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Tratamento de Cicatrizes Patológicas com a Associação de Cepalin, Heparina e Alantoína.

José Roberto da Costa Pereira
RBM - Rev. Bras. Med. - Vol. 60 - Nº 8 - Agosto de 2003
Número: 1145 / Publicado em 23/06/2012 - 08:26

As cicatrizes hipertróficas e quelóides se constituem em um desafio para os cirurgiões, não só pelo aspecto inestético, mas também pelas repercussões sintomáticas e funcionais. Podemos concluir que a associação de cepalin, alantoína e heparina é útil na prevenção e tratamento de cicatrizes patológicas.

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Microcistinas: Risco de Contaminação em Águas Eutróficas.

Marcia Kamogae e Elisa Yoko Hirooka
Acta Scientiarum 22(5):1189-1200, 2000.
Número: 1136 / Publicado em 23/06/2012 - 08:36

O aumento populacional, aliado à modernização da sociedade, incrementou o consumo de água, tornando o represamento recurso imprescindível para atender à demanda. Inúmeros fatores inter-relacionados contribuem para agravar o risco da deterioração da água, dentre os quais se destacam as microcistinas. Estas hepatotoxinas, produzidas por cianobactérias dos gêneros Anabaena, Microcystis, Nostoc e Oscillatorias, consistem de heptapeptídio de estrutura monocíclica cujo risco iminente da constante ingestão se deve ao efeito de potente promotor de tumor. A produção de microcistinas é favorecida por fatores ambientais onde existe elevada concentração de nutrientes e luminosidade, fatores estes que se tornaram inevitáveis no atual ecossistema. A crescente eutroficação de água ocorre em ritmo acelerado, decorrente da poluição pela industrialização, lixo doméstico, práticas agrícolas, além da espoliação de recursos naturais. Com a finalidade de alertar a comunidade e despertar seu interesse, este trabalho discorre sobre microcistinas e fatores de risco - perspectivas de sua contaminação, objetivando ainda estabelecer medidas preventivas que minimizem a deterioração das águas.

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Guia sobre Erro Médico - Orientações ao Consumidor.

Instituto de Defesa do Consumidor - IDEC - Dezembro/2006
http://www.inteligentesite.com.br/arquivos/arctpa/guia_erro_medico.pdf
Número: 1132 / Publicado em 23/06/2012 - 08:38

Vivemos tempos complicados: de um lado, o avanço da ciência e da tecnologia é bastante veloz e tem alcançado sucesso; mas, de outro lado, faltam meios para dar solução aos problemas básicos de saúde da população. Faltam recursos e políticas públicas sérias e contínuas, infra-estrutura, capacitação de profissionais, qualidade do ensino médico. Os profissionais de saúde são vítimas desse quadro desolador da saúde no Brasil, mas a situação é pior para os pacientes que já estão fragilizados diante dos problemas de saúde que enfrentam.

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Avaliação do Risco de Tromboembolismo Venoso (TEV) em Pacientes Clínicos Internados - Algoritmo Cirúrgico.

Diretriz Brasileira de Profilaxia de TEV em Paciente Clínico Internado.
Hospital ISraelita Albert Einstein
Número: 1131 / Publicado em 23/06/2012 - 08:43

O TEV é a causa número 1 de morte hospitalar previnível. 60% das hospitalizações são clínicas e 2/3 das mortes intra-hospitalares por TEP são em pacientes clínicos. Há métodos eficazes de previnir o TEV, mas há dificuldade em estimar risco de TEV em pacientes clínicos. A utilização de profilaxia de TEV no Brasil está na média mundial, mas no Brasil os pacientes cirúrgicos recebem menos profilaxia do que no mundo (46% vs. 59%). A subutilização de profilaxia do TEV é um problema global de pacientes clínicos e cirúrgicos que precisa ser modificado.

