Mussel da Silva, Hélio Lauar de Barros, Helian Nunes de Oliveira, João Vinicius Salgado.
Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) - 2010
Número: 1070 / Publicado em 17/03/2012 - 15:53

A esquizofrenia √© tida como uma doen√ßa mental grave persistente, de curso vari√°vel, que atinge 1% da popula√ß√£o geral e, em que 80 a 90% dos pacientes apresenta algum n√≠vel de preju√≠zo do funcionamento social, ocupacional e afetivo, apesar de responsivos ao tratamento. Em seu car√°ter de doen√ßa cr√īnica, cerca de 30% dos pacientes s√£o considerados refrat√°rios.

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14/09/2020
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