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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC): Características, Classificação, Sintomas e Tratamento.

Silva, D.R.S da, et al.
ConScientiae Sa√ļde, S√£o Paulo, v.6, n.2, p. 351-359, 2007.
Número: 931 / Publicado em 19/06/2012 - 16:21

Quando as manias dificultam a vida das pessoas, podemos dizer que a probabilidade de elas apresentarem transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é considerável.

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Transtornos de Ansiedade: Diagnóstico e Tratamento.

Associação Brasileira de Psiquiatria.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 930 / Publicado em 19/06/2012 - 16:24

Fornecer orienta√ß√Ķes sobre o diagn√≥stico e o tratamento dos transtornos de ansiedade.

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Consenso Sobre o Tratamento da Dependência de Nicotina.

Marques ACPR et al.
Rev Bras Psiquiatr 2001;23(4):200-14
Número: 929 / Publicado em 19/06/2012 - 16:26

T√™m sido atribu√≠das √† depend√™ncia de nicotina 20% das mortes nos EUA. Estudos t√™m mostrado que 30% a 50% das pessoas que come√ßam a fumar escalam para um uso problem√°tico. Nos √ļltimos 20 anos, a educa√ß√£o e a persuas√£o n√£o foram suficientes para promover uma mudan√ßa pol√≠tica, cultural e social relacionada ao comportamento de fumar. As interven√ß√Ķes para interromper o uso de tabaco ainda n√£o est√£o integradas √†s rotinas dos servi√ßos de sa√ļde no mundo.

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Manual de Orienta√ß√Ķes B√°sicas para Prescri√ß√£o M√©dica.

Célia Maria Dias Madruga, Eurípedes Sebastião Mendonça de Souza.
Conselho Federal de Medicina - Conselho Regional de Medicina da Paraíba - João Pessoa - PB 2009.
Número: 928 / Publicado em 19/06/2012 - 16:27

O Manual dirige-se aos profissionais m√©dicos, esperando que esta coleta de atuais informa√ß√Ķes proporcione uma boa pr√°tica de Prescri√ß√£o M√©dica. Pretende esclarecer as d√ļvidas mais frequentes e evitar os erros prescritivos que ocorrem no exerc√≠cio da profiss√£o m√©dica.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Transplante Renal - Medicamentos Imunossupressores.

Portaria SAS/MS n¬ļ 221, de 01 de abril de 2002.
Minist√©rio da Sa√ļde
Número: 927 / Publicado em 19/06/2012 - 16:28

Transplante é a transferência de células, tecidos ou órgãos vivos de um doador a um receptor com a intenção de manter a integridade funcional do material transplantado no receptor. Seu grande limitador é a rejeição, a qual pode ser mediada por reação celular e/ou humoral. O uso de drogas imunossupressoras tem por objetivo o controle deste fator.

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Protocolo Clínico: Dor Neuropática e Uso da Gabapentina.

Comiss√£o Permanente de Protocolos de Aten√ß√£o √† Sa√ļde.
Secretaria de Estado de Sa√ļde do Distrito Federal.
Número: 925 / Publicado em 19/06/2012 - 16:34

A gabapentina √© um an√°logo estrutural do √°cido gamaminobut√≠rico (GABA) um neurotransmissor inibit√≥rio. Embora sua estrutura seja semelhante √† do GABA, ela n√£o se fixa aos receptores deste √°cido e seu mecanismo de a√ß√£o exato ainda n√£o √© totalmente conhecido. √Č um s√≥lido cristalino esbranqui√ßado, sol√ļvel em √°gua e em solu√ß√Ķes aquosas b√°sicas ou √°cidas. Por atravessar a barreira hemotoencef√°lica foi logo descoberto seu efeito nos transtornos neurol√≥gicos e especialmente sua atividade antiepil√©tica.

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Protocolo Clínico: Manejo Prático da Ascite.

