Profissionais: 7132
Prontuários: 511323

Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

Advertência: Estes artigos e resumos são protegidos pela Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98), sendo vedada a sua transcrição sem citação da fonte e a sua reprodução com finalidades comerciais sem autorização dos autores.

Adobe Acrobat Reader
É necessário o Adobe Acrobat Reader instalado.

Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Abscessos Cutñneos (Capítulo 77).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz CorrĂȘa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de SaĂșde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 837 / Publicado em 12/03/2012 - 10:39

É uma doença infecciosa causada por um arbovĂ­rus (existem quatro tipos diferentes de vĂ­rus do dengue DEN1, DEN 2, DEN 3 e DEN 4), que ocorre principalmente em ĂĄreas tropicais e subtropicais do mundo, inclusive no Brasil. As epidemias geralmente ocorrem no verĂŁo, durante ou imediatamente apĂłs perĂ­odos chuvosos. Pode ser transmitido por duas espĂ©cies de mosquitos (AĂ«des aegypti e AĂ«des albopictus), que picam durante o dia, ao contrĂĄrio do mosquito comum (Culex), que tem atividade durante a noite.

Abrir arquivo em PDF

Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Leptospirose (Capítulo 76).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz CorrĂȘa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de SaĂșde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 836 / Publicado em 12/03/2012 - 10:39

Incubação de 2 a 20 dias. Infecção causada pela Leptospira interrogans, cujos grupos sorolĂłgicos mais associados a infecção Ă© a Leptospira icterohaemorrhagiae (transmitida por ratos), existem outros tipos de Leptospira cujo reservatĂłrio Ă© em outros animais. A infecção afeta o fĂ­gado e outros orgĂŁos. A transmissĂŁo Ă© feita para o homem atravĂ©s de: ingestĂŁo de alimentos ou ĂĄgua contaminados pela urina do animal ou penetração de pequenas lesĂ”es na pele ou pelas conjuntivas. ComplicaçÔes sĂŁo: miocardite, insuficiĂȘncia renal, meningite assĂ©ptica e pneumonite com hemorragia. A doença aparece em casos esporĂĄdicos ou em surtos apĂłs inundaçÔes.

Abrir arquivo em PDF

Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Tuberculose Pulmonar (Capítulo 75).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz CorrĂȘa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de SaĂșde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 835 / Publicado em 12/03/2012 - 10:39

Infecção causada pelo Mycobacterium tuberculosis. O tratamento Ă© iniciado com mĂ­nimo trĂȘs drogas, geralmente incluindo isoniazida, rifampicina e pirazinamida. A tuberculose por germe multirresistente estĂĄ se tornando um problema especialmente em pacientes com HIV. Aproximadamente 15% dos casos de tuberculose, apresentam envolvimento extrapulmonar. Os locais mais afetados sĂŁo: linfonodos, pleura, pericĂĄrdio e meninges.

Abrir arquivo em PDF

Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Abscessos Cutñneos (Capítulo 74).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz CorrĂȘa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de SaĂșde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 834 / Publicado em 12/03/2012 - 10:40

Resultam de uma quebra na barreira cutùnea com contaminação da flora bacteriana residente.

Abrir arquivo em PDF

Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Osteomielite (Capítulo 73).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz CorrĂȘa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de SaĂșde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 833 / Publicado em 12/03/2012 - 10:40

Infecção piogĂȘnica do osso. O osso pode ser infectado por via hematogĂȘnica ou foco de infecção contĂ­guo. A forma hematogĂȘnica Ă© mais comum em crianças, nos adultos atinge principalmente os corpos vertebrais. Em 90% dos casos Ă© causada pelo Staphylococcus aureus. A disseminação da infecção de um foco contĂ­guo Ă© a forma mais comum em adultos. Os diabĂ©ticos e pacientes com insuficiĂȘncia vascular perifĂ©rica sĂŁo propensos a osteomielite. Os ossos longos sĂŁo os mais afetados especialmente das extremidades inferiores.

Abrir arquivo em PDF

Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Erisipela (Capítulo 72).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz CorrĂȘa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de SaĂșde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 832 / Publicado em 12/03/2012 - 10:40

É uma celulite superficial com envolvimento linfático. Causada quase sempre pelo Estreptococos do Grupo A. Está associada a uma porta de entrada pela pele.

Abrir arquivo em PDF

Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Endocardite Infecciosa (Capítulo 71).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz CorrĂȘa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de SaĂșde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 831 / Publicado em 12/03/2012 - 10:41

Divide-se em endocardite de vĂĄlvula nativa e de vĂĄlvula protĂ©tica. A endocardite de vĂĄlvula nativa representa 70% dos casos e os pacientes geralmente tem doenças predisponentes como: febre reumĂĄtica, patologias congĂȘnitas, uso de drogas IV ou doença periodĂŽntica. UsuĂĄrios de drogas venosas apresentam risco de doença na vĂĄlvula tricĂșspide e 50% dos casos sĂŁo causados por Staphylococcus aureus.

Abrir arquivo em PDF

Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Meningite (Capítulo 70).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz CorrĂȘa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de SaĂșde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 830 / Publicado em 12/03/2012 - 10:42

QUADRO CLÍNICO: Febre. Rigidez de nuca ou abaulamento de fontanela em lactentes jovens. CefalĂ©ia. AlteraçÔes do sensĂłrio. VĂŽmitos. LĂ­quor alterado (a punção lombar deverĂĄ ser efetuada em ambiente hospitalar sendo a Ășnica forma de confirmação diagnĂłstica e sua etiologia).

Abrir arquivo em PDF

Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Doença InflamatĂłria PĂ©lvica (CapĂ­tulo 69).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz CorrĂȘa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de SaĂșde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 829 / Publicado em 12/03/2012 - 10:42

Infecção do trato genital superior feminino, que Ă© precedida geralmente por cervicite. É polimicrobiana e associa-se com os organismos transmitidos sexualmente Neisseria gonorheae e Chlamydia trachomatis e outros organismos endĂłgenos como anaerĂłbios, estreptococos e gram negativos. É mais frequente na mulher jovem, nulĂ­para e com mĂșltiplos parceiros sexuais. Pode complicar-se com peritonite, abscesso tubo-ovariano e infertilidade.

Abrir arquivo em PDF

Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Cistite (Capítulo 67).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz CorrĂȘa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de SaĂșde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 828 / Publicado em 12/03/2012 - 10:43

Cistite é um tipo de infecção urinåria não complicada restrita a bexiga. Afeta as mulheres mais frequentemente que aos homens. A maior parte dos casos deve-se a infecção bacteriana por Gram negativos (Enterobactérias) como Escherichia coli (80%), Proteus mirabilis e Klebsiella pneumoniae.

Abrir arquivo em PDF

Portal Saúde Direta - Footer
Atualizado em
14/09/2020
Saude-Direta-Facebook Saude-Direta-LinkedIN Saude-Direta-Twitter