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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Parte IV ‚Äď Protocolos de Trauma: Traumatismo de Coluna Vertebral (Cap√≠tulo 94).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 854 / Publicado em 12/03/2012 - 11:09

Les√Ķes de coluna vertebral podem ocasionar a morte ou incapacidade permanente. Aproximadamente 10% das les√Ķes medulares ocorrem por manipula√ß√£o incorreta das v√≠timas de trauma por socorristas ou pessoal hospitalar. A prote√ß√£o da coluna cervical √© uma das prioridades do tratamento pr√©-hospitalar, a n√£o ser que outra situa√ß√£o esteja produzindo risco de vida iminente. Causas: acidentes automobil√≠sticos, quedas, acidentes esportivos, acidentes de trabalho e ferimentos por armas de fogo. As les√Ķes medulares podem ser classificadas do ponto de vista cl√≠nico em completas e incompletas. As completas resultam em perda total de fun√ß√£o, ao exame o paciente n√£o tem movimenta√ß√£o ou sensa√ß√Ķes abaixo do n√≠vel de les√£o, nas incompletas h√° preserva√ß√£o de algumas fun√ß√Ķes. Mesmo algumas les√Ķes que parecem completas podem melhorar, deste modo todos os pacientes devem ser tratados com o m√°ximo de cuidado para evitar o ‚ÄúSegundo Trauma‚ÄĚ e danos secund√°rios a medula espinhal.

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Parte IV ‚Äď Protocolos de Trauma: Atendimento ao Politraumatizado (Cap√≠tulo 93).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 853 / Publicado em 12/03/2012 - 11:09

As v√≠timas de trauma n√£o recebem tratamento definitivo no ambiente pr√©-hospitalar. A maioria das mortes evit√°veis decorre do retardo no in√≠cio do tratamento cir√ļrgico. O tratamento dos politraumatizados requer economia de tempo no pr√©-hospitalar e no transporte do paciente. A ‚ÄúHora de Ouro‚ÄĚ come√ßa no momento em que a v√≠tima se fere e n√£o quando inicia o seu atendimento. Os minutos perdidos antes da chegada do socorro s√£o t√£o importantes quanto os perdidos por a√ß√Ķes desorganizadas durante o atendimento.

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Parte I ‚Äď Protocolo de Cl√≠nica M√©dica: Emerg√™ncias Abdominais n√£o Traum√°ticas (Cap√≠tulo 16).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 792 / Publicado em 12/03/2012 - 10:19

São exemplos de emergências abdominais não traumáticas: Apendicite , Colecistite aguda , Úlcera perfurada e Pancreatite.

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Fratura Fechada Traumática Subtrocanteriana do Fêmur no Adulto.

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 653 / Publicado em 09/03/2012 - 18:57

De todas as fraturas da extremidade proximal do f√™mur, as fraturas subtrocanterianas s√£o as mais dif√≠ceis de tratar. Desde 1949, com a descri√ß√£o realizada por Boyd e Griffin, o trauma ortop√©dico passou a observar este tipo de fratura da extremidade proximal do f√™mur com muita cautela. Os estudos constantemente mostram um elevado √≠ndice de complica√ß√Ķes na evolu√ß√£o destas fraturas. Epidemiologicamente, estas fraturas t√™m curvas bimodais. Um pico observa-se entre os adultos jovens e s√£o, predominantemente, fraturas de alta energia cin√©tica. A segunda incid√™ncia ocorre nos idosos com fraturas de baixa energia.

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Trauma Raquimedular: Conduta Urológica Clínica e Farmacológica.

Sociedade Brasileira de Urologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 480 / Publicado em 09/03/2012 - 19:03

Atualmente, o trauma raquimedular √© respons√°vel por 3% das admiss√Ķes de urg√™ncia em servi√ßos de atendimento ao politrauma. As estat√≠sticas internacionais estimam uma ocorr√™ncia de 40 a 50 novos casos por milh√£o de habitantes/ano, o equivalente no Brasil a 6000 novos casos por ano. A viol√™ncia urbana dos grandes centros est√° nitidamente ligada a estes dados estat√≠sticos, por√©m a etiologia do trauma raquimedular varia em fun√ß√£o das caracter√≠sticas de cada regi√£o e tipo de atividade da popula√ß√£o. Este tipo de les√£o acomete principalmente aos homens (65%), com m√©dia de idade de 25 anos, dos quais 70% tornam-se parapl√©gicos e 30% tetrapl√©gicos. As les√Ķes medulares s√£o em 80% de etiologia traum√°tica, principalmente por proj√©teis de arma de fogo (40%), acidentes automobil√≠sticos (30%) e mergulho (15%).

