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Criança de 2 meses a 5 anos de Idade: Abordagem da Criança com Infecções Respiratórias Superiores, Avaliações Periódicas da Criança, Pirâmide Alimentar. (Anexo)

Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância (AIDPI).
Organização Mundial da Saúde/Organização Pan-Americana da Saúde.
Número: 741 / Publicado em 19/06/2012 - 08:11

A Organização Mundial da Saúde/Organização Pan-Americana da Saúde (OMS/OPS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) formularam a estratégia de Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância (AIDPI) com o objetivo de reduzir a morbidade e mortalidade em crianças com menos de cinco anos de idade e de melhorar a qualidade da atenção que lhes é prestada nos serviços de saúde e no lar.

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Criança de 2 meses a 5 anos de Idade: Identificação do Tratamento (Capítulo 3).

Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância (AIDPI).
Organização Mundial da Saúde/Organização Pan-Americana da Saúde.
Número: 736 / Publicado em 19/06/2012 - 08:16

O passo seguinte, após avaliar e classificar uma criança doente de dois meses a cinco anos, é identificar o tratamento adequado. Em alguns casos, a criança muito doente precisa ser referida a um hospital para receber tratamento recomendado.

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Criança de 2 meses a 5 anos de Idade: Avaliação (Capítulo 2).

Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância (AIDPI).
Organização Mundial da Saúde/Organização Pan-Americana da Saúde.
Número: 734 / Publicado em 19/06/2012 - 08:17

É importante que toda criança seja avaliada nos principais sinais e sintomas das doenças prevalentes da infância, para que essas não passem despercebidas.

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Amamentação e o Uso de Medicamentos e Outras Substâncias.

Normas e Manuais Técnicos - 2ª edição - Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas.
Secretaria de Atenção à Saúde - Ministério da Saúde – 2010
Número: 732 / Publicado em 19/06/2012 - 07:42

É muito frequente o uso de medicamentos e outras substâncias por mulheres que estão amamentando. A maioria é compatível com a amamentação; poucos são os fármacos formalmente contraindicados e alguns requerem cautela ao serem prescritos durante a amamentação, devido aos riscos de efeitos adversos nos lactentes e/ou na lactação. No entanto, com frequência os profissionais de saúde recomendam a interrupção do aleitamento materno quando as mães são medicadas, muitas vezes porque desconhecem o grau de segurança do uso das diversas drogas (também referidas como medicamentos ou fármacos) durante o período de lactação. Por isso, cabe ao profissional de saúde, antes de tomar qualquer decisão, buscar informações atualizadas para avaliar adequadamente os riscos e os benefícios do uso de uma determinada droga em uma mulher que está amamentando.

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Farmácias Domiciliares e sua Relação com a Automedicação em Crianças e Adolescentes.

Francis S. V. Tourinho, Fábio Bucaretchi, Celso Stephan, Ricardo Cordeiro.
J. Pediatr. (Rio J.). 2008, vol.84, n.5, pp. 416-422.
Número: 730 / Publicado em 19/06/2012 - 07:45

Os medicamentos são os tratamentos mais utilizados nos serviços de saúde, sendo que, nos países em desenvolvimento, cerca de 30% dos recursos da saúde são destinados para esses produtos. Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que 50% de todos os medicamentos usados no mundo são prescritos, dispensados, vendidos ou usados de maneira incorreta; 66% dos antibióticos comercializados são vendidos sem receita, e o uso indevido de medicamentos é uma das 10 principais causas de mortalidade nos EUA.

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Organização de Serviço para Alcoolismo: Uma Proposta Ambulatorial.

Figlie, N.B., Pillon, S.C., Castro, L.A., Laranjeira, R.
UNIAD (Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas) / UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo)
Número: 727 / Publicado em 19/06/2012 - 07:50

Este artigo visa apresentar um modelo de organização de serviço ambulatorial para dependentes de álcool, desde a chegada no tratamento até o processo de desligamento do mesmo. A linha cognitiva serve como princípio norteador nas diferentes fases do tratamento, que engloba: desintoxicação de álcool, acompanhamento individual, avaliação psiquiátrica, psicoterapia grupal para dependentes de álcool, terapia de grupo para dependentes de álcool com problemas físicos, terapia de grupo para mulheres, grupo de orientação familiar.

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Alternativas de Prevenção da Síndrome de Hiperestimulação Ovariana.

Martins WP, Nastri CO, Rocha A, Navarro PAAS, Ferriani RA
FEMINA - Fevereiro 2010 vol 38 nº 2
Número: 722 / Publicado em 19/06/2012 - 07:57

A Síndrome de Hiperestimulação Ovariana (SHEO) é uma complicação iatrogênica e potencialmente fatal, resultante da estimulação ovariana excessiva em resposta às gonadotrofinas exógenas. As principais características desta síndrome são: aumento da permeabilidade capilar que leva a uma grande troca de fluído do espaço intravascular para o terceiro espaço; e crescimento excessivo do volume ovariano. Várias estratégias para a prevenção desta síndrome foram propostas: infusão de albumina, coasting, anti-inflamatórios, bloqueio do sistema renina-angiotensina, agonistas dopaminérgicos, redução da dose de gonadotrofina coriônica humana (hCG), substituição da hCG e maturação in vitro de oócitos. Nesta revisão, as evidências atuais que suportam tais estratégias, de maneira a permitir que o médico escolha a melhor alternativa, foram avaliadas.

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Psoríase: Instrumentos de Avaliação de Gravidade (Capítulo 4).

Silvio Alencar Marques
Consenso Brasileiro de Psoríase 2009 - Sociedade Brasileira de Dermatologia
Número: 708 / Publicado em 18/06/2012 - 21:25

O conceito de gravidade, em psoríase, depende muito de quem é o observador e atende a série de visões subjetivas, mas às quais se procura agregar elementos objetivos.

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Psoríase: Manifestações Clínicas, Diagnóstico, Diagnóstico Diferencial (Capítulo 2).

Maria Denise Fonseca Takahashi
Consenso Brasileiro de Psoríase 2009 - Sociedade Brasileira de Dermatologia
Número: 706 / Publicado em 18/06/2012 - 21:26

A lesão típica de psoríase, seja uma única pápula, seja extensa placa, é sempre característica e apresenta: eritema, escamação e elevação.

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Avaliação de Protocolo de Prevenção e Tratamento de Úlceras de Pressão.

Marisol Louro, Margareth Ferreira, Pedro Póvoa.
Revista Brasileira de Terapia Intensiva Vol. 19 Nº 3, Julho-Setembro, 2007
Número: 696 / Publicado em 18/06/2012 - 21:00

As úlceras de pressão (UP) são definidas como “Uma área de lesão localizada da pele e dos tecidos subjacentes, causadas por pressão, tensão tangencial, fricção e/ou uma combinação destes fatores”. Elas constituem um importante problema com que os profissionais da saúde freqüentemente se deparam. Custam e afetam milhões de pacientes, nos lares, nos centros de saúde, nas instituições hospitalares e, em particular, nas unidades de terapia intensiva (UTI). De acordo com os dados epidemiológicos publicados, a taxa de incidência e prevalência destas lesões é maior nas UTI.

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