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Sedação Paliativa.

Ana Claudia Arantes e Theodora Karnakis.
Hospital Israelita Albert Einstein - Novembro – 2008.
Número: 1619 / Publicado em 20/06/2012 - 19:36

Define-se como sedação paliativa a redução intencional do nível de consciência, contínua ou intermitente com o objetivo de controlar sintomas causadores de grave desconforto refratários ao tratamento convencional, presentes na evolução de doenças incuráveis e progressivas em fase terminal.

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Determinação de Morte Encefálica - Reconhecimento Institucional dos Profissionais Habilitados.

Carlos Eduardo Soares Silvado, Duilton de Paola, Francisco José Carchedi Luccas.
Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica - SBNC.
Número: 1600 / Publicado em 18/03/2012 - 13:13

Nas instituições hospitalares onde forem realizados procedimentos de determinação de morte encefálica caberá à Comissão de Ética Médica encaminhar ao Conselho Regional de Medicina (CRM) e à Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO) do seu estado, com a periodicidade necessária, a relação dos profissionais médicos de sua instituição habilitados para realizar os procedimentos de determinação de morte encefálica. O processo de envio do nome dos profissionais habilitados deverá ser bastante ágil para poder atender as freqüentes mudanças que ocorrem no atendimento nos hospitais.

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Recomendações para a Utilização dos Potenciais Evocados Sensoriais (PES) no Diagnóstico da Morte Encefálica.

Francisco José Carchedi Luccas
Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica - SBNC.
Número: 1599 / Publicado em 18/03/2012 - 13:13

Para a confirmação do diagnóstico de morte encefálica existem, basicamente, dois tipos de exames, os circulatórios e os neurofisiológicos. Os exames neurofisiológicos, como o eletrencefalograma (EEG) e os Potenciais Evocados Sensoriais (PES) avaliam função e, na morte encefálica, se baseiam na demonstração do desaparecimento do aspecto funcional normal.

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Recomendações Técnicas para o Registro do Eletrencefalograma (EEG) na Suspeita de Morte Encefálica.

Francisco José C. Luccas, Nadia I. O. Braga, Carlos Eduardo Soares Silvado.
Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica - SBNC.
Número: 1598 / Publicado em 18/03/2012 - 13:14

Neste trabalho, desenvolvido por uma comissão nomeada pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica, são apresentadas as recomendações referentes ao registro do eletrencefalograma (EEG) nos casos de suspeita de morte encefálica, enfatizando que, apesar do necessário respeito aos parâmetros técnicos, o método não visa substituir o exame neurológico, mas complementá-lo.

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Urologia Fundamental: Capítulo 44 - Distopias Testiculares e Malformações Genitais.

Gilmar Garrone, Riberto Liguori.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1584 / Publicado em 10/03/2012 - 18:20

Distopia testicular é o posicionamento congênito do testículo fora do escroto, por falha de sua migração a partir de seu local de origem embrionária abdominal até a bolsa testicular. Como sinonímias existem os termos criptorquidia ou criptorquidismo e os testículos são denominados distópicos, criptórquidos ou criptorquídicos.

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Urologia Fundamental: Capítulo 26 - Avaliação Urodinâmica (EU).

Carlos Alberto Ricetto Sacomani.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1566 / Publicado em 10/03/2012 - 18:12

O exame urodinâmico (EU) é o método propedêutico de eleição para análise funcional do trato urinário inferior (TUI). Ele nos permite avaliar o comportamento vesical durante seu enchimento, e esvaziamento e, consequentemente, obter uma amostra do ciclo de micção do paciente.

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Urologia Fundamental: Capítulo 7 - Princípios e Aplicações da Medicina Nuclear em Urologia.

Carlos Alberto Buchpiguel, Marcelo Tatit Sapienza.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1547 / Publicado em 10/03/2012 - 18:02

Medicina nuclear caracteriza-se por fornecer informações fisiológicas por meio de imagens cintilográficas. O próprio princípio que permite a geração de imagens baseia-se exclusivamente nas propriedades funcionais dos diferentes órgãos que compõem o corpo humano.

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Urologia Fundamental: Capítulo 4 - Avaliação de Hematúrias.

José Carlos Souza Trindade Filho, Carlos Márcio Nóbrega de Jesus.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1544 / Publicado em 10/03/2012 - 18:00

Hematúria ou existência de células sanguíneas na urina é sinal comum em mais de uma centena de doenças ou de condições sistêmicas, sendo muito frequente na população geral. Em muitos casos, é o primeiro sinal clínico.

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Atualização sobre Hemoglobina Glicada (A1C) para Avaliação do Controle Glicêmico e para o Diagnóstico do Diabetes: Aspectos Clínicos e Laboratoriais.

Grupo Interdisciplinar de Padronização da Hemoglobina Glicada - A1C. São Paulo, janeiro de 2009.
http://www.diabetes.org.br/educacao/docs/posicionamentos_SBD_3_jan09.pdf
Número: 1536 / Publicado em 18/03/2012 - 18:09

A hemoglobina glicada, também denominada hemoglobina glicosilada ou glicohemoglobina, é conhecida ainda como HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C. Embora seja utilizada desde 1958 como uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos, a dosagem da A1C passou a ser cada vez mais empregada e aceita pela comunidade científica após 1993, depois de ter sido validada através dos dois estudos clínicos mais importantes sobre a avaliação do impacto do controle glicêmico sobre as complicações crônicas do diabetes: os estudos DCCT - Diabetes Control and Complications Trial (1993) e o UKPDS – United Kingdom Prospective Diabetes Study (1998).

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Imuno-Hematologia: Recomendações.

Antunes, EA et al.
Instituto Português do Sangue; 2008.
Número: 1535 / Publicado em 18/03/2012 - 18:10

A Imuno-hematologia eritrocitária é uma área essencialmente laboratorial que tem como objectivo garantir a segurança imunológica da transfusão. Como tal, abrange o estudo laboratorial no contexto clínico da imunologia do eritrócito (da interacção dos eritrócitos com o sistema imunitário).

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