Profissionais: 7132
Prontuários: 512003

Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

Advertência: Estes artigos e resumos são protegidos pela Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98), sendo vedada a sua transcrição sem citação da fonte e a sua reprodução com finalidades comerciais sem autorização dos autores.

Adobe Acrobat Reader
É necessário o Adobe Acrobat Reader instalado.

Manual de Vigil√Ęncia de Epizootias em Primatas N√£o-Humanos

Secretaria de Vigil√Ęncia em Sa√ļde
Minist√©rio da Sa√ļde ‚Äď Bras√≠lia, 2005.
Número: 2366 / Publicado em 22/04/2012 - 19:59

Sua leitura atualizar√° os profissionais de sa√ļde nos conhecimentos acerca dos aspectos epidemiol√≥gicos, caracter√≠sticas e distribui√ß√£o geogr√°fica dos primatas n√£o-humanos, realiza√ß√£o de necropsia em campo, colheita de material biol√≥gico, an√°lise e divulga√ß√£o dos dados, medidas de controle da febre amarela e diretrizes para o estabelecimento da vigil√Ęncia entomol√≥gica e de epizootias.

Abrir arquivo em PDF

Botulismo - Orienta√ß√Ķes para Pacientes e Familiares

Divis√£o de Doen√ßas de Transmiss√£o H√≠drica e Alimentar. Centro de Vigil√Ęncia Epidemiol√≥gica "Prof. Alexandre Vranjac"
Governo do Estado de S√£o Paulo - S√£o Paulo - 2002
Número: 2365 / Publicado em 22/04/2012 - 19:49

O botulismo é uma doença paralítica, bastante grave, causada por uma toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum (C. botulinum). O nome botulismo vem da palavra latina "botulus" que significa salsicha. Essa doença foi descrita pela primeira vez na Alemanha, no século XVIII, quando ocorriam grandes surtos provocados pela ingestão de salsichas feitas em casa.

Abrir arquivo em PDF

Norma Técnica do Programa de Imunização

Secretaria de Estado da Sa√ļde. Coordenadoria de Controle de Doen√ßas. Centro de Vigil√Ęncia Epidemiol√≥gica ‚ÄúProf. Alexandre Vranjac‚ÄĚ.
Governo do Estado de S√£o Paulo - S√£o Paulo - 2008
Número: 2364 / Publicado em 22/04/2012 - 19:45

Esta nova vers√£o da Norma T√©cnica do Programa de Imuniza√ß√£o paulista, al√©m de ser uma atualiza√ß√£o da publica√ß√£o anterior, est√° ampliada j√° que acrescenta as orienta√ß√Ķes sobre as vacinas incorporadas nos √ļltimos dez anos, bem como as novas indica√ß√Ķes para o seu uso. S√£o destaques: a imuniza√ß√£o de idosos contra gripe, que foi incorporada √† rotina; a vacina Tetravalente, com prote√ß√£o contra hem√≥filo b, que passou a substituir a DTP; a vacina contra rotav√≠rus para rec√©m-nascidos, inclu√≠da no calend√°rio b√°sico dos rec√©m-nascidos; e a introdu√ß√£o de um refor√ßo da Tr√≠plice Viral (contra sarampo, caxumba e rub√©ola) para crian√ßas entre 4 e 6 anos.

Abrir arquivo em PDF

Guia de Orienta√ß√Ķes T√©cnicas - Hepatites B e C

Secretaria de Estado da Sa√ļde de S√£o Paulo
Governo do Estado de S√£o Paulo - 2002
Número: 2363 / Publicado em 22/04/2012 - 19:41

As hepatites virais s√£o doen√ßas infecciosas, de transmiss√£o inter-humana, distribu√≠das universalmente, que podem apresentar evolu√ß√£o aguda e/ou cr√īnica, constituindo-se em importante problema de sa√ļde p√ļblica. Estas infec√ß√Ķes compreendem um conjunto de v√≠rus hepatotr√≥picos, que s√£o identificados por letras do alfabeto. J√° s√£o bem conhecidas as hepatites causadas pelos v√≠rus A, B, C, D e E. Ainda h√° um conjunto de infec√ß√Ķes causadas por outros v√≠rus hepatotr√≥picos, que est√£o sendo identificados, tais como hepatites pelo v√≠rus G1, e mais recentemente v√≠rus TTV e v√≠rus SEN-V2. Apesar de semelhan√ßas na apresenta√ß√£o cl√≠nica, elas diferem, al√©m da etiologia, em aspectos epidemiol√≥gicos e evolu√ß√£o cl√≠nica.

