Profissionais: 7136
Prontuários: 513457

Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

Advertência: Estes artigos e resumos são protegidos pela Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98), sendo vedada a sua transcrição sem citação da fonte e a sua reprodução com finalidades comerciais sem autorização dos autores.

Adobe Acrobat Reader
É necessário o Adobe Acrobat Reader instalado.

Como Perfurar o Lóbulo da Orelha para Colocação de Adornos

Hamilton Stolf e Eloisa P. de Campos
Sociedade Brasileira de Dermatologia
Número: 2829 / Publicado em 27/06/2014 - 08:22

O passo a passo de um procedimento simples que pode ser realizado por todos no dia-a-dia do consultório médico

Abrir arquivo em PDF

Bloqueios Anestésicos Úteis em Cirurgia Dermatológica

Aldo Toschi
Sociedade Brasileira de Dermatologia
Número: 2828 / Publicado em 27/06/2014 - 08:19

Procedimentos de rotina que necessitam de aprimoramento diário. Exemplos práticos e bem ilustrados mostram formas de utilização dos bloqueios anestésicos. (As fotos de bloqueios infraorbitário e mentoniano estão trocadas)

Abrir arquivo em PDF

Doenças Granulomatosas Ocupacionais

Bagatin E, Pereira CAC, Afiune JB
J Bras Pneumol. 2006;32(Supl 1):S69-S84
Número: 2827 / Publicado em 26/06/2014 - 12:01

Por apresentarem achados comuns caracterizados pela forma√ß√£o de granulomas; manisfesta√ß√Ķes sist√™micas e respirat√≥rias; exposi√ß√£o ambiental e ocupacional a agentes org√Ęnicos e inorg√Ęnicos; envolvimento de linf√≥citos T em sua patog√™nese e aspectos cl√≠nicos similares, a pneumonite por hipersensibilidade, as micobacterioses, a sarcoidose e as doen√ßas pulmonares por exposi√ß√£o ao ber√≠lio e aos metais duros, foram englobadas numa denomina√ß√£o did√°tica como doen√ßas granulomatosas de prov√°vel etiologia ocupacional.

Abrir arquivo em PDF

Guia de InvestigacŐßaŐÉo, Manejo e PrevencŐßaŐÉo das Comorbidades Associadas ao HIV

Ana Carla Carvalho de Mello e Silva
Instituto de Infectologia Emílio Ribas
Número: 2826 / Publicado em 26/06/2014 - 11:48

Cap√≠tulo 1 - Preven√ß√£o/Identifica√ß√£o Precoce de Comorbidades, Cap√≠tulo 2 - Risco Cardiovascular, Cap√≠tulo 3 - Hipertens√£o Arterial sist√™mica, Cap√≠tulo 4 - Diabetes, Cap√≠tulo 5 - Dislipidemias, Cap√≠tulo 6 - Hipogonadismo, Cap√≠tulo 7 - Doen√ßas Renais, Cap√≠tulo 8 - Osteopenia/Osteoporose, Cap√≠tulo 9 - Lipodistrofia, Cap√≠tulo 10 - Altera√ß√Ķes Neurocognitivas, Cap√≠tulo 11 - Depress√£o, Cap√≠tulo 12 - Altera√ß√£o de Enzimas, Cap√≠tulo 13 - Linfoma, Cap√≠tulo 14 - Sarcoma de Kaposi, Cap√≠tulo 15 - Neoplasias

Abrir arquivo em PDF

Emergências em Doenças das Valvas Cardíacas

Flato UAP, Guimar√£es HP, Lopes RD e col
Rev Bras Clin Med, 2009;7:15-20
Número: 2825 / Publicado em 26/06/2014 - 11:40

As emerg√™ncias card√≠acas valvares (ECV) s√£o potencialmente letais e seu r√°pido diagn√≥stico e tratamento s√£o fatores determinantes na me¬≠lhoria das taxas de morbimortalidade. O objetivo deste es¬≠tudo foi rever as principais manifesta√ß√Ķes cl√≠nicas das ECV e aspectos relevantes de seu tratamento.

