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Manejo Farmacológico da Ejaculação Precoce

Eduardo Bertero
Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – USP
Número: 2216 / Publicado em 17/04/2012 - 08:39

Nesta revisão, observamos que a terapia farmacológica atualmente disponível envolve o uso off-label de ISrS e iPDE5, assim como de agentes locais anestésicos, cada qual apresentando na literatura médica vários graus de tolerabilidade e eficácia. Novos medicamentos estão surgindo, como dapoxetina de ação na demanda, o que minimizaria os efeitos indesejáveis característicos do uso crônico de ISrS.

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Normas de Orientação Clínica para a Prevenção, o Diagnóstico e o Tratamento da Trombose Venosa Profunda - TVP

Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV).
J Vasc Br 2005, Vol. 4, Nº 3, Supl.3
Número: 2206 / Publicado em 14/04/2012 - 21:58

O diagnóstico da trombose venosa profunda deve ser iniciado pela anamnese e exame físico. A ultra-sonografia é o exame complementar de escolha para a confirmação da trombose venosa profunda. Na impossibilidade de se realizar exames confirmatórios, diante da suspeita clínica o tratamento deve ser iniciado.

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Protocolo Clínico e de Regulação para Pirose e Regurgitação no Adulto e Idoso

Gustavo de Assis Mota, Ajith Kumar Sankarankutty, Rafael Kemp, José Sebastião dos Santos
Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – Universidade de São Paulo.
Número: 2185 / Publicado em 03/04/2012 - 10:42

A pirose e regurgitação são sintomas relacionados ao refluxo do conteúdo duodeno gástrico para o esôfago e órgãos adjacentes, associados ou não a lesão tecidual. O refluxo gastroesofágico tem uma prevalência estimada de 10 a 30% na população e é motivo frequente de procura para atendimento médico nas unidades básicas de saúde.

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Protocolo Clínico e de Regulação para Epistaxe

Fabiana C. P. Valera, Edwin Tamashiro, Miguel A. Hyppolito, Wilma T. Anselmo-Lima
Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – Universidade de São Paulo.
Número: 2184 / Publicado em 03/04/2012 - 10:40

A epistaxe é definida como o sangramento ativo pelas fossas nasais, e é a emergência mais frequente da região nasal. Estima-se que 60% da população já sofreram ou sofrerão ao menos 1 episódio de epistaxe durante a vida. Todavia, apenas 6% necessitam de intervenção médica. Em alguns casos, no entanto, a gravidade é tal que os pacientes necessitam de intervenção emergencial, sob risco de morte.

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Protocolo Clínico e de Regulação para Lombalgia

Helton Luiz Aparecido Defino, Carlos Fernando Pereira da Silva Herrero
Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – Universidade de São Paulo.
Número: 2183 / Publicado em 03/04/2012 - 10:38

A lombalgia por definição é a manifestação de dor, espasmo muscular ou rigidez localizada abaixo da margem costal e acima da prega glútea inferior, associada ou não à irradiação para o membro inferior. A lombalgia é apenas um sintoma, e pode ser a manifestação clínica de diferentes doenças localizadas na coluna vertebral ou outros órgãos (rins/ureteres, pâncreas, duodeno).

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Protocolo Clínico e de Regulação para Dor Abdominal Aguda no Adulto e Idoso

Gerson Alves Pereira Júnior, José Sebastião dos Santos
Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – Universidade de São Paulo.
Número: 2182 / Publicado em 03/04/2012 - 10:36

A dor abdominal aguda é uma queixa freqüente em pacientes que procuram as Unidades Básicas de Saúde (UBS)/Pronto-atendimentos (PA). A maioria dos casos tem evolução favorável, mas uma pequena porcentagem dos pacientes apresentam risco de vida ou necessitam de tratamento cirúrgico.

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Protocolo Clínico e de Regulação para Disfagia no Adulto e Idoso

Gustavo de Assis Mota, Ajith Kumar Sankarankutty, Rafael Kemp, José Sebastião dos Santos
Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – Universidade de São Paulo.
Número: 2181 / Publicado em 03/04/2012 - 10:33

A disfagia é um sintoma caracterizado pela dificuldade de transferência do alimento da boca para o estômago e pode ser alta (referida na base do pescoço), média (atrás do esterno) e baixa (na projeção do apêndice xifóide). O diagnóstico etiológico, com base apenas na história clínica pode ser feito em cerca de 80% dos casos e esse valor torna-se ainda maior com a realização do esofagograma.

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Protocolo Clínico e de Regulação para Abordagem do Diabetes mellitus Descompensado na Criança

Rodrigo Custodio, Palmira Cupo
Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – Universidade de São Paulo.
Número: 2180 / Publicado em 03/04/2012 - 10:30

O Diabetes Mellitus (DM) é uma síndrome metabólica crônica que tem como principal achado a presença de hiperglicemia. Dentre as suas diversas etiologias, o DM tipo 1 cursa com destruição auto-imune das células β pancreáticas e, consequentemente, deficiência absoluta da produção de insulina. O DM tipo 1 é a forma mais comum de DM na infância e sua incidência é bastante variável em diversas regiões do mundo.

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Protocolo Clínico e de Regulação para Abordagem do Diabetes mellitus Descompensado no Adulto/Idoso

José Carlos dos Santos
Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – Universidade de São Paulo.
Número: 2179 / Publicado em 03/04/2012 - 10:25

O número de pessoas diabéticas está aumentando devido ao crescimento e envelhecimento populacional, à crescente urbanização e ao aumento da prevalência de obesidade e sedentarismo e, também, à maior sobrevida dos pacientes com DM.

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Protocolo Clínico e de Regulação para Dificuldade Visual em Adultos e Idosos

Jayter Silva de Paula, João Marcello Fortes Furtado, Fabiano Cade Jorge, Eduardo Melani Rocha, Luciane Loures dos Santos, Maria de Lourdes Veronese Rodrigues, Christine Mae Morello Abbud, José Sebastião dos Santos
Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – Universidade de São Paulo.
Número: 2178 / Publicado em 03/04/2012 - 10:26

Na América Latina, a prevalência de cegueira é estimada em 0,3% e há cerca de 1,7% das pessoas com baixa visão. Quanto às causas de cegueira, 40% dos casos são decorrentes de catarata, 15% de glaucoma, 7% de retinopatia diabética, 6,4% de cegueira infantil (incluindo retinopatia da prematuridade e catarata congênita, dentre outras).

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