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Trauma Raquimedular: Conduta Urol√≥gica Cir√ļrgica.

Sociedade Brasileira de Urologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 479 / Publicado em 09/03/2012 - 19:05

Em muitos pacientes, os recursos do tratamento cl√≠nico n√£o s√£o suficientes para o restabelecimento das boas condi√ß√Ķes de armazenamento e esvaziamento vesical, com um per√≠odo de contin√™ncia urin√°ria socialmente aceit√°vel. V√°rias t√©cnicas cir√ļrgicas foram desenvolvidas, tanto no sentido de obter um bom reservat√≥rio para a urina, principalmente a baixa press√£o, como tamb√©m promover esvaziamento urin√°rio peri√≥dico adequado, com o m√≠nimo de perdas urin√°rias indesej√°veis, mantendo a melhor qualidade de vida poss√≠vel para cada paciente. Portanto, os procedimentos cir√ļrgicos podem ser dirigidos √† bexiga e/ou ao esf√≠ncter uretral externo, tentando corrigir a sua disfun√ß√£o.

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Traumatismo Craniencefálico Moderado e Grave por Ferimento por Projétil de Arma de Fogo: Diagnóstico e Conduta.

Sociedade Brasileira de Neurocirurgia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 478 / Publicado em 09/03/2012 - 19:06

Ferimentos penetrantes civis s√£o uma importante causa de morbi-mortalidade, representando significante problema de sa√ļde p√ļblica. A devastadora natureza desta les√£o se acentua pelo fato de acometer predominantemente pacientes jovens e saud√°veis. Ferimentos por arma de fogo s√£o respons√°veis aproximadamente por 35.000 mortes ao ano nos EUA. No Brasil, de 1977 a 1994, as causas externas representaram a primeira causa de morte dos 5 aos 39 anos, sendo a maior ocorr√™ncia na faixa et√°ria dos 15 aos 19 anos (65% dos √≥bitos por causas externas). Al√©m do aumento, parece estar ocorrendo um deslocamento das mortes para faixas et√°rias mais jovens.

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Traumatismo Craniencef√°lico Grave.

Sociedade Brasileira de Neurocirurgia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 477 / Publicado em 09/03/2012 - 19:07

S√£o considerados pacientes com TCE grave, aqueles admitidos com n√≠vel de consci√™ncia de 3 a 9 pontos na ECGla ap√≥s 6 horas do TCE. Existe em 10% a 32% do TCE leve ou moderado a evolu√ß√£o com piora r√°pida da consci√™ncia piorando para o TCE grave, determinando o quadro cl√≠nico como ‚ÄúTalk and Deteriorate‚ÄĚ. Existem tamb√©m pacientes que apresentam hist√≥ria que os classificam como 15 de alto risco e que apresentam radiografia de cr√Ęnio normal, internados por at√© 48 horas, e que evoluem rapidamente para piora neurol√≥gica, chegando a apresentarem coma aperceptivo, arreativo, midr√≠ase paral√≠tica bilateral e apn√©ia (‚ÄúTalk and Deteriorate‚ÄĚ), necessitando o diagn√≥stico de morte encef√°lica, que na necr√≥psia revelou fratura de cr√Ęnio com hematoma intracraniano, ou outras les√Ķes cerebrais, em particular o hematoma extradural.

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Traumatismo Craniencef√°lico Grave: Situa√ß√Ķes Especiais.

Sociedade Brasileira de Neurocirurgia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 476 / Publicado em 09/03/2012 - 19:08

Situa√ß√Ķes especiais em traumatismo craniencef√°lico (TCE) grave foram aqui agrupadas por constitu√≠rem-se em situa√ß√Ķes espec√≠ficas e menos freq√ľentes, que n√£o justificam um cap√≠tulo de diretrizes pr√≥prio para cada tema. Por terem estas caracter√≠sticas, estas diretrizes se comp√Ķem de orienta√ß√Ķes gerais, que n√£o devem substituir a avalia√ß√£o pessoal do neurocirurgi√£o, considerando-se a disponibilidade de recursos diagn√≥sticos, terap√™uticos e de monitoriza√ß√£o, bem como a rapidez com que podem ser obtidos.

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Traumatismo Craniencefálico Leve: Diagnóstico e Conduta.

Sociedade Brasileira de Neurocirurgia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 475 / Publicado em 09/03/2012 - 19:08

S√£o considerados pacientes com traumatismo craniencef√°lico leve aqueles admitidos com n√≠vel de consci√™ncia de 13 a 15 pontos na ECGla. A incid√™ncia do TCE leve gira em torno de 300.000 casos novos por ano nos EUA, sendo ainda considerado um n√ļmero subestimado. Esses pacientes permanecem internados de 52% a 72%.

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