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Diretrizes Cl√≠nicas na Sa√ļde Suplementar - Sepse: Abordagem do Agente Infeccioso - Diagn√≥stico

Salom√£o R, Diament D, Rigatto O, Gomes B, Silva E, Machado FR, Carvalho NB, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 167 / Publicado em 16/06/2012 - 19:14

O diagn√≥stico de infec√ß√£o num paciente s√©ptico √© de fundamental import√Ęncia. Embora nem sempre seja f√°cil detectar o foco prim√°rio, esta deve ser uma preocupa√ß√£o constante para o controle de uma sepse grave. A correta individualiza√ß√£o do local prim√°rio do processo infeccioso possibilita a realiza√ß√£o de exames espec√≠ficos que podem conduzir a identifica√ß√£o dos microorganismos respons√°veis.

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Diretrizes Cl√≠nicas na Sa√ļde Suplementar - Sepse: Ventila√ß√£o Mec√Ęnica

Machado FR, Assunção M, Silva E, Salomão R, Bernardo WM, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 166 / Publicado em 16/06/2012 - 18:51

Grande parte dos pacientes s√©pticos evolui com disfun√ß√£o respirat√≥ria necessitando algum grau de suporte ventilat√≥rio, quer seja sob a forma de ventila√ß√£o mec√Ęnica n√£o-invasiva (VNI) ou invasiva. A resposta inflamat√≥ria, alterando a permeabilidade capilar provoca extravasamento de l√≠quido para o interst√≠cio pulmonar, al√©m de redu√ß√£o de surfactante com consequente colapso alveolar. Esse quadro resulta em altera√ß√£o da rela√ß√£o entre a press√£o parcial de oxig√™nio e a fra√ß√£o inspirada de oxig√™nio (rela√ß√£o pO2/FiO2) gerando hipoxemia. Assim, pacientes s√©pticos evoluem frequentemente com les√£o pulmonar aguda (LPA) ou s√≠ndrome de desconforto respirat√≥rio agudo (SDRA), sendo a sepse a causa mais comum dessas afec√ß√Ķes. Justifica-se, portanto, delinear as principais quest√Ķes relacionadas √† disfun√ß√£o respirat√≥ria.

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Diretrizes Cl√≠nicas na Sa√ļde Suplementar - Sepse: Seda√ß√£o, Analgesia e Bloqueio Neuromuscular

Machado F, Mazza B, Silva E, Salom√£o R, Bernardo WM, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 165 / Publicado em 16/06/2012 - 18:53

Grande parte dos pacientes nas unidades de terapia intensiva (UTI) requer algum grau de seda√ß√£o ou analgesia o que torna o tema de grande import√Ęncia para uma boa condu√ß√£o cl√≠nica. Os pacientes s√©pticos t√™m caracter√≠sticas que os diferenciam da popula√ß√£o de pacientes cr√≠ticos, n√£o s√≥ pela sua gravidade, mas tamb√©m pela presen√ßa de disfun√ß√Ķes org√Ęnicas associadas. Nessa popula√ß√£o, a presen√ßa de disfun√ß√£o m√ļltipla de √≥rg√£os, com particular √™nfase na disfun√ß√£o renal e/ou hep√°tica torna a utiliza√ß√£o de medica√ß√Ķes mais complexa, pelas altera√ß√Ķes que ocorrem na farmacodin√Ęmica da mesma.

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Diretrizes Cl√≠nicas na Sa√ļde Suplementar - Nefrolit√≠ase: Abordagem Urol√≥gica

Bezerra C, Anderson MIP, Souza TF
Sociedade Brasileira de Urologia e Sociedade Brasileira de Medicina da Família e Comunidade
Número: 164 / Publicado em 16/06/2012 - 18:55

A preval√™ncia de nefrolit√≠ase √© de 2-3% com incid√™ncia em pa√≠ses industrializados de 0,5 ‚Äď 1% ao ano. A probabilidade de um homem branco desenvolver c√°lculo at√© os 70 anos √© de 1:8. Apresenta alta taxa de recidiva, podendo chegar a 80% ao longo da vida e sendo de at√© 50% em cinco anos. Pacientes com lit√≠ase assintom√°tica tornam-se sintom√°ticos em 50% dos casos em cinco anos. Medidas preventivas v√™m sendo discutidas com a inten√ß√£o de diminuir a taxa de recidiva e perda da fun√ß√£o renal.

