Profissionais: 7133
Prontuários: 512016

Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

Advertência: Estes artigos e resumos são protegidos pela Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98), sendo vedada a sua transcrição sem citação da fonte e a sua reprodução com finalidades comerciais sem autorização dos autores.

Adobe Acrobat Reader
É necessário o Adobe Acrobat Reader instalado.

Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Doenças Oportunistas (Capítulo 87).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz CorrĂȘa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de SaĂșde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 847 / Publicado em 12/03/2012 - 10:36

Pneumocistose, Neurotoxoplasmose, Meningite CriptocĂłcica, CandidĂ­ase Esofageana.

Abrir arquivo em PDF

Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Profilaxia apĂłs ViolĂȘncia Sexual (CapĂ­tulo 86).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz CorrĂȘa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de SaĂșde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 846 / Publicado em 12/03/2012 - 10:37

A profilaxia deve ser aplicada preferencialmente nas primeiras 72 horas apĂłs a violĂȘncia. É fundamental definir se houve penetração para indicarmos tal uso. O exame normal nĂŁo Ă© critĂ©rio para excluir a possibilidade de abuso sexual. A presença de doenças sexualmente transmissĂ­veis em crianças prĂ©-pĂșberes Ă© um achado especĂ­fico de abuso sexual atĂ© que seja provado o contrĂĄrio.

Abrir arquivo em PDF

Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Herpes Genital (Capítulo 85).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz CorrĂȘa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de SaĂșde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 845 / Publicado em 12/03/2012 - 10:37

Classicamente Ă© causada pela infecção com o vĂ­rus Herpes simplex. Cerca de 25% da população tem evidĂȘncia sorolĂłgica de infecção por este vĂ­rus. TransmissĂŁo por via sexual. Atualmente devido a mudança no comportamento sexual atĂ© 40% das infecçÔes genitais Ă© causada pelo HSV tipo I.

Abrir arquivo em PDF

Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Herpes Zoster (Capítulo 84).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz CorrĂȘa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de SaĂșde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 844 / Publicado em 12/03/2012 - 10:37

É mais comum em adultos, principalmente em condiçÔes que reduzam a imunidade. LesĂ”es localizadas podem ocorrer em pessoas com a imunidade normal. O quadro generalizado deve fazer o mĂ©dico suspeitar de imunodepressĂŁo. ComplicaçÔes cicatrizes, neuralgia pĂłs-herpĂ©tica, paralisias (especialmente facial), disfunção da bexiga e oftalmite (pode levar a cegueira). Causada pelo vĂ­rus Varicella zoster.

Abrir arquivo em PDF

Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas:Varicela (Capítulo 83).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz CorrĂȘa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de SaĂșde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 843 / Publicado em 12/03/2012 - 10:37

É altamente contagiosa sendo geralmente uma doença da infĂąncia. ContĂĄgio atravĂ©s de inalação de gotĂ­culas ou contato com as lesĂ”es. Incubação de 10 a 20 dias (mĂ©dia de 14 dias). O vĂ­rus pode causar tambĂ©m o quadro de herpes zoster. A vacina pode prevenir a doença em pessoas susceptĂ­veis. Se administrada nos primeiros quatro dias do contato, funciona como vacinação de bloqueio. A vacinação nĂŁo deve ser efetuada em gestantes nas primeiras 13 semanas.

Abrir arquivo em PDF

Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Sarampo (Capítulo 82).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz CorrĂȘa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de SaĂșde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 842 / Publicado em 12/03/2012 - 10:38

É altamente contagiosa sendo geralmente uma doença da infĂąncia, podendo acometer adultos. Causada por um Paramyxovirus. ContĂĄgio atravĂ©s de inalação de gotĂ­culas. Causa um milhĂŁo de mortes anualmente no mundo. Incubação de 10 a 14 dias. A vacina pode prevenir a doença em pessoas susceptĂ­veis desde que seja administrada nos primeiros cinco dias apĂłs a exposição. Profissionais de saĂșde devem ser vacinados caso nĂŁo sejam imunes a doença. O sarampo pode causar abortamento precoce em gestantes, mas nĂŁo estĂĄ associado a malformaçÔes fetais. ComplicaçÔes da doença: encefalomielite pĂłs-infecciosa, pneumonia, infecção bacteriana secundĂĄria (pneumonia, otite e sinusite) e conjuntivite. Raramente o sarampo pode causar a panencefalite esclerosante subaguda, este quadro causa alteraçÔes degenerativas do SNC anos depois do quadro de sarampo. A vacinação Ă© recomendada aos 12 a 15 meses e depois aos quatro a seis anos. Gestantes nĂŁo devem receber a vacina.

