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Norma Técnica do Programa de Imunização

Secretaria de Estado da Saúde. Coordenadoria de Controle de Doenças. Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac”.
Governo do Estado de São Paulo - São Paulo - 2008
Número: 2364 / Publicado em 22/04/2012 - 19:45

Esta nova versão da Norma Técnica do Programa de Imunização paulista, além de ser uma atualização da publicação anterior, está ampliada já que acrescenta as orientações sobre as vacinas incorporadas nos últimos dez anos, bem como as novas indicações para o seu uso. São destaques: a imunização de idosos contra gripe, que foi incorporada à rotina; a vacina Tetravalente, com proteção contra hemófilo b, que passou a substituir a DTP; a vacina contra rotavírus para recém-nascidos, incluída no calendário básico dos recém-nascidos; e a introdução de um reforço da Tríplice Viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) para crianças entre 4 e 6 anos.

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Guia de Orientações Técnicas - Hepatites B e C

Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
Governo do Estado de São Paulo - 2002
Número: 2363 / Publicado em 22/04/2012 - 19:41

As hepatites virais são doenças infecciosas, de transmissão inter-humana, distribuídas universalmente, que podem apresentar evolução aguda e/ou crônica, constituindo-se em importante problema de saúde pública. Estas infecções compreendem um conjunto de vírus hepatotrópicos, que são identificados por letras do alfabeto. Já são bem conhecidas as hepatites causadas pelos vírus A, B, C, D e E. Ainda há um conjunto de infecções causadas por outros vírus hepatotrópicos, que estão sendo identificados, tais como hepatites pelo vírus G1, e mais recentemente vírus TTV e vírus SEN-V2. Apesar de semelhanças na apresentação clínica, elas diferem, além da etiologia, em aspectos epidemiológicos e evolução clínica.

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Guia de Vigilância para Erradicação do Sarampo, Controle da Rubéola e da Síndrome da Rubéola Congênita

Fundação Nacional de Saúde.
Ministério da saúde - 1 ed. Brasília: 2000
Número: 2362 / Publicado em 22/04/2012 - 19:35

O conteúdo deste Guia está dividido em três partes. Na primeira trata de forma aprofundada e detalhada sobre todos os aspectos técnicos e operacionais relacionados à vigilância epidemiológica do sarampo. Na parte dois o enfoque é para a rubéola e na parte três para a SRC. Algumas orientações, por serem válidas para o sarampo e a rubéola, estão referidas em uma outra parte, daí a importância de fazer a leitura e a consulta do documento como um todo.

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Planejamento Familiar: Um Manual Global para Profissionais e Serviços de Saúde - Parte II

Centro de Programas de Comunicação da Universidade Johns Hopkins
Organização Mundial da Saúde e Escola Bloomberg de Saúde Pública - 2007
Número: 2354 / Publicado em 21/04/2012 - 23:07

Vários milhões estão utilizando o planejamento familiar para evitar a gravidez, mas sem sucesso, por uma multiplicidade de razões. É possível que não tenham recebido instruções claras sobre como utilizar o método adequadamente, que não tenham tido acesso a um método mais apropriado a elas, não foram corretamente orientadas em relação aos efeitos colaterais ou simplesmente acabaram-se os insumos. Estas pessoas necessitam de apoio de melhor qualidade, sem demora.

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Planejamento Familiar: Um Manual Global para Profissionais e Serviços de Saúde - Parte I

Centro de Programas de Comunicação da Universidade Johns Hopkins
Organização Mundial da Saúde e Escola Bloomberg de Saúde Pública - 2007
Número: 2353 / Publicado em 21/04/2012 - 23:06

A tarefa do planejamento familiar permanece inacabada. Apesar do grande progresso ao longo das últimas décadas, mais de 120 milhões de mulheres no mundo todo desejam evitar a gravidez, porém nem elas nem seus parceiros estão fazendo uso dos métodos contraceptivos. Muitos são os motivos para que suas necessidades fiquem desatendidas: os serviços e os insumos ainda não estão disponíveis em todos os lugares ou as opções são limitadas. O medo da reprovação social ou a postura contrária do parceiro impõem barreiras formidáveis. Os temores dos efeitos colaterais e as preocupações com a saúde assustam algumas pessoas; a outras falta conhecimento sobre as opções de contracepção e seu uso. Estas pessoas precisam de ajuda, já.

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Protocolos da Unidade de Emergência: Ceratoconjuntivite Pós-Radiação Ultravioleta, Celulite (Abcesso) Orbitária, Celulite Periorbitária.

Hospital São Rafael – Monte Tabor
Ministério da Saúde.10. ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2002.
Número: 2346 / Publicado em 21/04/2012 - 22:28

Aborda: Ceratoconjuntivite Pós-Radiação Ultravioleta, Celulite (Abcesso) Orbitária, Celulite Periorbitária.

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Protocolos da Unidade de Emergência: Fibrilação Atrial Paroxística, Flutter Atrial (Fatores Precipitantes), Considerações Essenciais.

Hospital São Rafael – Monte Tabor
Ministério da Saúde.10. ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2002.
Número: 2320 / Publicado em 21/04/2012 - 20:48

Aborda: Fibrilação Atrial Paroxística. Flutter Atrial - Determinar Fatores Precipitantes. Fibrilação Atrial e Flutter Atrial - Considerações Essenciais.

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Protocolos da Unidade de Emergência: Atividade Elétrica Cardíaca sem Pulso, Assistolia, Fibrilação Ventricular ou Taquicardia Ventricular, Parada Cardiorrespiratória e Cardioversão Elétrica

Hospital São Rafael – Monte Tabor
Ministério da Saúde.10. ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2002.
Número: 2319 / Publicado em 21/04/2012 - 20:42

Aborda: Atividade Elétrica Cardíaca sem Pulso, Assistolia, Fibrilação Ventricular ou Taquicardia Ventricular, Parada Cardiorrespiratória e Cardioversão Elétrica.

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Protocolos da Unidade de Emergência: Dissecção Aguda da Aorta – Identificação, Anatomia Topográfica e Classificação

Hospital São Rafael – Monte Tabor
Ministério da Saúde.10. ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2002.
Número: 2317 / Publicado em 21/04/2012 - 20:32

Aborda: Dissecção Aguda da Aorta – Identificação, Anatomia Topográfica e Classificação. Classificação de Bakey Santford e outras.

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Protocolos da Unidade de Emergência: Classificação de Angina Instável e das Síndromes Anginosas

Hospital São Rafael – Monte Tabor
Ministério da Saúde.10. ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2002.
Número: 2315 / Publicado em 21/04/2012 - 20:21

Aborda: Classificação de Angina Instável e das Síndromes Anginosas.

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