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Diretrizes Cl√≠nicas na Sa√ļde Suplementar - Incontin√™ncia Urin√°ria Feminina: Tratamento Cir√ļrgico

Bezerra CA, Schaal CH, Gomes CM, Dambr√≥s M, Lorenzetti F, Simonetti F, Rios LAS, Agostinho AD, Resplande Filho J, Sartori M, Del Roy C, Hadad JM, Salvador M, Pacetta A, Sim√Ķes R
Sociedade Brasileira de Urologia, Federa√ß√£o Brasileira das Associa√ß√Ķes de Ginecologia e Obstetr√≠cia
Número: 163 / Publicado em 16/06/2012 - 18:57

O diagnóstico de defeito esfincteriano é bastante impreciso e a própria Sociedade Internacional de Continência, que reuniu especialistas para discutir o tema, sugere que não se deve tomar qualquer decisão terapêutica com base em diagnóstico de defi ciência esfi ncteriana intrínseca, seja através do VLPP ou do perfil pressórico uretral.

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Diretrizes Cl√≠nicas na Sa√ļde Suplementar - Imunodefici√™ncias Prim√°rias: Diagn√≥stico

Silva AR, Sarinho E, Borges W, Burns D, Vieira SE
Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia e Sociedade Brasileira de Pediatria
Número: 162 / Publicado em 16/06/2012 - 18:58

As imunodefici√™ncias prim√°rias (IDP) s√£o patologias gen√©ticas que t√™m como principal caracter√≠stica altera√ß√Ķes das fun√ß√Ķes do sistema imune, levando a maior suscetibilidade √†s infec√ß√Ķes de repeti√ß√£o, doen√ßas auto-imunes e neoplasias. Na maioria dos casos os sintomas cl√≠nicos das IDP iniciam-se na inf√Ęncia, sendo importante a atua√ß√£o dos pediatras na suspeita de tais patologias. Embora sua real preval√™ncia ainda seja desconhecida, estima-se uma incid√™ncia de um caso em 2.000 a 10.000 nascidos vivos, o que as torna t√£o frequentes quanto doen√ßas cujo diagn√≥stico √© realizado por triagem neonatal, como fenilceton√ļria (1/14000) e hipotireoidismo (1/5.000). Conhecer as principais manifesta√ß√Ķes cl√≠nicas e exames laboratoriais contribui para o diagnostico precoce e melhor prognostico das IDP.

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Diretrizes Cl√≠nicas na Sa√ļde Suplementar - Hipotireoidismo: Tratamento

Nogueira CR, Kimura ET, Carvalho GA, Sgarbi JA, Ward LS, Maciel LMZ, Silva MRD, Hetem LAB, Stein AT, Wagner HL, Nascimento DJ, Andrada NC
Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, Associação Brasileira de Psiquiatria, Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia
Número: 161 / Publicado em 16/06/2012 - 19:00

Desde 1950 a Levotiroxina tem sido a droga de escolha para o tratamento do hipotireoidismo. A dose m√©dia de levotiroxina requerida para adultos √© de 1,0 a 1,7 őľg/kg e em idosos 1,0 a 1,5 őľg/kg. Cuidados especiais devem ser observados para idosos e cardiopatas. Para monitorar o tratamento solicita-se o TSH s√©rico e n√£o o horm√īnio tireoidiano. Quando o paciente atinge o eutireoidismo o seguimento √© feito a cada seis meses ou anualmente. Uma complica√ß√£o do hipotireoidismo n√£o tratado √© o coma mixedematoso, nessa condi√ß√£o o paciente apresenta hipotermia, bradicardia e severa hipotens√£o. Hipotireoidismo n√£o tratado pode tamb√©m ocasionar cardiomegalia.