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Manual de Orientação ao Anestesiologista - Segunda Edição

Sociedade de Anestesiologia do Estado de São Paulo
Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo
Número: 1126 / Publicado em 23/06/2012 - 08:55

Em 1999, a Sociedade de Anestesiologia do Estado de São Paulo, sob a presidência do Dr. Américo Massafuni Yamashita, lançava o Manual de Orientação ao Anestesiologista. O fundamento inicial era orientar o associado na vertente ética e legislativa. Contudo, com a evolução dos trabalhos foi arregimentando colaboradores interessados sobre outras matérias e, por fim, ganhou corpo que transcendeu o foco inicial. Tornou-se um Manual objetivo no qual foram compiladas portarias, pareceres, normas, orientações e rotinas, as quais atenderam de pronto as principais dúvidas do anestesiologista. Seu sucesso foi tão grande que alcançou outros Estados, proporcionando à Saesp inúmeras consultas.

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Recomendações do INCA para Reduzir a Mortalidade por Câncer de Mama no Brasil.

Instituto Nacional de Câncer (INCA)
Ministério da Saúde.
Número: 1087 / Publicado em 23/06/2012 - 09:53

O INCA convida as organizações governamentais e não governamentais, as entidades representativas de profissionais, o setor privado e toda a sociedade civil a apoiar as recomendações para a redução da mortalidade por câncer de mama no Brasil. O trabalho envolveu profissionais de diferentes áreas de atuação do INCA. Objetivo é traduzir as principais evidências da literatura científica atual em linguagem simples e objetiva. Esperamos que estas recomendações possam contribuir para a redução da mortalidade por câncer de mama no Brasil por meio da difusão de evidências científicas e da mobilização e participação social.

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Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME 7ª Edição - 2010

Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos.
Ministério da Saúde - Brasília, 2010.
Número: 1086 / Publicado em 23/06/2012 - 09:55

A RENAME tem também o papel fundamental de orientar a política pública de desenvolvimento científico e tecnológico, apontar prioridades nacionais na área de produção de medicamentos e do desenvolvimento tecnológico de insumos estratégicos para a saúde, visando dotar o País de capacidade tecnológica e produtiva, para atender às necessidades do Sistema Único de Saúde.

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Recomendações para Terapia Antirretroviral em Adultos Infectados pelo HIV - Suplemento III - Tratamento e Prevenção - 2008

Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais.
Secretaria de Atenção à Saúde - Ministério da Saúde - Brasília - Outubro 2010
Número: 1082 / Publicado em 23/06/2012 - 09:57

O acesso universal ao tratamento e à prevenção do HIV e de doenças sexualmente transmissíveis possibilitou transformar o cenário da epidemia no país. A queda nas taxas de transmissão vertical do HIV, a redução da morbimortalidade da infecção e o aumento da expectativa e qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV e AIDS são uma realidade, caracterizando o atual perfil crônico da doença.

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Linha Guia de Atenção à Saúde: Atenção à Saúde do Adolescente.

Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais.
Governo do Estado de Minas Gerais - Belo Horizonte, 2006 - 1a Edição
Número: 1078 / Publicado em 23/06/2012 - 09:59

Esta Linha-Guia reflete tal postura e com responsabilidade vem para alertar os profissionais sobre as situações de riscos na adolescência, reafirmando as importantes parcerias institucionais e tendo cuidado no tratamento das questões mais complexas. Mostra uma grande preocupação integrando ações num sistema de rede que possa interligar os diversos programas já em funcionamento, desenvolvidos pelas Secretarias de Estado, pela Prefeitura, sociedade organizada, evitando uma postura de isolamento, de duplicação de ações e de auto-resolução de problemas.

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Protocolos Clínicos - 024 - Protocolo de Cuidados ao Idoso e Reabilitação.

Leonardo Cançado Monteiro Savassi, Tataiana Roberta Sarubi Bogutchi, Milena Barroso, Tiago Sávio Moreira Possas, Magda Fajardo, Ivania Cáthia Moutinho Ramos.
Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) - 2010
Número: 1068 / Publicado em 17/03/2012 - 15:51

O envelhecimento traz vulnerabilidades decorrentes de perdas biológicas que são diferenciadas por gênero, idade, grupo social e regiões geográficas, entre outros, que podem ser reforçadas ou atenuadas pelo contexto sociocultural.

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