Abrir arquivo em PDF

Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: RubĂ©ola (CapĂ­tulo 81).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz CorrĂȘa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de SaĂșde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 841 / Publicado em 12/03/2012 - 10:38

Incubação de 14 a 21 dias. Doença sistĂȘmica causada por um Togavirus. A infecção confere imunidade permanente. A importĂąncia principal desta infecção Ă© o efeito teratogĂȘnico nofeto especialmente no primeiro trimestre da gestação a produção de infecção congĂȘnita. A rubĂ©ola congĂȘnita pode causar: microftalmia, glaucoma, cataratas, surdez, retardo psicomotor, doença cardĂ­aca congĂȘnita e rash. Outras complicaçÔes mais raras sĂŁo: encefalopatia pĂłs-infecciosa, manifestaçÔes hemorrĂĄgicas por trombocitopenia e hepatite. A doença pode ser prevenida com vacina (vĂ­rus vivo atenuado). Mulheres grĂĄvidas nĂŁo devem ser vacinadas e deve ser recomendado que a gravidez seja evitada por no mĂ­nimo trĂȘs meses apĂłs a vacinação. A artralgia geralmente Ă© mais intensa apĂłs a vacinação que na doença.

Abrir arquivo em PDF

Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Hepatite C (Capítulo 80).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz CorrĂȘa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de SaĂșde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 840 / Publicado em 12/03/2012 - 10:38

Existem aproximadamente 200 milhĂ”es de portadores no mundo. Causada por um RNA vĂ­rus. A transmissĂŁo ocorre principalmente pela via parenteral, transfusĂ”es de sangue, compartilhar seringas e agulhas e acidentes com agulhas em profissionais de saĂșde. As transmissĂ”es sexual e vertical podem ocorrer, mas sĂŁo bem menos frequentes que o vĂ­rus B. Pode tornar-se crĂŽnica em atĂ© 85% dos casos. Cerca de 25% dos casos crĂŽnicos progridem para cirrose hepĂĄtica. O carcinoma hepatocelular ocorre em 1 a 2% dos pacientes que desenvolvem cirrose. A incubação varia de 15 a 150 dias. Os grupos de risco sĂŁo: indivĂ­duos com histĂłria de mĂșltiplas hemotransfusĂ”es, profissionais de saĂșde, usuĂĄrios de drogas injetĂĄveis, indivĂ­duos com mĂșltiplos parceiros sexuais e pacientes em hemodiĂĄlise.

Abrir arquivo em PDF

Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Hepatite B (Capítulo 79).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz CorrĂȘa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de SaĂșde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 839 / Publicado em 12/03/2012 - 10:39

Doença endĂȘmica em vĂĄrias partes do mundo. Causada por um DNA vĂ­rus. A transmissĂŁo pode ocorrer pela via parenteral, sexual e vertical (mĂŁe para filho). Pode tornar-se crĂŽnica em 5 a 10% dos casos em adultos e em crianças menores de 5 anos em atĂ© 90% dos casos. Cerca de 30% dos casos crĂŽnicos progridem para cirrose hepĂĄtica. É o principal fator predisponente ao carcinoma hepatocelular (estĂĄ associada a 60% dos casos) e cerca de 5% dos pacientes portadores crĂŽnicos desenvolve o tumor. A insuficiĂȘncia hepĂĄtica pode ocorrer em atĂ© 1% dos casos. A incubação varia de 30 a 160 dias. A doença Ă© pode ser prevenida com a vacinação. Os grupos de risco sĂŁo: indivĂ­duos com histĂłria de mĂșltiplas hemotransfusĂ”es, profissionais de saĂșde, usuĂĄrios de drogas injetĂĄveis, indivĂ­duos com mĂșltiplos parceiros sexuais e pacientes em hemodiĂĄlise.

Abrir arquivo em PDF

Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Hepatite A (Capítulo 78).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz CorrĂȘa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de SaĂșde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 838 / Publicado em 12/03/2012 - 10:39

É o tipo mais comum de hepatite viral. Causada por um RNA vĂ­rus. TransmissĂŁo pela via FECAL ORAL, a transmissĂŁo sexual e parenteral Ă© possĂ­vel durante o perĂ­odo de viremia. Podem ocorrer epidemias em situaçÔes de contaminação do suprimento de ĂĄgua (por exemplo: enchentes). A transmissĂŁo ocorre nas duas semanas que antecedem os sintomas e perdura durante mais duas a trĂȘs semanas. A maioria dos casos resolve-se em quatro a seis semanas. A insuficiĂȘncia hepĂĄtica pode ocorrer em atĂ© 1% dos casos. NĂŁo existe hepatite A crĂŽnica. A doença pode ser prevenida com a vacinação (2 doses).

Abrir arquivo em PDF

Portal Saúde Direta - Footer
Atualizado em
14/09/2020
Saude-Direta-Facebook Saude-Direta-LinkedIN Saude-Direta-Twitter