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Sedação e Analgesia - Terapia da Dor

Hospital São Luiz - São Paulo
http://www.saoluiz.com.br/Area_medica/paginas/Protocolos_medicos.aspx
Número: 2646 / Publicado em 01/01/2013 - 22:30

Os recém-nascidos (RN) com doenças crônicas ou submetidos a procedimentos dolorosos ou causadores de estresse são elegíveis de receberem a terapia para dor e/ou sedação. A tomada de decisão de instituir a sedação/analgesia deve ser direcionada às condições clínicas do RN.

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Protocolo de Sedação, Analgesia e Bloqueio Neuromuscular

Flavia Ribeiro Machado
http://www.anestesiologia.unifesp.br/protocolo_sedacao.pdf
Número: 2227 / Publicado em 18/04/2012 - 08:01

Sedação, analgesia e bloqueio neuromuscular são procedimentos de rotina na UTI, potencialmente associados a iatrogenias se feitos de forma inadequada. A grande maioria dos pacientes admitidos na UTI necessita de condutas relacionadas a esses tópicos durante sua internação.

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Sedação Paliativa

Ana Claudia Arantes e Theodora Karnakis
Diretrizes Assistenciais - Hospital Israelita Albert Einstein - HIAE
Número: 1981 / Publicado em 09/03/2012 - 21:07

Define-se como sedação paliativa a redução intencional do nível de consciência, contínua ou intermitente com o objetivo de controlar sintomas causadores de grave desconforto refratários ao tratamento convencional, presentes na evolução de doenças incuráveis e progressivas em fase terminal.

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Sedação Paliativa.

Ana Claudia Arantes e Theodora Karnakis.
Hospital Israelita Albert Einstein - Novembro – 2008.
Número: 1619 / Publicado em 20/06/2012 - 19:36

Define-se como sedação paliativa a redução intencional do nível de consciência, contínua ou intermitente com o objetivo de controlar sintomas causadores de grave desconforto refratários ao tratamento convencional, presentes na evolução de doenças incuráveis e progressivas em fase terminal.

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Política de Sedação para Médicos Não Anestesiologistas.

Antonio Silva B. Neto
Hospital Israelita Albert Einstein - Março de 2009.
Número: 1194 / Publicado em 22/06/2012 - 21:04

Diretriz que expressa os limites entre os diferentes níveis conceituais de sedação (leve, moderada ou consciente e profunda), delineando cuidados desde o planejamento, execução e alta dos pacientes, baseado em evidências e parâmetros clínicos, assim como habilitações profissionais requeridas e condições estruturais para realização dos procedimentos com sedação no HIAE pelos médicos não especializados em anestesiologia.

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Anestesia e Sedação.

Antonio Silva B. Neto
Hospital Israelita Albert Einstein - Março de 2009.
Número: 1193 / Publicado em 22/06/2012 - 21:04

Diretriz que estabelece as normas e condições para a realização de anestesia e sedação no Hospital Israelita Albert Einstein, definindo as etapas do processo anestésico e os requisitos essenciais para a segurança, ética e qualidade.

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Anestesia Venosa Total para Sedação.

Sociedade Brasileira de Anestesiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 514 / Publicado em 09/03/2012 - 15:18

A sedação é um método controlado para reduzir o nível de consciência. Existem vários níveis de sedação, variando de leve até a anestesia geral, que se distinguem entre si pela capacidade do paciente em manter reflexos protetores e vias aéreas patentes. Como não existem limites precisos separando os diferentes níveis de sedação, o paciente pode transitar rapidamente para níveis mais profundos de sedação. Por isso, o profissional deve estar capacitado para manejar todos esses níveis, inclusive de anestesia geral, mesmo que a intenção inicial tenha sido apenas a sedação leve.

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Diretrizes Clínicas na Saúde Suplementar - Sepse: Sedação, Analgesia e Bloqueio Neuromuscular

Machado F, Mazza B, Silva E, Salomão R, Bernardo WM, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 165 / Publicado em 16/06/2012 - 18:53

Grande parte dos pacientes nas unidades de terapia intensiva (UTI) requer algum grau de sedação ou analgesia o que torna o tema de grande importância para uma boa condução clínica. Os pacientes sépticos têm características que os diferenciam da população de pacientes críticos, não só pela sua gravidade, mas também pela presença de disfunções orgânicas associadas. Nessa população, a presença de disfunção múltipla de órgãos, com particular ênfase na disfunção renal e/ou hepática torna a utilização de medicações mais complexa, pelas alterações que ocorrem na farmacodinâmica da mesma.

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04/02/2016
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