Abrir arquivo em PDF

Guia de Vigil√Ęncia para Erradica√ß√£o do Sarampo, Controle da Rub√©ola e da S√≠ndrome da Rub√©ola Cong√™nita

Funda√ß√£o Nacional de Sa√ļde.
Minist√©rio da sa√ļde - 1 ed. Bras√≠lia: 2000
Número: 2362 / Publicado em 22/04/2012 - 19:35

O conte√ļdo deste Guia est√° dividido em tr√™s partes. Na primeira trata de forma aprofundada e detalhada sobre todos os aspectos t√©cnicos e operacionais relacionados √† vigil√Ęncia epidemiol√≥gica do sarampo. Na parte dois o enfoque √© para a rub√©ola e na parte tr√™s para a SRC. Algumas orienta√ß√Ķes, por serem v√°lidas para o sarampo e a rub√©ola, est√£o referidas em uma outra parte, da√≠ a import√Ęncia de fazer a leitura e a consulta do documento como um todo.

Abrir arquivo em PDF

C√≥lera - Normas e Instru√ß√Ķes

Divis√£o de Vigil√Ęncia Epidemiol√≥gica das Doen√ßas de Transmiss√£o H√≠drica e Alimentar - CVE/SES - SP
Governo do Estado de S√£o Paulo - 2002
Número: 2361 / Publicado em 22/04/2012 - 19:25

Doen√ßa infecciosa aguda, transmiss√≠vel, caracterizada, em sua forma mais evidente, por diarr√©ia aquosa s√ļbita, cujo agente etiol√≥gico √© o Vibrio cholerae (bact√©ria Gram-negativa, em forma de bastonete encurvado, m√≥vel), transmitida principalmente pela contamina√ß√£o fecal da √°gua, alimentos e outros produtos que v√£o √† boca. A c√≥lera √© um modelo cl√°ssico de enterotoxigenicidade.

Abrir arquivo em PDF

Botulismo

Divis√£o de Vigil√Ęncia Epidemiol√≥gica das Doen√ßas de Transmiss√£o H√≠drica e Alimentar - CVE/SES - SP
Governo do Estado de S√£o Paulo - 2002
Número: 2360 / Publicado em 22/04/2012 - 19:26

O botulismo √© uma doen√ßa resultante da a√ß√£o de uma potente toxina produzida por uma bact√©ria denominada Clostridium botulinum (C. botulinum). De ocorr√™ncia s√ļbita, caracteriza-se por manifesta√ß√Ķes neurol√≥gicas seletivas, de evolu√ß√£o dram√°tica e elevada letalidade. √Č adquirida mais comumente, em nosso meio, pela ingest√£o de alimentos contaminados, tais como embutidos e conservas caseiras em latas ou vidros.

Abrir arquivo em PDF

Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos - Parte II

Funda√ß√£o Nacional de Sa√ļde
Minist√©rio da Sa√ļde - 2¬™ Edi√ß√£o revisada - 2001
Número: 2359 / Publicado em 22/04/2012 - 19:00

Os dados apresentados referem-se √†s notifica√ß√Ķes encaminhadas pelas secretarias estaduais de sa√ļde √† Funda√ß√£o Nacional de Sa√ļde (FUNASA) do Minist√©rio da Sa√ļde. Ainda que, em determinadas regi√Ķes, ocorra subnotifica√ß√£o, √© poss√≠vel hoje dimensionar e construir um perfil epidemiol√≥gico dos acidentes no pa√≠s.

Abrir arquivo em PDF

Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos - Parte I

Funda√ß√£o Nacional de Sa√ļde
Minist√©rio da Sa√ļde - 2¬™ Edi√ß√£o revisada - 2001
Número: 2358 / Publicado em 22/04/2012 - 18:59

O presente manual resulta da revis√£o e fus√£o do Manual de Diagn√≥stico e Tratamento de Acidentes Of√≠dicos (1987) com o Manual de Diagn√≥stico e Tratamento de Acidentes por Animais Pe√ßonhentos (1992). Destina-se, principalmente, aos profissionais da √°rea da sa√ļde, contendo informa√ß√Ķes atualizadas que visam fornecer subs√≠dios t√©cnicos para identifica√ß√£o, diagn√≥stico e conduta deste tipo de agravo √† sa√ļde.

Abrir arquivo em PDF

Tratamento e Acompanhamento do Diabetes mellitus - Parte II

Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes
Sociedade Brasileira de Diabetes - 2006
Número: 2357 / Publicado em 22/04/2012 - 18:07

Uma epidemia de diabetes mellitus (DM) est√° em curso. Em 1985 estimava-se que existissem 30 milh√Ķes de adultos com DM no mundo; esse n√ļmero cresceu para 135 milh√Ķes em 1995, atingindo 173 milh√Ķes em 2002, com proje√ß√£o de chegar a 300 milh√Ķes no ano 2030. Cerca de dois ter√ßos desses indiv√≠duos com DM vivem nos pa√≠ses em desenvolvimento, onde a epidemia tem maior intensidade, com crescente propor√ß√£o de pessoas afetadas em grupos et√°rios mais jovens.

Abrir arquivo em PDF

Portal Saúde Direta - Footer
Atualizado em
14/09/2020
Saude-Direta-Facebook Saude-Direta-LinkedIN Saude-Direta-Twitter