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Anestesia Venosa Total para Sedação.

Sociedade Brasileira de Anestesiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 514 / Publicado em 09/03/2012 - 15:18

A sedação é um método controlado para reduzir o nível de consciência. Existem vários níveis de sedação, variando de leve até a anestesia geral, que se distinguem entre si pela capacidade do paciente em manter reflexos protetores e vias aéreas patentes. Como não existem limites precisos separando os diferentes níveis de sedação, o paciente pode transitar rapidamente para níveis mais profundos de sedação. Por isso, o profissional deve estar capacitado para manejar todos esses níveis, inclusive de anestesia geral, mesmo que a intenção inicial tenha sido apenas a sedação leve.

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Anestesia Venosa Total em Procedimentos Neurocir√ļrgicos.

Sociedade Brasileira de Anestesiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 513 / Publicado em 09/03/2012 - 15:19

O objetivo da neurocirurgia √© preservar e restaurar a fun√ß√£o cerebral. Isso pode requerer interven√ß√£o cir√ļrgica de longa dura√ß√£o, uso de sofisticados equipamentos cir√ļrgicos, monitoriza√ß√£o eletrofisiol√≥gica e coopera√ß√£o do paciente durante a cirurgia. Para otimizar a neurocirurgia, a anestesia deve utilizar f√°rmacos e t√©cnicas anest√©sicas que causem m√≠nima altera√ß√£o na press√£o intracraniana (PIC), n√£o produzam interfer√™ncia na monitoriza√ß√£o eletrofisiol√≥gica, facilitem os novos procedimentos neurocir√ļrgicos e permitam a coopera√ß√£o do paciente durante a cirurgia, com r√°pida recupera√ß√£o da anestesia.

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Anestesia Venosa Total em Procedimentos Ambulatoriais.

Sociedade Brasileira de Anestesiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 512 / Publicado em 09/03/2012 - 15:20

Alguns princ√≠pios guiam a anestesia para cirurgia ambulatorial. Ela deve ter in√≠cio e recupera√ß√£o r√°pidos, promovendo boa estabilidade cardiovascular e respirat√≥ria e n√£o causando efeitos colaterais adversos, como n√°useas e v√īmitos, que prejudiquem a alta hospitalar no dia do procedimento.

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Anestesia Venosa Total em Obesidade Mórbida.

Sociedade Brasileira de Anestesiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 511 / Publicado em 09/03/2012 - 15:21

O principal objetivo da anestesia no paciente obeso m√≥rbido √© promover boa estabilidade hemodin√Ęmica, tempo de despertar e extuba√ß√£o precoces, e r√°pida recupera√ß√£o anest√©sica, com retorno r√°pido √†s atividades usuais para evitar complica√ß√Ķes como tromboembolismo e atelectasias pulmonares. Assim, a pesquisa pela literatura objetivou estabelecer o papel da AVT dentro do contexto da obesidade m√≥rbida no que se refere a esses desfechos, assim como a aplicabilidade da t√©cnica de infus√£o alvocontrolada nessa popula√ß√£o.

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Anestesia Venosa Total em Colecistectomia Laparoscópica.

Sociedade Brasileira de Anestesiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 510 / Publicado em 09/03/2012 - 15:22

A anestesia geral para os pacientes que s√£o submetidos √† laparoscopia ambulatorial requer r√°pida e previs√≠vel recupera√ß√£o da anestesia. Por esta raz√£o, existe a necessidade de selecionar agentes anest√©sicos que promovam amn√©sia e relaxamento muscular adequados para a realiza√ß√£o do procedimento. Os anest√©sicos como o propofol e o sevoflurano de a√ß√£o curta podem oferecer benef√≠cios farmacoecon√īmicos para procedimentos como a colecistectomia videolaparosc√≥pica.

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Baixa Estatura por Defici√™ncia do Horm√īnio de Crescimento: Diagn√≥stico.

Sociedade Brasileira de Pediatria e Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 509 / Publicado em 09/03/2012 - 15:31

A defici√™ncia de horm√īnio de crescimento (DGH) √© caracterizada por uma combina√ß√£o de anormalidades antropom√©tricas, cl√≠nicas, bioqu√≠micas e metab√≥licas causadas, diretamente, pela secre√ß√£o deficiente de horm√īnio de crescimento (GH) e, indiretamente, pela redu√ß√£o na gera√ß√£o de horm√īnios e fatores de crescimento GH-dependentes.

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Avaliação Genético - Clínica do Recém-Nascido.

Sociedade Brasileira de Genética Clínica.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 508 / Publicado em 09/03/2012 - 15:31

O exame físico com a descrição pormenorizada do fenótipo morfológico (exame genético-clínico), e quando necessário a documentação fotográfica, fornecem a informação mais importante para a definição diagnóstica, já que a maioria dos quadros dismórficos são de diagnóstico clínico.

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Avaliação Nutrológica Pré e Pós-operatória em Cirurgia Bariátrica.

Associação Brasileira de Nutrologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 507 / Publicado em 09/03/2012 - 15:30

A realização de cirurgias para redução gástrica e intestinal (cirurgia bariátrica) tem aumentado como alternativa terapêutica, além de ter se mostrado eficiente na perda de peso em médio e longo prazo e na queda de mortalidade entre os obesos graves. Por outro lado, pacientes submetidos a esse procedimento são suscetíveis ao desenvolvimento de deficiências nutricionais causadas pela redução na digestão e na absorção de nutrientes em curto, médio e longo prazo.

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Avaliação de Condutores e Candidatos a Condutores de Veículos Automotores Portadores de Epilepsia.

Associação Brasileira de Medicina de Tráfego.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 506 / Publicado em 09/03/2012 - 15:27

A permiss√£o para dirigir ve√≠culos ou a renova√ß√£o da habilita√ß√£o para pessoas portadoras de epilepsia √© um problema que envolve m√©dicos peritos examinadores, consultores das autoridades de tr√Ęnsito, bem como aqueles que promovem o tratamento destes pacientes.

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Artrose do Joelho: Tratamento Cir√ļrgico.

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Colégio Brasileiro de Radiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 505 / Publicado em 09/03/2012 - 15:33

A artrose ou osteoartrite do joelho √© uma doen√ßa degenerativa articular, de etiologia prim√°ria ou secund√°ria, que tem sua preval√™ncia aumentada com o envelhecimento da popula√ß√£o, assim como pela exposi√ß√£o do indiv√≠duo jovem a situa√ß√Ķes de traumatismo articular. Esta situa√ß√£o √© acentuada na pessoa com predisposi√ß√£o familiar. Apesar do avan√ßo nos tratamentos conservadores, que envolvem medidas como mudan√ßa no estilo de vida, perda de peso, atividades f√≠sicas adequadas, fisioterapia, al√©m do uso de medicamentos, como condroprotetores, analg√©sicos e antiinflamat√≥rios, a progress√£o da artrose leva √† perda progressiva da independ√™ncia e da qualidade de vida do indiv√≠duo. Hoje est√£o bem estabelecidos os benef√≠cios de interven√ß√Ķes como cirurgias de alinhamento do tipo osteotomia e substitui√ß√£o articular do tipo artroplastia. No entanto, s√£o pouco discutidas as evid√™ncias a respeito, assim como sua aplicabilidade √† realidade brasileira.

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14/09/2020
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