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Diretrizes Cl√≠nicas na Sa√ļde Suplementar - Hipotireoidismo: Diagn√≥stico

Nogueira CR, Kimura ET, Carvalho GA, Sgarbi JA, Ward LS, Maciel LMZ, Silva MRD, Stein AT, Wagner HL, Hetem LAB, Andrada NC
Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo, Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, Associação Brasileira de Psiquiatria
Número: 160 / Publicado em 16/06/2012 - 19:01

Hipotireoidismo √© defi nido como um estado cl√≠nico resultante de quantidade insuficiente de horm√īnios circulantes da gl√Ęndula tire√≥ide para suprir uma fun√ß√£o org√Ęnica normal. A forma mais prevalente √© a doen√ßa tireoidiana prim√°ria, denominado de hipotireoidismo prim√°rio e ocasionado por uma fal√™ncia da pr√≥pria gl√Ęndula, mas tamb√©m pode ocorrer hipotireoidismo devido a doen√ßa hipotal√Ęmica ou hipofis√°ria (denominado hipotireoidismo central).

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Diretrizes Cl√≠nicas na Sa√ļde Suplementar - Doen√ßa Nodular da Tire√≥ide: Tratamento e Seguimento

Tincani AJ, Kimura ET, Ward LS, Teixeira G, Kulcsar MAV, Tavares MR, del Negro A, Correa LAC, Abrah√£o M, Friguglieti CUM, Volpi EM, Maia AL, Nogueira CR, Biscolla RPM, Carvalho GA, Cavalcanti CEO, Vaisman M, Hojaiji F, Andrada NC
Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo e Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço
Número: 159 / Publicado em 16/06/2012 - 19:02

N√≥dulos tireoidianos s√£o frequentemente observados na pr√°tica cl√≠nica e representam a principal manifesta√ß√£o cl√≠nica de uma s√©rie de doen√ßas tireoidianas, incluindo malignidade. Mesmo ap√≥s a exclus√£o de malignidade, os pacientes com n√≥dulos benignos necessitam de acompanhamento cl√≠nico, que pode incluir al√©m do exame cl√≠nico, exames laboratoriais e condutas terap√™uticas cl√≠nica e/ou cir√ļrgica.

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Diretrizes Cl√≠nicas na Sa√ļde Suplementar - Doen√ßa Nodular da Tire√≥ide: Diagn√≥stico

Kimura ET, Tincani AJ Ward LS, Nogueira CR, Carvalho GA, Maia AL, Tavares MR, Teixeira G, Kulcsar MAV, Biscolla RPM, Cavalcanti CEO, Correa LAC, del Negro A, Friguglieti CUM, Hojaij F, Abrah√£o M, Volpi EM, Vaisman M, Andrada NC
Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo e Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço
Número: 158 / Publicado em 16/06/2012 - 19:03

N√≥dulos tireoidianos s√£o encontrados frequentemente na pr√°tica cl√≠nica e representam a principal manifesta√ß√£o cl√≠nica de uma s√©rie de doen√ßas tireoidianas. Estudos epidemiol√≥gicos conduzidos em √°reas sufi cientes em iodo t√™m demonstrado que 4% a 7 % das mulheres e 1% dos homens adultos apresentam n√≥dulo palp√°vel. Entretanto, estudos ultrassonogr√°ficos (US) mostram que esta preval√™ncia √© ainda maior, variando de 19% a 67%, com maior incid√™ncia em mulheres e idosos. A grande import√Ęncia no manejo dos n√≥dulos tireoidianos baseia-se no fato de que, apesar da grande maioria representar les√Ķes benignas, √© necess√°rio excluir o c√Ęncer da tire√≥ide, que ocorre em 5% a 10 % dos casos.

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