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Expectativas Positivas em Relação ao Uso do Álcool e ao Beber com Embriaguez: Diferenças de Gênero em Estudo do Projeto GENACIS, São Paulo, Brasil

CISA - Centro de Informações sobre Saúde e Álcool
http://www.cisa.org.br
Número: 2744 / Publicado em 18/07/2013 - 09:12

Estudo mostra que homens bebem mais no padrão intenso e episódico e se assemelham às mulheres quanto às expectativas dos efeitos do consumo do álcool.

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Atividade Física e Saúde na Infância e Adolescência

José Kawazoe Lazzoli e colaboradores
Rev Bras Med Esporte Vol. 4, Nº 4 – Jul/Ago, 1998
Número: 2741 / Publicado em 10/06/2013 - 09:45

Este documento, elaborado por médicos especialistas em exercício e esporte, baseia-se em conceitos científicos e na experiência clínica, tendo como objetivos: 1) estabelecer os benefícios da atividade física na criança e no adolescente; 2) caracterizar os elementos de avaliação e prescrição do exercício para a saúde nessa faixa etária; 3) estimular a recomendação e a prática da atividade física nas crianças e adolescentes, mesmo na presença de doenças crônicas, visto que são raras as contra-indicações absolutas.

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Protocolo Clínico da Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) - Protocolo de Lucentis

Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal
Distrito Federal - 2009
Número: 2739 / Publicado em 07/06/2013 - 11:10

A DMRI, juntamente com a catarata e retinopatia diabética, é uma das principais causas de cegueira legal em pessoas maiores de 50 anos, representando hoje, a terceira maior causa de cegueira legal no mundo.

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Calendário de Vacinação (a partir dos 20 anos de idade)

Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)
Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
Número: 2716 / Publicado em 04/06/2013 - 08:06

Bio-Manguinhos é o principal fornecedor de vacinas do Ministério da Saúde e sua produção é feita a partir da previsão anual do Programa Nacional de Imunizações (PNI). A Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) coordena o PNI e define como serão as estratégias de utilização de imunobiológicos segundo a previsão da taxa de natalidade brasileira do respectivo ano e a situação epidemiológica do país. As vacinas demandadas pelo PNI são produzidas em Bio-Manguinhos e transportadas em caminhões frigoríficos para o Centro Nacional de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Cenadi), permanecendo em câmaras frias até a aprovação dos lotes de vacinas e diluentes pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS). Uma vez liberados, o Cenadi envia lotes em caixas térmicas para as coordenações estaduais de saúde, onde também são conservados em câmaras frias. Desta mesma forma, é feito o transporte para as centrais regionais, onde as vacinas também ficam armazenadas. Lá, os representantes dos postos de vacinação retiram a quantidade necessária para um determinado período na região em que atuam.

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Calendário de Vacinação (de 11 aos 19 anos de idade)

Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)
Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
Número: 2715 / Publicado em 04/06/2013 - 08:03

A partir de 2004, o PNI ampliou sua área de atuação junto à população brasileira e o Ministério da Saúde estabeleceu três calendários obrigatórios de vacinação: o Calendário Básico de Vacinação da Criança, o Calendário de Vacinação do Adolescente e o Calendário de Vacinação do Adulto e Idoso. Estes calendários determinam as vacinas, o número de doses, a idade e o período em que devem ser tomadas para garantir uma proteção efetiva.

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Calendário Básico de Vacinação Infantil (Recém-Nascidos aos 10 anos de Idade)

Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)
Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
Número: 2714 / Publicado em 04/06/2013 - 07:59

Com o objetivo de promover a vacinação da população brasileira e assim diminuir, ou até mesmo erradicar, várias doenças no território nacional, o Ministério da Saúde criou, em 1973, o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Inserido na Secretaria de Vigilância em Saúde, o Programa estabelece normas e estratégias de utilização dos imunobiológicos.

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Classificação Internacional de Doenças em Odontologia e Estomatologia (CID-OE)

Conselho Federal de Odontologia
WHO
Número: 2711 / Publicado em 28/05/2013 - 12:25

Classificação CID

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O Cuidado das Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde - Parte 3

Eugênio Vilaça Mendes
Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde - Brasilia 2012
Número: 2710 / Publicado em 27/05/2013 - 12:00

A análise de todas essas evidências permitem supor que um bom sistema de atenção à saúde deve buscar uma otimização das relações entre os médicos especialistas e os médicos generalistas, tanto do ponto de vista quantitativo quanto qualitativo.

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O Cuidado das Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde - Parte 2

Eugênio Vilaça Mendes
Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde - Brasilia 2012
Número: 2709 / Publicado em 27/05/2013 - 11:58

O âmbito macro é o das macropolíticas que regulam o sistema de atenção à saúde; o âmbito meso é o das organizações de saúde e da comunidade; e o âmbito micro é o das relações entre as equipes de saúde e as pessoas usuárias e suas famílias. Esses níveis interagem e influenciam de forma dinâmica uns aos outros. Assim, esses níveis estão unidos por um circuito interativo de retroalimentação em que os eventos de um âmbito influenciam as ações de outro, e assim sucessivamente.

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O Cuidado das Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde - Parte 1

Eugênio Vilaça Mendes
Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde - Brasilia 2012
Número: 2708 / Publicado em 27/05/2013 - 11:44

As condições crônicas, especialmente as doenças crônicas, se iniciam e evoluem lentamente. Usualmente, apresentam múltiplas causas que variam no tempo, incluindo hereditariedade, estilos de vida, exposição a fatores ambientais e a fatores fisiológicos. Normalmente, faltam padrões regulares ou previsíveis para as condições crônicas. Ao contrário das condições agudas nas quais, em geral, pode-se esperar uma recuperação adequada, as condições crônicas levam a mais sintomas e à perda de capacidade funcional. Cada sintoma pode levar a outros, num ciclo vicioso dos sintomas: condição crônica leva a tensão muscular que leva a dor que leva a estresse e ansiedade que leva a problemas emocionais que leva a depressão que leva a fadiga que realimenta a condição crônica.

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