Abrir arquivo em PDF

Consenso em Paracoccidioidomicose

Shikanai-Yassuda MA cols
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 39(3):297-310, mai-jun, 2006
Número: 2824 / Publicado em 26/06/2014 - 11:33

Micose sist√™mica end√™mica de grande interesse para os pa√≠ses da Am√©rica Latina, a paracoccidioidomicose (PCM) √© causada pelo fungo termo-dim√≥rfico Paracoccidioides brasiliensis. Apresenta distribui√ß√£o heterog√™nea, havendo √°reas de baixa e alta endemicidade. No adulto, a forma cl√≠nica predominante √© a cr√īnica, mas quando acomete crian√ßas ou adolescentes apresenta-se na forma aguda ou subaguda. Quando n√£o diagnosticada e tratada oportunamente, pode levar a formas disseminadas graves e letais, com r√°pido e progressivo envolvimento dos pulm√Ķes, tegumento, g√Ęnglios, ba√ßo, f√≠gado e √≥rg√£os linf√≥ides do tubo digestivo.

Abrir arquivo em PDF

Animais Aqu√°ticos de Import√Ęncia M√©dica no Brasil

Vidal Haddad Junior
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 36(5):591-597, set-out, 2003
Número: 2822 / Publicado em 25/06/2014 - 11:03

Os acidentes por animais aquáticos venenosos e traumatizantes podem provocar morbidez importante em humanos. Em 236 ocorrências por animais marinhos observadas pelo autor, os ouriços-do-mar causaram cerca de 50%, os cnidários (cubomedusas e caravelas) 25% e peixes venenosos (bagres, arraias e peixes-escorpião) 25% dos acidentes. Nos rios e lagos, as arraias, bagres e mandis causam acidentes que têm mecanismo do envenenamento e efeitos das toxinas semelhantes às espécies marinhas. Em uma série de cerca de 200 acidentes em pescadores de água doce, quase 40% foram causados por bagres e mandis, 5% por arraias de água doce e 55% por peixes traumatogênicos, como as piranhas e as traíras. O autor demonstra os principais animais aquáticos que causam acidentes no Brasil, apresenta aspectos clínicos dos envenenamentos e discute medidas terapêuticas para o controle da intensa sintomatologia observada principalmente nos acidentes causados por cnidários e peixes venenosos.

Abrir arquivo em PDF

Manual de Dermatologia para a Educação Permanente dos Médicos que atuam na Atenção Primária no Interior do Estado do Amazonas

Melissa de Souza Melo Cavalcante
http://www.unifesp.br/centros/cedess/
Número: 2821 / Publicado em 24/06/2014 - 12:03

Diante da situa√ß√£o de car√™ncia de aten√ß√£o m√©dica especializada no interior do estado do Amazonas e da dificuldade de identificar e conduzir o tratamento das doen√ßas de pele mais prevalentes, os m√©dicos generalistas se auxiliam de servi√ßos oferecidos pelo telessa√ļde como teleconsultorias e segunda opini√£o formativa para orienta√ß√Ķes de tratamentos no atendimento de doen√ßas cut√Ęneas.

Abrir arquivo em PDF

Guia Prático de Diagnóstico e Tratamento da Alergia às Proteínas do Leite de Vaca (APLV) mediada pela imunoglobulina E

Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia, e Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição
Rev. bras. alerg. imunopatol. ‚Äď Vol. 35. N¬į 6, 2012
Número: 2820 / Publicado em 16/06/2014 - 10:54

A real dimens√£o da APLV na popula√ß√£o geral √© desconhecida. Dados obtidos s√£o muito variados e refletem diferen√ßas nas popula√ß√Ķes avaliadas (geral, acometidas, faixa et√°ria, entre outros), assim como nos crit√©rios empregados (entrevista, question√°rio, desencadeamento oral, pesquisa de IgE espec√≠fica) na sua obten√ß√£o. Em crian√ßas, nos primeiros anos de vida, a incid√™ncia de APLV tem sido referida oscilar entre 0,3% e 7,5%. Por outro lado, empregando-se o crit√©rio de autorrelato, tais √≠ndices s√£o apontados variar entre 5% e 15%.

Abrir arquivo em PDF

Proped√™utica Dermatol√≥gica e Les√Ķes Elementares

Vanessa Lys Boeira
http://www.files.laderm-ba.webnode.com.br/
Número: 2819 / Publicado em 16/06/2014 - 10:17

O exame clínico dermatológico deve ser realizado em ambiente iluminado, de preferência com a luz solar ou fluorescente. Uma das peculiaridades deste exame é que o exame físico precede a anamnese, que será guiada pelos achados dermatológicos.

Abrir arquivo em PDF

Portal Saúde Direta - Footer
Atualizado em
14/09/2020
Saude-Direta-Facebook Saude-Direta-LinkedIN Saude-Direta-Twitter