Leonardo Soares da Silva
COOPERCLIM ‚Äď AM
Número: 924 / Publicado em 19/06/2012 - 16:37

Ascite √© definida como ac√ļmulo de l√≠quido livre na cavidade peritoneal. Manifesta√ß√£o comum na hipertens√£o portal da cirrose hep√°tica. A paracentese deve ser realizada em todos pacientes com ascite, independentemente da sua etiologia. A complica√ß√£o comum na ascite de origem hep√°tica √© peritonite bacteriana espont√Ęnea, que deve ser tratada com antibioticoterapia, devido sua alta mortalidade. Este artigo √© uma vis√£o pr√°tica no diagn√≥stico e na conduta do paciente com ascite.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Fibrose Cística.

Portaria SAS/MS n¬ļ 263, de 18 de julho de 2001.
Minist√©rio da Sa√ļde.
Número: 922 / Publicado em 19/06/2012 - 09:44

Fibrose c√≠stica √© uma desordem gen√©tica (autoss√īmica recessiva) caracterizada por infec√ß√Ķes cr√īnicas das vias a√©reas, que leva ao desenvolvimento de bronquiectasias, insufici√™ncia pancre√°tica ex√≥crina e disfun√ß√Ķes intestinais, anormalidades das gl√Ęndulas sudor√≠paras e disfun√ß√£o genitourin√°ria1. A incid√™ncia estimada √© de 1:3.000 nascidos vivos entre caucasianos, caindo para 1:17.000 entre afro-americanos e para 1:90.000 entre asi√°ticos. Apresenta morbimortalidade muito elevada, com apenas 34% dos pacientes chegando √† idade adulta e menos de 10% ultrapassando os 30 anos de idade ‚Äď a sobrevida m√©dia √© de 28 anos.

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Protocolo Cl√≠nico e Diretrizes Terap√™uticas: Fenilceton√ļria.

Portaria SAS/MS n¬ļ 847, de 31 de outubro 2002.
Minist√©rio da Sa√ļde.
Número: 921 / Publicado em 17/03/2012 - 15:27

Fenilceton√ļria (FNC) √© um erro inato do metabolismo, de heran√ßa autoss√īmica recessiva, cujo defeito metab√≥lico (geralmente na fenilalanina hidroxilase) leva a ac√ļmulo de fenilalanina (FAL) no sangue e a aumento da excre√ß√£o urin√°ria de √°cido fenilpir√ļvico e fenilalanina. Foi a primeira doen√ßa gen√©tica a ter um tratamento realizado a partir de terap√™utica diet√©tica espec√≠fica. Sem a institui√ß√£o de diagn√≥stico e tratamento precoces (anterior aos 3 meses de vida atrav√©s de programas de triagem neonatal), a crian√ßa portadora de fenilceton√ļria apresenta um quadro cl√≠nico cl√°ssico caracterizado por atraso global do desenvolvimento neuropsicomotor, defici√™ncia mental, comportamento agitado ou padr√£o autista, convuls√Ķes, altera√ß√Ķes eletroencefalogr√°ficas e odor caracter√≠stico na urina. Pacientes que fazem o diagn√≥stico no per√≠odo neonatal e recebem a terapia diet√©tica adequada precocemente n√£o apresentam o quadro cl√≠nico descrito.

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Protocolo Clínico: Diabetes Mellitus.

Boletim de Informa√ß√£o Terap√™utica ‚Äď Tratamento do Diabetes Mellitus Tipo 2 em N√≠vel Ambulatorial.
Comit√™ Cient√≠fico de Estudos de Utiliza√ß√£o de Medicamentos ‚Äď Secretaria Municipal de Sa√ļde de Belo Horizonte - 2001
Número: 920 / Publicado em 19/06/2012 - 09:46

O DM √© uma s√≠ndrome de etiologia m√ļltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos. Caracteriza-se por hiperglicemia cr√īnica com dist√ļrbios do metabolismo dos carboidratos, lip√≠deos, e prote√≠nas. As conseq√ľ√™ncias do DM, a longo prazo, incluem disfun√ß√£o e fal√™ncia de v√°rios √≥rg√£os, especialmente rins, olhos, nervos, cora√ß√£o e vasos sang√ľ√≠neos.

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14/09/2020
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